14 de set. de 2020

“SABER ESPERAR” chega, no dia 18, às plataformas digitais


 


Estreia, no dia 18 de setembro, sexta-feira, em todas as plataformas digitais, com distribuição da Tratore, “Saber esperar”, um samba que fortalece a parceria de Marcus Vinícius de Souza e Beto Lopes.

Assim como o recém lançado “Variações do Tempo”, o segundo single de Marcus Vinícius, “Saber esperar”, foi gravada no Bemol Studio,  na voz do compositor, saxofonista e cantor,  direção musical, arranjos, violão, baixo fretless e guitarras de Beto Lopes. Na bateria, Lincoln Cheib. Preparação vocal de Paula Santoro. Mixagem e masterização: Ricardo Cheib.

“Saber esperar” é um samba escrito por Marcus Vinícius de Souza em parceria com o violonista Beto Lopes, que  explora o tempo de espera como temática. Os momentos que antecedem a um encontro, bem como a esperança de rever alguém muito querido são construídos através de uma rítmica alegre que busca explorar o bailado, o gingado de um corpo colorido de ânsias por encontrar um outro corpo. Essa dança vai desaguar num refrão repleto de positividade expresso através do sentimento que vem de um abraço caloroso, motivador de um sorriso que se abre através do olhar.

A música nasce, coincidentemente, em um momento que o mundo, diante da pandemia COVID-19, precisa se lançar ao tempo da espera. Marcus nos lembra que esse olhar pode transitar por outros caminhos. Recorda e referencia o verbo “esperançar”.  “ Saber esperar”, toca o ser com a espera e a esperança, à luz do samba, que é tão parte do universo brasileiro e nos convida a expandir o sentimento. 

Saber esperar

Marcus Vinícius de Souza/Beto Lopes

Cantar toda alegria

Saber que estou a te esperar

Meu lar, minha acolhida

Canção de amor, de batucar

Ginga o corpo e vai

Na dança do vento

Se distrai

Nosso amor se faz

Nesse eterno tempo

De ansiar

Esse sonho

Me dê um abraço que, ao tocar meu peito, aqueça o coração!

Abra um sorriso através de

Seus olhos acesos pela emoção!


Marcus Vinícius de Souza é natural de Barbacena, hoje reside na cidade de Belo Horizonte, e atua como escritor, professor e músico. Estudou Letras na Universidade Federal de São João del Rei, fez mestrado em Estudos de Linguagens no Cefet-MG. Em 2018, publicou o livro “Ecos de uma escrita”. No contexto musical, de 2005 a 2007, estudou música, saxofone, na Bituca, Universidade de Música Popular Brasileira – instrumento: saxofone. Em 2019, lançou o disco-livro quase todo autoral “Etymon”.  Ao longo de alguns anos, estudou com Rúbio Veiga, Cléber Alves e Jorge Continentino.

No mês de julho de 2020, gravou duas canções próprias em parceria com o violonista Beto Lopes, “Variações do tempo”, lançada em agosto, nas plataformas digitais e “Saber esperar”, que será lançada no dia 18. E vem mais coisa por aí!

19 de ago. de 2020

VARIAÇÕES DO TEMPO

 




















 Marcus Vinicius Souza lança

 single que inaugura parceria com Beto Lopes

 

Após seu recém-lançado disco-livro “Etymon”, o escritor, professor e músico Marcus Vinícius de Souza lança o single “Variações do tempo”, no dia 21 de agosto, sexta-feira, em todas as plataformas digitais, com distribuição da Tratore.

 

A faixa apresentada, marca a estreia de Marcus Vinícius, também saxofonista, como cantor e inaugura uma parceria com o violonista Beto Lopes. A composição tematiza as diferentes manifestações do tempo foco de discussões,  há milhares de anos, devido à maneira como cada pessoa o sente, o percebe.

 

Gravada no Bemol Studio,  a parceria entre Marcus Vinicius de Souza  e Beto Lopes , nos chega voz de Marcus. “Variações do Tempo”, tem direção musical, arranjos, violão, baixo fretless e guitarras de Beto Lopes. Na bateria, Lincoln Cheib. Preparação vocal de Paula Santoro. Mixagem e masterização: Ricardo Cheib.

 

Essa canção, embalada pelas ondas do rock com influências da música do Clube da esquina e de algumas produções do cenário pop dos anos 60/70,   que visa, esteticamente, evidenciar o caráter cíclico do tempo, bem como a potência desse fenômeno, aspecto este evidenciado por solos de guitarra.  

 

 

Variações do tempo (Marcus Vinícius/Beto Lopes)

 

Vou te dizer

Talvez clichê

É falar, é cantar

O estar e o ser

 

Eternizar

E perecer

Soluçar, repousar

Distrações do viver

 

Tempo que me traz

Olho dos portais, tempo

Ciclo de estações

Tudo volta a ser

 

Dure o que durar

Soma num olhar, tempo

trilhos de sensações

Sempre a tecer

 

Vem, vai, distrai

Sonhos de um cais

Tempo não mais

 

Eu, você, vós

Todos em seus nós

Ilusão só

 

Canção gravada nos dias 21 e 22 de julho de 2020 no estúdio Bemol, Belo Horizonte, mixada e masterizada por Ricardo Cheib.

 

Voz: Marcus Vinícius de Souza

Letra: Marcus Vinícius de Souza

Direção musical, arranjos, violão, baixo fretless e guitarras: Beto Lopes

Bateria: Lincoln Cheib

Preparação vocal: Paula Santoro

Produção executiva: Marcus Vinícius de Souza

Distribuição: Tratore

 

Marcus Vinícius de Souza é natural de Barbacena, hoje reside na cidade de Belo Horizonte, e atua como escritor, professor e músico. Estudou Letras na Universidade Federal de São João del Rei, fez mestrado em Estudos de Linguagens no Cefet-MG. Em 2018, publicou o livro “Ecos de uma escrita”. No contexto musical, de 2005 a 2007, estudou música, saxofone, na Bituca, Universidade de Música Popular Brasileira – instrumento: saxofone. Em 2019, lançou o disco-livro quase todo autoral “Etymon”. No mês de julho de 2020, gravou duas canções próprias em parceria com o violonista Beto Lopes, “Variações do tempo” e “Saber esperar”, que serão lançadas em breve. Além disso, ao longo de alguns anos, estudou com Rúbio Veiga, Cléber Alves e Jorge Continentino.

Mais:
https://etynom.wixsite.com/marcusvinicius

http://www.tratore.com.br/cd.asp?id=9786550340131

https://spoti.fi/3hcBbxp

http://www.instagram.com/marcusviniciuslinguagens


 

 

 

30 de jul. de 2020

NOVA DIRETORIA ABRAJET-MG TOMA POSSE EM AGOSTO


ABRAJET de Minas Gerais já tem Registro em Cartório
Diretoria 2020/22 toma posse em 10 de agosto, durante webinar pelo Zoom, às 10h

Histórica Assembleia de eleição da Diretoria e de regularização da ABRAJET-MG,
 aparecendo, em primeiro plano, Antônio Claret Guerra e José Aparecido Ribeiro, seguidos (à direita), 
por Carlos Alberto dos Santos, Ozório Couto e Antônio Melane. 
À esquerda, estão Luís Góes, Eujácio Antônio dos Santos, Sérgio Moreira e João Carlos Amaral

Já está completamente regularizada, de acordo com as exigências da ABRAJET Nacional, obedecidos requisitos legais, escriturais, financeiros e contábeis, a Seccional de Minas Gerais da ABRAJET-Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo.
O documento Oficial, junto ao Registro Civil das Pessoas Jurídicas (Cartório Der. José Nada Neri-Oficial), recebeu o número 143.107, com data 6 de julho de 2020, e o novo CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas tem a identificação 37.629.134/0001-86, tendo sido também já aberta uma C/C no Banco do Brasil (BB), Agência Belo Horizonte-Praça da Liberdade.
As providências foram auditadas e aprovadas pelo presidente nacional da ABRAJET, Evandro Novak (SC), comunicadas em telefonemas para os presidentes da Diretoria Executiva, José Aparecido Ribeiro, eleito para o mandato 2020/2022, destacado jornalista de mídias sociais e licenciado em Filosofia, e Antônio Claret Guerra, (JORNAL MG TURISMO), fundador da antiga Abrajet em 1983 e que presidiu os trabalhos de reconstrução da Abrajet-MG.
O soerguimento da entidade representativa da imprensa mineira foi iniciado pelo ex-presidente João Carlos Amaral (2012-2016), durou mais de quatro anos, culminando com a histórica Assembleia de 29 de fevereiro de 2020 no Hotel Financial, com todas as atividades supervisionadas por José Aparecido Ribeiro, com a colaboração do Diretor Financeiro eleito, Marcos Guiotti e de outros conhecidos jornalistas mineiros.
A posse da Diretoria 2020/2022 foi marcada para 10 de agosto, durante webinar pelo Zoom, às 10h, com a participação do presidente nacional da ABRAJET, Evandro Novak (SC), ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, secretário de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira e representantes de entidades congêneres ABIH, ABRASEL, Skal , Sindetur, BH Conventions & Visitors Bureau e Conselhos Estadual de Turismo, Municipal de Turismo de Belo Horizonte e AC Minas.


CHAPA AJET- SÉCULO XXI-ANOS 20 (eleita por aclamação)


Diretoria Executiva
Presidente: José Aparecido Ribeiro, DRT-MG 17.076/12
_______________________________________________________

Vice-Presidente: Antônio Claret Guerra, DRT-MG 2142/MG
______________________________________________________
Diretor Administrativo e Financeiro
Marcos Guiotti Júnior, DRT MG 03447
______________________________________________________
Diretor Secretário: Suely Calais Guerra, DRT-MG M 08713 _____________________________________________________

Diretor de Expansão: Walter Lúcio Alves de Freitas, 04626/FENAJ

Diretora de Comunicação: Lena Brandão,1861, DRT MG

Conselho Fiscal:
Eujácio Antônio Silva, brasileiro,  3493/FENAJ
_______________________________________________________
Conselho Fiscal:
Maarten Van Sluys
_______________________________________________________
Suplente:
Domingos Sávio, DRT-MG 3088/MG
________________________________________________________
Suplente: Valdez Maranhão Ferreira Cruz                                                                                                                                                                                                                                                                                   
Conselho de Ética
Sérgio Elian Moreira, DRT-MG 3332/MG
_________________________________________________________
João Carlos Amaral, brasileiro, 1990-DRT-MG
_________________________________________________________
Suplente
Renato Sérgio Ladeira Cobucci, DRT 2.552/MG
Suplente: Maurílio Costa,  DRT- MG 160

Conselho Consultivo
Márcio Fagundes Oliveira,  M-215.105-SSPMG;
Luís Gonzaga Góes,DRT-MG 2.123/MG;
________________________________________________________
Suplentes
Orlando Francisco de Paiva Barros
___________________________________________________________
Ozório José Araújo do Couto,  MG.06916-JP

Diretor Regional Uberlândia
Carlos Hugney Bisneto, MT 08221

Diretor Regional Juiz de Fora e Zona da Mata
Giovanini Mendes do Carmo, FENAK 18176/MG








14 de abr. de 2020

PADRE FÁBIO DE MELO E A DUPLA SIMONE E SIMARIA LANÇAM SINGLE NESTA SEXTA



EM UM ENCONTRO MUSICAL INÉDITO, PADRE FÁBIO DE MELO E A DUPLA SIMONE E SIMÁRIA LANÇAM O SINGLE "NÃO DESISTO"


Nesta sexta-feira, dia 17 de abril, um lançamento pra lá de especial toma conta de todas as plataformas digitais!

Em tempos de isolamento social involuntário, onde o afeto e a esperança são imprescindíveis em nossos corações e lares, Padre Fábio de Melo, o padre mais querido do Brasil, entra de vez no mundo do streaming, com o Single “NÃO DESISTO”, de Gabriel Cantini e Davi Mello.

Padre Fábio de Melo interpreta essa bela canção, junto às “coleguinhas”, Simone e Simária, celebrando um encontro musical inédito entre ele e a dupla feminina.

“Quem disse que você tá sozinho, tá mentindo
faz de conta que ‘cê nem ouviu”

O olhar sobre a fé que nos aproxima de Deus e faz crer que ele também crê em nós é a chama da esperança que inspira esse canto contemporâneo.

“Abre esse sorriso, aí/ e olha pro céu/ respira fundo/
Você pode sonhar/você pode voar/é só acreditar, ter fé
Dias melhores virão/ dentro do seu coração”

Independentemente de qual foi a dificuldade que você teve que viver ou que está experimentando agora, lembre-se de que você é capaz de sair dessa. E bem mais forte do que quando entrou nesse cenário!

“Repita comigo:
Não desisto, não desisto/ Não! De jeito nenhum
Não deixe ninguém lhe falar que você é só mais um”

*A música poderá ser ouvida nas plataformas dos artistas.

Distribuição:  Talentos Digital
Assessoria em Comunicação Criativa: Márcia Francisco


8 de mar. de 2020

O reggae da Banda Ayê chama a atenção de Rick Bonadio

O produtor musical Rick Bonadio e Cris, da Banda Ayê


Há poucos dias, a banda mineira  que lança o EP Vida Leve, em abril, 
encontrou-se com o produtor musical em um intercâmbio valioso para sua carreira.
VIDA LEVE – esse é o nome do EP que será lançado em abril. Aquele reggae bom, do bem, que fala de esperança e amor, um hit gostoso de ouvir pra curtir em vários momentos: no show, no por do sol na praia, na estrada, desplugado ou num jantarzinho com os amigos. AYË vem somar com esse movimento crescente da nova MPB, também conhecida como MPB leve, good vibes e pop reggae. Uma mistura que traz leveza e positividade. Imagina se tudo isso for potencializado pelo olhar competente de um dos maiores produtores musicais do país?
Pois foi assim, que a  Ayê celebrou o encontro, após ser selecionada numa seleção nacional rigorosa para estar com o produtor  Rick Bonadio, o consagrado nome da produção musical brasileira
O workshop promovido por Rick Bonadio  tem fama. São apenas 12 vagas e a concorrência é imensa. Uma cuidadosa e rigorosa seleção, entre candidatos de todo o país é realizada. No processo de seleção há um formulário de aplicação, onde acontece o envio de uma música. Após essa primeira avaliação, a equipe de produção realiza um contato com o selecionado, que tem apenas 24 horas para fazer a inscrição e seguir para São Paulo.
Cris, integrante e gerente da Ayê, foi o principal responsável pelo sucesso desse projeto, acreditou e defendeu a Banda! O super músico, mais uma vez, não se dedicou em vão.  E pra Sampa, foram os artistas da Ayê - após enviarem a música "Deu Reggae"-, acompanhados por Andréia Mansur, da Talentos Produções, outro nome que diz muito entre outros nomes do cenário musical! 
Neste workshop, conduzido por Rick Bonadio e sua equipe da gravadora Midas Music, no  estúdio,  um intercâmbio direto com os artistas acontece. Audição de todas as músicas, orientação personalizada para aprimoramento da parte artística, marketing e lançamento. Para o produtor, este processo objetivo gera soluções para quem, realmente, tem talento e pode aumentar as chances de sucesso com a qualidade na música e na carreira. Para a banda, o top secret da qualidade e o profissionalismo no sucesso, compartilhados, com muita propriedade por um profissional competente, cujo audição atenta, olhar cirúrgico e a fala precisa têm o que dizer e, por isso, faz a diferença. De Bonadio, o aval de saberem que estão no caminho certo. 
Rick Bonadio, um dos produtores musicais brasileiros consagrados, é produtor musical, compositor, músico multi-instrumentista, engenheiro de som e proprietário do estúdio Midas e das gravadoras Arsenal Music e Midas Music. Um dos reconhecimentos que valorizou seu nome publicamente é o fato de ter sido o produtor musical dos Mamonas Assassinas e produtor artístico da dupla Rodolfo & ET. Mas,  muitas outras talentos já foram reveladas por Bonadio. Além de compositor e produtor musical, ele também já foi jurado do programa “Popstars”, que era exibido pelo SBT. Foi nesse programa que ele descobriu mais uma nova banda, a “Rouge”. Ele também participou de um quadro chamado “Olha a Minha Banda”, no programa “Caldeirão do Huck”, na Rede Globo. Em 2011, Rick Bonadio fez parte do júri do programa “Ídolos”, junto com Luíza Possi e Marco Camargo. Ele se destacou bastante neste cargo e ficou ainda mais famoso. Entre bandas e artistas descobertos pelo produtor musical e compositor Rick Bonadio, estão: o já citado Mamonas Assassinas, NX Zero, Manu Gavassi, Fresno, CPM22, Chorão (ex-vocalista da banda Charlie Brown Jr.), Hateen, Tihuana, O Surto e Rouge.
A banda mineira, de Belo Horizonte,   nasceu em 2017,  num momento em o Cris - baixista) e o Léo (guitarra e voz) compartilharam uma playlist colaborativa no Spotify,  com músicas de bandas curtidas por eles. Os dois se encontravam pra jogar sinuca, fazer churrasco e tocar, sério! O Gersinho (batera) chegou e colou no projeto. Começaram a tocar em bares e festas.  A Ariene (vocal) era fã, começou, fazendo  backing  vocal e, agora,  também está na linha de frente! Faltava o Vini (teclado), o único que ganha a vida com música, é produtor, arranjador e rato de estúdio. Cris e Léo têm  carreiras em RH e TI. Meio plano B, hobbie e sonho, música é vida pra essa turma! AYË é vida em Yorubá, um dialeto africano - já diz tudo! Através do som autoral e nas releituras a gente quer falar de amor, família, amizade, paz, natureza e coisa boa - good vibes! Voltando ao Vini (teclado), ele era a peça que faltava pro lance engrenar! Ele comandou as gravações, mixou e masterizou o primeiro  EP - Vida Leve. Classificam o som como Pop Reggae, nova-MPB ou pop-good vibes, se é que precisa classificar. Como chama pouco importa, vale mais o que a Ayê sente, a paixão pela música e a vontade de compartilhar isso.


O que vem por aí? A Ayê tem o que contar! Fique ligado e recarREGGAE-se nas fontes digitais da Banda!

VOZES DO DESERTO: André Leite, Guilherme de Sá e Thiago Brago, juntos no mesmo palco e turnê

Guilherme de Sá, André Leite e Guilherme de Sá (Vozes do Deserto)


Será no dia 15 de março, domingo, às 19h, na Sala Minas Gerais (Rua Tenente Brito Melo, 1090 – Barro Preto – BH), a única apresentação de Vozes do Deserto. Espetáculo musical que reúne André Leite, Guilherme de Sá e Thiago Brago, juntos no mesmo palco e turnê. Durante o mês de março, os três ícones da música católica brasileira realizam show em seis cidades, a saber, Rio de Janeiro, São Paulo, Ribeirão Preto, Recife, Fortaleza e a capital mineira. Ingressos à venda.

Imagine reunir, no mesmo palco a luz de André Leite, Guilherme de Sá e Thiago Brado?
É assim que nasce Vozes do Deserto.
Nesse espetáculo, a VOZ de Deus se apropria das VOZES de três dos mais expressivos cantores católicos nacionais para que façam ecoar canções no deserto de muitos corações.
Em sua dimensão mais Sagrada, o Amor é cantado em canções inéditas e autorais, e se apresenta como a única alternativa de ruptura com o sofrimento e angústias humanas.
No período de silêncio, introspecção e sacrifício, as apresentações serão feitas em várias cidades do país e espera marcar cada pessoa com o sinal da Cruz de Jesus.

Com mais de 20 anos de carreira, André Leite é um dos principais cantores de rock cristão do Brasil. Guilherme de Sá, compositor, cantor e músico de rock cristão, também com mais de 20 anos e reconhecido nacional e internacionalmente por seu trabalho junto a Banda Rosa de Saron. Thiago Brado, músico e compositor reconhecido nacionalmente como a grande revelação do pop cristão.

VOZES DO DESERTO
André Leite, Guilherme de Sá e Thiago Brago
15 de março,  domingo, às 19h
Sala Minas Gerais
Rua Tenente Brito Melo, 1090 – Barro Preto – BH

INGRESSOS - 1º LOTE – PLATEIA/BALCÕES
PREÇOS
INGRESSOS PARA GRUPOS DE 10 PESSOAS (número limitado)
R$ 500,00
MEIA SOLIDÁRIA (com doação de 1kg de alimento não perecível)
R$ 60,00
MEIA-ENTRADA
R$ 60,00
INTEIRA
R$ 120,00
INGRESSOS - 1º LOTE – CORO
PREÇOS
MEIA-ENTRADA
R$ 40,00
INTEIRA
R$ 80,00


INGRESSOS - 2º LOTE – PLATEIA/BALCÕES
PREÇOS
MEIA SOLIDÁRIA (com doação de 1kg de alimento não perecível)
R$ 80,00
MEIA-ENTRADA
R$ 80,00
INTEIRA
R$ 160,00
INGRESSOS - 2º LOTE – CORO
PREÇOS
MEIA-ENTRADA
R$ 60,00
INTEIRA
R$ 120,00

- Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet).
- Criança de até 5 anos de idade não paga, de 6 a 16 anos paga meia entrada.
- A venda para o público geral está disponível desde o dia 14 de janeiro de 2020.
- Parcelamento em todos os cartões aceitos pela Central dos Eventos, em até 12x.

Informações adicionais
(31) 3441-5942

Visite a página oficial da Talentos:

4 de mar. de 2020

VIOLA DE QUELUZ


Em uma noite musical no interior da província mineira no ano de 1881, na antiga Real Vila de Queluz, recém elevada a Cidade de Queluz, um som chamou a atenção do imperador Dom Pedro II, que lá se encontrava em viagem com destino a Ouro Preto, para inauguração de um ramal ferroviário ligado à estrada real.

                   Entre outros cortejos, uma serenata foi oferecida à comitiva real, incluindo o imperador e sua esposa Tereza Cristina. Dela participaram dois violeiros. José de Souza Salgado, também luthier e construtor das famosas Violas de Queluz e Luiz Dias de Souza, que tocou na viola que pertencia ao Capitão Francisco Furtado, ex-tabelião do 1º Ofício de Queluz, enquanto José de Souza Salgado tocou na viola do Barão de Queluz. O fato mereceu elogios e destaque no diário de viagem do Imperador e, a partir de então, a Corte Imperial passou a fazer encomendas das Violas de Queluz, que ganharam reconhecimento por seu esmero e refinamento estético e acústico, marcando o tempo e a história da música de viola em Minas e no Brasil.

                   Quase 150 anos depois, uma das duas violas que foram utilizadas na serenata para o Imperador Dom Pedro II naquela noite, mais precisamente a que pertencia ao Capitão Francisco Furtado, é encontrada e trazida de volta a Minas Gerais pelas mãos do luthier Max Rosa. Max, além de reconhecido nacionalmente como um dos grandes luthiers de violões de cordas de aço, é também restaurador e detentor de precioso acervo composto por diversos exemplares de Violas de Queluz, todas autênticas e construídas por diferentes gerações de artesãos entre 1860 e 1940, na antiga cidade de Queluz de Minas, atual Conselheiro Lafaiete. A importância da viola para a cultura de Minas Gerais inclusive foi reconhecida pelo IEPHA que, no ano de 2018, declarou a Viola, em suas formas de se fazer e tocar, como patrimônio imaterial do Estado de Minas Gerais.

                   Max Rosa realiza então minuciosa restauração neste emblemático instrumento, para que o mesmo possa nos mostrar novamente o som que encantou D. Pedro II.

                   Para contar esta história, Max Rosa convida o parceiro e violeiro Rodrigo Delagecom quatro discos lançados e uma história musical fortemente ligada às Violas de Queluz, para a empreitada de criar, compor e gravar em estúdio a “viola imperial”. Surge daí, a música “Viola de Queluz”, single lançado recentemente e que já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

                   Rodrigo Delage lançou, no ano de 2002, seu primeiro disco, o “Viola Caipira Instrumental”, que teve na capa e encartes, fotos e detalhes de uma Viola de Queluz fabricada por José de Souza Salgado nas primeiras décadas do Século XX. Neste disco, Delage grava e compõe a faixa “Entardecendo no Sertão” com a mencionada viola, sendo este dos primeiros registros em disco do som autêntico das afamadas Violas de Queluz. Aludido álbum foi premiado em 2003 como melhor disco no Prêmio Nacional de Excelência da Viola. Delage lançou posteriormente mais três discos, “Águas de uma Saudade” em 2008 (Melhor Disco – Prêmio Rozini de Viola 2013), “Imaginário Roseano” em 2008, com João Araújo e Geraldo Vianna e “Périplo – Viola Caipira” em 2014. Em todos os seus álbuns Delage utilizou registros visuais, com fotos nos encartes, e sonoros, com gravações de faixas utilizando antigas violas de Minas Gerais, seja a Viola de Queluz de José de Souza Salgado, sejam violas de fabricação do grande violeiro Zé Côco do Riachão.

                   Com arranjos e direção musical de Geraldo Viannao single “Viola de Queluz”, mostra-se uma homenagem e um registro primoroso do som das violas de Minas, em especial da “Viola Imperial” que novamente volta a nos mostrar seus antigos timbres que marcaram um tempo. A letra é uma poética narrativa da trajetória destas míticas violas, desde o moldar das madeiras em sua construção até seu incerto destino final, levadas pelas mãos dos romeiros, tropeiros e violeiros das Minas e dos Gerais. Junto dos timbres das violas explorados por Delage, a faixa conta com os lindos vocais do próprio Max Rosa, além de luxuosa participação especial do acordeom de Célio Balona, contando ainda com os músicos Leo Pires e Sérgio Rabello. Trata-se de uma definitiva contribuição para a história da viola, instrumento que se insere de forma determinante na cultura do povo mineiro, como registro valioso de, como faz menção a música, “um tempo que não volta mais, nosso eterno tesouro das Minas Gerais”.

OUÇA AQUI:






Ficha Técnica:
Single: Viola de Queluz (Max Rosa e Rodrigo Delage)
Distribuição: Tratore
Direção Musical: Geraldo Vianna
Gravação e Mixagem: Estúdio Bemol / novembro de 2019
Vocais: Max Rosa
Violas e Vocais: Rodrigo Delage
Acordeom: Célio Balona
Bateria: Leo Pires
Baixo: Sérgio Rabello
Masterização: Estúdio Engenho / dezembro de 2019