13 de out de 2015

Na ESTRÉIA do PROJETO MEMÓRIAS REFLETIDAS, Nélio Rodrigues convida a jornalista Cláudia Giudice, autora do livro: "A vida sem Crachá"



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Será no dia 20 de outubro, terça-feira, 9h40, no Museu Inimá de Paula (Rua da Bahia, 1201 - Centro, Belo Horizonte - BH –MG), a estréia do Projeto Memórias Reflétidas, do jornalista e fotógrafo Nélio Rodrigues. A convidada que se apresenta em talk show – palestra interativa  - é a paulista Cláudia Giudice (leia-se através de sua trajetória profissional, como Veja, Jornal do Brasil, CARAS,  Contigo!, Bravo!, Claudia, Superinteressante e Quatro Rodas). Cláudia traz na bagagem o sucesso do seu livro “Vida sem crachá”, que será lançado no evento.
Na programação do dia 20, os convidados também verão aexposição de fotografias projetada e vídeo documentário do projeto "MEMÓRIAS REFLETIDAS", de Nélio Rodrigues.
O evento, tem entrada franca e será para 150 mulheres convidadas por Nélio Rodrigues, amplia o universo belo-horizontino de acesso à cultura e informação de qualidade.

NÉLIO RODRIGUES
A carreira do jornaista Nélio Rodrigues na fotografia sempre é marcada pelo caráter de observação atenta, documentando e apresentando os temas retratados com aspectos inusitados que dão personalidade às imagens e às notícias ou revelam com fidelidade, que tange aspectos sutis, as pessoas alvo de seus portraits.

Nélio Rodrigues é um profissional comprometido com a técnica unida  à sensibilidade do fazer. E a inquietude do seu pensar, consciência de realidade, pés nas tecnologias disponíveis, o faz dinâmico e incansável na qualidade clara de unir o prazer com que atua, aos avanços das plataformas e suportes que podem ser instrumento sempre atual do seu trabalho.

O avanço da tecnologia das câmeras fotográficas digitais, ampliou suas pesquisas com a finalidade de gerar novos caminhos.  Encontrou seu  formato unindo a expertise jornalística ao seu dom de comunicar em entrevistas com foto, texto e vídeo.
"A decisão era minha, continuar como fotógrafo, ou me completar e me realizar com outra pegada na profissão". (seu mote interior para ir além)
Hoje,  Rodrigues, observa,  fotografa, entrevista, filma, edita e ainda escreve nos seus projetos pessoais. Assim, nasceram o projeto " O chute da Revolta e, agora, "Memórias Refletidas".
Nélio Rodrigues é profissional sem ponto final...

O PROJETO MEMÓRIAS REFLETIDAS
A coluna "Memórias Refletida” do fotógrafo e jornalista Nélio Rodrigues, é publicadas aos sábados em um jornal da capital. A publicação semanal, é voltado para as mulheres de Belo Horizonte, que agora tem um novo espaço para contar as suas historia que viveram na capital.  "Eu estudei o formato da coluna durante alguns anos, e que acabou virando uma realidade na mídia impressa e nas redes sociaisÉ o primeiro jornal impresso que usa o aplicativo QR code para o leitor assistir o vídeo da matéria pelo celular ou tabet", fala com alegria do pionerismo. O fotógrafo executa as multi-funções de fotógrafo, repórter, cinegrafista, diretor, editor e escritor. 
“O espelho que reflete os principais lugares de Belo Horizonte é o mesmo que revela as lembranças e emoções das mulheres que vivem e ajudam a construir uma cidade", (Nélio Rodrigues)
Saindo das paginas do jornal a coluna do jornalista estreia no mês de outubro,  o primeiro evento relacionado a esse projeto, com uma palestra para 150 mulheres convidadas, entre empresária e atuantes em outros segmentos da  sociedade mineira. A primeira convidada para falar de suas experiências de 23 anos como funcionária do grupo Abril e que virou empreendedora, é a jornalista Cláudia Giudice (em anexo o PDF com sua apresentação). A jornalista,  hoje,   proprietária  de uma pousada e escritora do blog "A VIDA SEM CRACHÁ", chega a BH  para compartilhar as suas experiências com as mineiras.

CLÁUDIA GIUDICE
Jornalista formada pela PUC-SP, é mestre em jornalismo comparado pela Universidade São Paulo com uma tese sobre a revista CARAS, trabalhou nos principais veículos de imprensa do Brasil, como Veja,  Jornal do Brasil, CARAS, Contigo!, Bravo!, Claudia, Superinteressante e Quatro Rodas.  Foi executiva por 9 anos, respondendo por 40 diferentes marcas da  maior editora de revista do Brasil.
Desde agosto de 2014, vive sem crachá após 23 anos de trabalho nesta grande editora.  
Atualmente é sócia proprietária da Pousada A Capela na Bahia e  autora do livro A Vida Sem Crachá (editora Agir). Escreve quase diariamente para o blog e site www.vidasemcracha.com.br Um texto sobre a experiência de aprender a fazer suco depois de 30 anos de  carreira bem-sucedida no jornalismo de revista, motivou o convite para o livro que já está na segunda edição.
O projeto Vida sem crachá nasceu a partir de um insight. A autora estava pedalando na ciclovia da avenida Faria Lima, em São Paulo,  quando teve a ideia de escrever histórias sobre seu novo momento profissional. Publicou o primeiro texto no Facebook e a repercusão foi muito positiva. Passou a publicar quase que diariamente no  blog “claudiagiudiceemavidasemcrachá”.
Um texto sobre a experiência de “aprender a fazer suco de laranja”  motivou o convite para escrever a obra Vida sem crachá para a Ediouro. Em três meses, no primeiro verão sem carteira assinada, Claudia  escreveu e viveu o livro.
O convite para escrever no projeto Draft do colega Adriano Silva potencializou o projeto Vida Sem Crachá, já que a publicação teve 428 mil leituras  94 mil compartilhamentos. “Não sabia que os assuntos demissão, plano
 B e reinvenção eram tão fortes e mobilizadores”, diz Claudia . O tema vida sem crachá também foi pauta da programa Saia Justa, do GNT:  http://gnt.globo.com/programas/saia-justa/videos/4189761.htm
O sucesso do projeto levou à criação de um site, vida sem crachá, no qualClaudia publica histórias sobre empreendedorismo, plano B, modos de vida
alternativos e sustentáveis e também um pouco de ficção.
Meu escritório agora é na sala da minha casa em São Paulo ou na varanda da
minha pousada na Bahia. Me contratei para escrever pelos próximos cinco anos. Quero viajar o Brasil fazendo palestras e colecionando histórias para novos posts. Espero ajudar outras pessoas que perderam o crachá a reinventar
sua vida profissional e pessoal”, revela Cláudia Giudice.

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