17 de mar de 2019

LETRA & MÚSICA: Sérgio Moreira recebe Tadeu Martins e Paulinho Pedra Azul



O cantor e compositor Sérgio Moreira  realiza no dia 28 de março, quinta-feira, às 20h30, no Casarão do Maria das Tranças Savassi (Rua Professor Moraes, 158), a primeira edição do projeto Letra & Música.

No evento, que terá edições mensais, Sérgio Moreira recebe o produtor musical, escritor, contador de causos e apresentador de eventos, Tadeu Martins e o cantor, poeta e artista plástico e compositor, Paulinho Pedra Azul, para a estreia de seu bate-papo musical.  Reservas: 31 32614802.

LETRA & MÚSICA
“Num momento em que toda sociedade busca caminhos em todos os setores, a classe artística também procura seus caminhos. A criatividade é a poção mágica do processo, pessoas que produzem ARTE têm compromisso cultural.
A ideia desse evento vem da necessidade de dialogar ao vivo sobre o criar em todos os sentidos. Sabemos que criar música, letra e melodia, poesia, sempre tem uma história e é nesse sentido que vamos nos encontrar mensalmente com artistas que fazem essa história, que trazem conteúdo, que nos tornam mais sensíveis diante do mundo em que vivemos.
Neste primeiro evento convidei dois artistas que traduzem tudo o que eu disse acima, Paulinho Pedra azul e Tadeu Martins, ambos iniciaram suas carreiras no Vale do Jequitinhonha ainda garotos e foram para cidade grande difundir sua arte para as pessoas. É com grande satisfação que recebo esses artistas.”
Sérgio Moreira

HOMENAGEM
Cultura, criatividade, arte, interatividade, diversão. Letra & Música surge da multivisão artística de Sérgio Moreira,  com o nome inspirado em uma empresa e seus fundadores, Olívio Araújo e Tadeu Martins, cujas produções aqueceram a cena cultural de Belo Horizonte e do interior mineiro, em meados da década de 80 e que, Moreira decidiu homenagear, agora.
Olívio Araújo integrava a diretoria do Centro de Extensão da PUC Minas. Seu empenho trouxe à universidade, nomes importantes da música brasileira como Cartola, Ednardo, Sérgio Ricardo e outros tantos.  Ali, estes artistas  cantavam e conversavam sobre suas carreiras.
Tadeu Martins é escritor, poeta, agitador cultural e um dos fundadores dos movimentos culturais importantes no vale do Jequitinhonha como o Festivale.

Letra e Música chega gerando um intercâmbio de idéias e ferramentas culturais e valorizando artistas e a cultura brasileira nas mais diversas expressões da arte. Nas próximas edições, se revezam como convidados de Moreira: músicos, atores, escritores, diretores artísticos, nomes das artes visuais  e da dança,  num time seleto  de expoentes, cuja história profissional e pessoal  e substância intelectual têm muito a nos trazer. Tudo isso, recheado pela música do anfitrião e, claro, arte de seus convidados.




15 de mar de 2019

JOGO DO SILÊNCIO: Edinho Santa Cruz em BH!





Após o imenso sucesso em São Paulo, Curitiba, Ribeirão Preto e no Rio de Janeiro, o músico Edinho Santa Cruz, artista notável da história das trilhas e temas da TV Brasileira aos palcos internacionais, chega em BH, com o espetáculo “Jogo do Silêncio”, projeto autoral, também em DVD, que celebra seus 54 anos de carreira.

No evento, que acontece no dia 5 de abril, sexta-feira, às 20h30, no Teatro do Centro Cultural do Minas Tênis Clube (Rua da Bahia, 2244 – Lourdes), Edinho Santa Cruz se apresenta ao lado da ESC Symphony Orchestra e convidados, sob a regência do grande maestro Leandro Cardoso.

Mineiro da cidade de Passos, Edinho Santa Cruz ganhou o mundo, com uma história respeitável, a ser contada a partir dos seus 10 anos de idade, quando iniciou sua carreira musical.  Da história na televisão brasileira, que começa em programas como Lolita e Airton Rodrigues passando ao Fantástico, Globo de Ouro, Chacrinha, Hebe Camargo, Raul Gil,  Flávio Cavalcanti, Perdidos na Noite e inclui o Domingão do Faustão– no qual foi diretor musical, tocando ao vivo e à frente de sua banda; da produção de discos, jingles, shows e eventos, conquistando grandes clientes como Unibanco, Nestlé, Claro, Bradesco, Editora Escala, Jornal O Globo, O Diário de São Paulo, Nokia, entre outros; da discografia própria aos temas de novela (alguns desses sob pseudônimo de Eddy Benedict), da projeção da carreira internacional, reconhecida em shows, discos e paradas de sucesso, em vários países, à repercussão de suas versões de Bee Gees e outras tantas experiências. Uma consistência profissional viva que tem muito a dizer. Agora, “Jogo do Silêncio” traduz essa história em nova expressão de arte.

O momento é festivo e inusitado: “Jogo do Silêncio” é um projeto autoral de Edinho Santa Cruz, que, aos 54 anos de carreira, realiza um sonho e apresenta pela primeira vez, algumas de suas composições instrumentais. Músicas inspiradas em sua própria história de vida e em grandes mestres da nossa música, como Villa-Lobos, Zequinha de Abreu, Dilermando Reis, Pixinguinha, Luiz Bonfá e Tom Jobim. Além de ressaltar seu lado compositor, o músico revela a mistura do popular com o erudito, passando por diferentes estilos, desde valsa, moda de viola, bossa-nova até o samba. São 12 músicas autorais arranjadas pelos conceituados maestros Jether Garotti Junior, Roberto Sion, León Halegua, Tiago Costa, Fábio Prado, Paulo Serino da Cruz, além de Concerto Para Uma Voz, com arranjo de Alexey Kurkdjian. O DVD “Jogo do Silêncio” foi gravado, ao vivo, no Teatro Alfa, em São Paulo, com a participação da Orquestra Sinfônica Heliópolis, do Instituto Baccarelli, e convidados.

O evento do dia 5 acontece com o incentivo do Ministério da Cidadania e Patrocínio do Bradesco.Os ingressos já estão à venda na bilheteria do Teatro, além dos pontos e site Eventim: https://bit.ly/2ErHI6m



EDINHO SANTA CRUZ

Edinho Santa Cruz tem muita história para contar. Em 1962, com apenas dez anos de idade, o músico, cantor e compositor iniciou sua carreira artística na cidade de Passos (MG), sua terra natal, onde formou o grupo “Edinho e seus Brasinhas”. Sua primeira performance foi em Franca e, logo em seguida, Ribeirão Preto e na Festa do Peão de Boiadeiro, em Barretos.

Em 1973, como resultado do sucesso que vinha alcançando, participou do programa de calouros Brincando com os Galãs, da TV Tupi, e foi surpreendido ao ser convidado para se apresentar no Almoço com as Estrelas, de Airton e Lolita Rodrigues. A repercussão foi imediata e o casal o convidou para uma participação especial em um dos programas de maior expressão da época, o Clube dos Artistas. Foi quando Airton Rodrigues sugeriu: “O grupo deveria se chamar Edinho Show, pois é realmente um show”.Daí surgiu a oportunidade de gravar o primeiro LP pelo selo Black Horse.

A grande projeção aconteceu em 1978, no Fantástico, programa da Rede Globo. Em uma superprodução dirigida por Roberto Talma, apresentou vários hits, com destaque para as músicas “Stayin’ Alive” e “More Than a Woman” (temas do filme “Os Embalos de Sábado à Noite”), do grupo Bee Gees.Essa participação deu origem a uma série de convites para os principais programas de televisão, como Globo de Ouro, Chacrinha, Hebe Camargo, Raul Gil, Flávio Cavalcanti, Perdidos na Noite, entre outros. Nessa época, lançou o compacto duplo “Pelos Caminhos da Vida”, diretamente de Nova York para o Fantástico.Logo veio o segundo LP “Sonhos”, pela RCA, que teve a música “Quantas São” como tema da novela “Ciranda de Pedra”, da Rede Globo.

As apresentações no exterior já tinham se tornado uma constante e, durante uma das turnês que fazia pela Califórnia, gravou em Los Angeles o LP “Flor Incendiária”, contando com a participação de Denny Serafine (baterista do grupo Chicago), dos arranjadores Larry Willians, Ronnie Foster, Sérgio Sá, e do músico e produtor Laudir de Oliveira (ex-percussionista de Sérgio Mendes e do grupo Chicago). Esse álbum foi lançado pela Barclay e resultou em mais três temas de novelas globais: “Mais uma Chance” (Champagne), “Doce Pecado” (A Gata Comeu) e “Levantar o Astral”, música de sua autoria, tema de abertura de “Amor com Amor se Paga”.

Em 1985, Edinho Santa Cruz foi convidado por César Camargo Mariano, responsável pelo Festival dos Festivais, para arranjar e interpretar, junto aos compositores baianos Roberto Mendes e Jorge Portugal, a música “Caribe, Calibre, Amor” que, sendo uma das finalistas, foi lançada pela gravadora Som Livre no LP que levou o nome do festival.

Com o pseudônimo de Eddy Benedict, compôs e interpretou as músicas “So Long” (tema da novela Bebê a Bordo), “Nunca é Tarde pra Sonhar” (Que Rei Sou Eu?), “My Brother, My Friend” (Barriga de Aluguel) e “Shinning Moon” (O Mapa da Mina).Para a exibição das novelas “Explode Coração” e “O Rei do Gado”, no exterior, compôs em espanhol “Gitana” e “Para Ti”.

Em 1991, abriu a empresa EB Produções, destinada à produção de discos, jingles, shows e eventos, conquistando grandes clientes como Unibanco, Nestlé, Claro, Bradesco, Editora Escala, Jornal O Globo, O Diário de São Paulo, Nokia, entre outros.
O musical “Brazilian Latin Extravaganza” foi uma de suas maiores produções, no qual mostrou a música brasileira nas cidades de Nova York e Miami, em comemoração aos 500 anos do descobrimento do Brasil. Um dos temas do musical foi “Delight”, uma bossa nova composta por ele, que faz parte do álbum “Paradise“, retratando as belezas do país.

Um dos momentos mais marcantes de sua carreira foi a composição de “Song For Freddie”, um tributo a Freddie Mercury, vocalista do grupo Queen. Após apresentá-la a Jim Beach (manager do grupo), recebeu o convite para visitar o Mountain Studios, na Suíça, e assistir ao Festival de Jazz de Montreux como convidado especial.
A música “Song for Freddie” surgiu através de um sonho no dia 24 de novembro de 1992, exatamente um ano após a morte de Freddie Mercury. Foi composta em parceria com Louis Van Dick e gravada no dia 6 de janeiro de 1993, no Rio de Janeiro, com a participação de seus amigos do Roupa Nova, com arranjos e produção de Ricardo Feghali.

Sua experiência de tocar ao vivo, seu profissionalismo e a interatividade com o público, resultou no convite, em 2001, de Fausto Silva e Lucimara Parisi, diretora do Domingão do Faustãona época, para fazer parte do programa à frente de sua banda, como diretor musical, onde permaneceu até janeiro de 2005.

Em 2004, lançou o CD “Você e eu”, com versões em português dos grandes sucessos de Bee Gees. O álbum ganhou grande repercussão na América Latina, e a música “Você e Eu” esteve entre as mais tocadas por 6 meses consecutivos, chegando ao primeiro lugar na Costa Rica.

Em 2006, lançou o CD “Tributo aos Bee Gees“, com a inclusão da música “Last Forever”, que compôs, em parceria com Gisele Abramoff, em homenagem a Maurice Gibb, falecido em 2003.

Em 2008, lançou o CD e DVD “Na Estrada do Rock in Concert“, gravado, ao vivo, com grande orquestra, e com a participação especial dos grandes músicos e parceiros Glenio Salerno (bateria, percussão e vocal), Sandro de Lunna (baixo, violão e vocal) e seu irmão Cilinho (teclados e vocal).

Atualmente, Edinho Santa Cruz está em turnê de lançamento do seu novo trabalho autoral, “Jogo do Silêncio”.

9 de mar de 2019

O mestre dos mestres do violão: José Lucena Vaz celebra 75 anos de vida


foto: Beto Eterovick


Com entrada franca, no dia 19 de março, terça-feira, às 19h30, uma noite muito especial acontece Conservatório da UFMG (Av. Afonso Pena, 1534, Centro – BH - MG). Trata-se de um recital de violão em homenagem a José Lucena Vaz que, celebra 75 anos de vida, um dia após o evento.

Um mestre!
É assim que, todos os seus alunos de violão e muitos nomes dessa arte musical o denominam.
José Lucena é uma importante personalidade do cenário violonístico no estado de Minas Gerais e no Brasil.
Lucena introduziu o primeiro curso de violão em uma universidade pública nacional: de Bacharelado em Violão, na Universidade Federal de Minas Gerais, em 1976.
O respeitável professor atuou na formação de inúmeros músicos de prestígio e de reconhecimento internacional, fortalecendo sua importância valiosa para a nossa música. Entre os alunos: Fernando Araújo, Celso Faria, Eduardo Barretto, Teodomiro Goulart, Gilvan de Oliveira, Cláudio Beato, Rogério Bianchi, Cecília Barreto, Rodrigo Duarte, Máximo Soalheiro, Eduardo Campolina, Charles Roussin, André Guerra, Geraldo Vianna, Celso Moreira, Weber Lopes e Silvio Carlos (Belo Horizonte), Flávia Domingues Alves (Porto Alegre), Maria Haro (Rio de Janeiro), Marcelo Kayath (São Paulo), Aliéksey Vianna (Suíça) e Lindolfo Bicalho (França).

No dia 19, alguns de seus ex-alunos, representantes de várias gerações e estilos, vão se apresentar como forma de agraciar o mestre. Entre os artistas convidados, contam músicos de vasta experiência e relevância como: Fernando Araújo, Juarez Moreira, Gilvan de Oliveira, Carlos Walter, Celso Faria, Weber Lopes e Eduardo Barretto. O evento, que já está se delineando como uma super confraternização no âmbito musical é parada obrigatória para os amantes do instrumento mais popular do Brasil.

JOSÉ LUCENA VAZ

Mineiro da cidade de João Pinheiro, José Lucena Vaz nasceu em 1944 e iniciou seus estudos musicais em 1953, com apenas 9 anos de idade. A partir dos 14 anos passou a se dedicar exclusivamente ao violão.
Em 1967, obteve seu primeiro diploma neste instrumento pelo Instituto São Rafael (BH/MG), tendo como mestre Walter de Carvalho Alves.
Na década de 70, buscou aperfeiçoamento em vários cursos, entre os quais podemos citar: Festival de Inverno de Ouro Preto; Seminário Internacional de Violão de Porto Alegre; Seminário Internacional de guitarra de Montevidéu, tendo neste período absorvido importantes conhecimentos de renomados mestres, entre eles Abel Carlevaro.
Em 1973, ingressou no Curso de Composição e Regência da Escola de Música da UFMG, onde lecionou a disciplina de violão até 1997.
Vale destacar, entre as muitas premiações que obteve: o 1º lugar no III Concurso Internacional de Violão de Porto Alegre (1971), obtendo ainda a “Medalha de Ouro” no Seminário Internacional de Guitarra de Montevidéu (1975). Em 1986, recebeu convite para dirigir um seminário de técnicas violonísticas na Suíça.
Em 1990, realizou, a convite da “Brasilien Initiative Freiburg E.V.”, uma turnê pela Alemanha, onde também proferiu palestras e “Master Classes”. Em 1997, foi homenageado pela UFMG com o “Concurso Nacional de Violão José Lucena Vaz” por ter inserido o primeiro curso de violão de Brasil em uma Universidade Federal.
Em 2001, realizou uma tournée pela Itália muito prestigiada pela mídia e pelo público.
Em 2005, teve participação ativa como instrumentista a convite da UFMG - Festival de Inverno em Diamantina; Da Nova Acrópole de Belo Horizonte – Semana dos Pais, e da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, para o encerramento do Fórum Nacional de Secretários e Dirigente de Cultura, em Cuiabá – MT.
Atualmente divide suas atividades realizando recitais e ministrando cursos de pequena duração. No empenho dessas atividades, imprime sua marca pessoal: fundamenta seu trabalho no estudo de aspectos da cinesiologia humana aplicáveis à técnica de execução violonística.

DEPOIMENTOS
“O Professor José Lucena é daquelas pessoas raras que entram na nossa vida para norteá-la e determinar o nosso destino. Tenho orgulho de tê-lo como único Professor de Violão.Aprendi muito e devo-lhe a corajosa indicação para lecionar na Fundação de Educação Artística quando ainda estava nos cueiros do violão.”
Teodomiro Goulart (violonista, compositor, inventor dos Violões Fractais (adquiridos pelo Museu Antonio de Torres (Espanha), autor do inovador Método Violar – adotado em 17 países, professor de Violão na Fundação de Educação Artística)

“O Professor Lucena deu uma contribuição imensa para o ensino do Violão em Belo Horizonte e Minas Gerais. Inclusive, foi quem lutou para a criação cadeira de violão na UFMG. Sou autodidata... Nunca tive aulas regulares de música.(estudei Engenharia Civil na UFMG). Aprendi violão "tirando músicas de ouvido". Mas, conheci o Lucena e as nossas conversas e encontros no Conservatório, no início dos anos 70, foram muito importantes. Ele me chamou a atenção para a técnica e me deu muitos toques e conselhos fundamentais. Muito obrigado Lucena..Você merece todas as homenagens!”
Juarez Moreira (violonista, um dos idealizadores e coordenadores do Festival Internacional de Violão)

“Mais do que um grande professor, considero Lucena um mestre. Alguém que, além de possuir profundo conhecimento de sua matéria – a música e o violão –, tem uma fantástica e, eu diria mesmo, misteriosa capacidade de despertar no aluno uma transformadora paixão pela arte.”
Fernando Araújo (violonista, professor do instrumento na Escola de Música da UFMG, um dos idealizadores e coordenadores do Festival Internacional de Violão)

“Independentemente de nossa grande amizade, Lucena foi um mestre especial em minha vida. Tive relativamente poucas aulas com ele, pois no Curso de Formação Musical eu fui da turma da Rachel. Mas, naquela época (anos 80 e 90), sua presença era ubíqua na comunidade do violão clássico em Minas, influenciando a todos: nas aulas de outros professores, nos concertos de colegas, nas discussões sobre técnica, repertório e interpretação etc. Aquela audição cirúrgica, a musicalidade refinada e a personalidade ao mesmo tempo crítica, instigante, generosa e bem humorada que o definem bem como professor, foram referências fundamentais na formação de toda minha geração, bem como de várias outras, anteriores e posteriores. Tal influência seguirá por muito tempo entre nós, como resultado justo e natural de todo amor e dedicação com que o Lucena conduziu sua carreira.”
Aliéksey Vianna (violonista, um dos idealizadores e coordenadores do Festival Internacional de Violão)

“Como contar nestas poucas palavras a importância e significância do Mestre José Lucena Vaz na minha vida? Impossível... Peço o auxílio luxuoso e licença ao poeta para dizer: No meio do meu caminho havia um diamante, e os diamantes brilham e duram para sempre! Milvezesmente obrigado Mestre Lucena, graças à Música que nos uniu!”
Gilvan de Oliveira (violonista)

"A história do Lucena se confunde com a história do violão em Minas Gerais e no Brasil. Sua determinação, dedicação e amor à música foram responsáveis pela presença de inúmeros grandes violonistas, atuantes, espalhados por todo o mundo. Ele foi capaz de olhar para o presente, perceber a realidade do passado e imaginar o que poderia ser o futuro. Por tudo isso serei sempre grato ao mestre. Que tenha vida longa."
Geraldo Vianna (violonista)

“O Lucena é um mestre incomum. Questiona, provoca, abre possibilidades. O mais importante para ele é a alma de quem toca, a intenção. Durante nossa convivência, eu tive a felicidade de viver tudo isso intensa e profundamente. Saí diferente, os horizontes se ampliaram e eu só tenho a agradecer. Por isso ele é tão importante para nossa música. Ele nos mostra que o que vem primeiro é a personalidade, a originalidade. E que, para chegar a esse nível, é preciso aprender a escutar sua própria voz. Esse foi meu grande aprendizado. O verdadeiro mestre não impõe, escuta! Esse é o mestre Lucena.”
Weber Lopes (violonista)

"Conheci o José Lucena Vaz em meados da década de 1970 nos Seminários de Violão do Liceu Musical Palestrina. Aquela foi uma experiência inesquecível para mim porque às aulas do Lucena eram incríveis. Ele tinha muito carisma, incentivava seus alunos, tinha sensibilidade em saber lidar com as dificuldades e características de cada um. Aquela experiência foi muito marcante e decisiva para que eu optasse por seguir na minha carreira no violão."
Flávia Domingues Alves (violonista, professora de violão da UFRGS)

7 de mar de 2019

CIRQUE DU SOLEIL - ABERTA TEMPORADA BH




O Cirque du Soleil volta ao Brasil em 2019 com o espetáculo OVO, dirigido por Deborah Colker, depois de passar pela América do Norte e Europa, nos últimos dois anos. Em curta temporada pelo país, o show irá passar por Belo Horizonte, de 07 a 17 de março, no Ginásio Mineirinho; Rio de Janeiro de 21 a 31 de março, na Jeunesse Arena; Brasília de 05 a 13 de abril, no Ginásio Nilson Nelson; São Paulo de 19 de abril a 12 de maio, no Ginásio do Ibirapuera.

Após emocionar mais de 5 milhões de pessoas por todo o mundo, desde que estreou em Montreal em 2009 como um show de tenda, OVO embarcou em uma nova jornada. Realizando a mesma produção cativante, apresentada de forma inédita no país em arenas, o espetáculo dá a oportunidade para que pessoas de diversas capitais possam assistir a um espetáculo do Cirque du Soleil.

A produção é amplamente inspirada na cultura brasileira, repleta de cores e com uma trilha musical bastante rica, passeando por ritmos típicos como a bossa nova, samba, xaxado, funk, entre outros. Tudo, claro, com muita percussão.

OVO é apresentado no Brasil pelo Bradesco, conta com o patrocínio de Café L’OR e é realizado pela IMM Esporte e Entretenimento.



SOBRE O ESPETÁCULO OVO

Quando um ovo misterioso aparece em seu habitat, os insetos ficam maravilhados e intensamente curiosos sobre esse objeto icônico que representa o enigma e os ciclos de suas vidas. É amor à primeira vista quando um inseto desajeitado e peculiar chega nessa comunidade movimentada e se depara com uma joaninha fabulosa.

OVO é um mergulho em um ecossistema colorido e repleto de vida, onde os insetos trabalham, comem, rastejam, flutuam, brincam, brigam e buscam pelo amor em uma farra sem fim, cheia de energia e movimento. O universo dos insetos é um mundo de biodiversidade e beleza, cheio de ruídos e momentos de emoção silenciosa. O elenco de OVO é composto por 50 artistas de 14 países, incluindo quatro brasileiros, especializados em diversas acrobacias.

OVO transborda de contrastes. O mundo oculto e secreto aos nossos pés é revelado de maneira tenra e tórrida, barulhenta e silenciosa, pacífica e caótica. E quando o sol nasce em um novo e belo dia, o ciclo vibrante da vida dos insetos recomeça.

OVO é um símbolo atemporal do ciclo da vida e nascimento de numerosos insetos que sustentam a trama subjacente do show. Em sua criação gráfica, o logotipo com o nome do espetáculo remete à figura de um inseto: As duas letras “O” representam os olhos, enquanto da letra “V” saem duas pequenas antenas.

O Time Criativo por trás do mundo de OVO é: Guy Laliberté e Gilles Ste-Croix (Guias Artísticos); Deborah Colker, primeira diretora mulher no Cirque du Soleil (Autora, Diretora e Coreógrafa); Chantal Tremblay (Diretora de Criação); Gringo Cardia (Designer de cenário e adereços); Liz Vandal (Figurinista); Berna Ceppas (Compositor e Diretor Musical); Éric Champoux (Designer de Iluminação); Jonathan Dean (Designer de Som) e, pela primeira vez no Cirque du Soleil: Fred Gérard (Rigging e Designer de Equipamento Acrobático); Philippe Aubertin (Designer de Performance Acrobática); e Julie Bégin (Designer de Maquiagem).


NÚMEROS DO ESPETÁCULO

Ants
Os insetos mais trabalhadores da comunidade são as formigas vermelhas brilhantes. Assim que acordam, passam a jornada recolhendo alimento. No cardápio de hoje, kiwis e milho. Mas nem tudo é trabalho; elas também se divertem. Deitadas de costas, usam os pés para equilibrar a própria comida ou até mesmo outras formigas, em uma demonstração impressionante de malabarismo de precisão.

Orvalho
Sobre caules esguios e gavinhas retorcidas de uma planta elegante, uma libélula executa um gracioso número de parada de mão, transferindo o peso de uma mão para a outra enquanto se mantém equilibrada no topo da folhagem, de ponta-cabeça. A tarefa exige controle e força extraordinários.

Diabolôs
Manuseando em alta velocidade e com extrema segurança um jogo de diabolôs (espécie de ioiô gigante que desliza sobre um fio preso a varetas), um vaga-lume arremessa um, dois, três e, finalmente, quatro carretéis no ar e os enlaça de volta em perfeita coordenação, num malabarismo aparentemente impossível.

Creatura
Parte slinky (brinquedo semelhante a uma mola) e parte inseto, a Creatura dita o seu próprio ritmo: é um nó flexível e sinuoso, de membros alongados em constante movimento.

Web
Uma das aranhas engraçadas do show revela o seu lado sensual quando atrai a atenção de um grupo de grilos ao entrelaçar o corpo sobre, sob e através dos fios de sua teia. Logo, junta-se a ela uma deslumbrante aranha contorcionista, que exibe o seu próprio feitiço sensual com um número de tirar o fôlego.

Acro trio
Combinando elementos de dança, acrobacia, atletismo e pura agilidade, três pulgas amarelas e vermelhas voam pelo ar e se juntam em formações esculturais graciosas e perfeitamente equilibradas.

Slackwire
Em uma performance de difícil execução, uma aranha desafia a gravidade e a física em uma sucessão de feitos aparentemente impossíveis de força e equilíbrio ao atravessar um arame bambo. Em certo momento, seu corpo se inclina a um ângulo de 45 graus em relação ao solo, que está cinco metros abaixo. O número culmina com o artista andando de monociclo de ponta-cabeça. O arame se move constantemente para cima e para baixo, aumentando o seu grau de dificuldade.

Wall
Marca registrada da diretora Deborah Colker, este número apresenta uma dúzia de artistas correndo, pulando e cruzando - de um lado para o outro e de baixo para cima - uma parede vertical sem o apoio de cordas de segurança. Colchões de ar e trampolins ajudam na aceleração, velocidade e impulso para voar. A capacidade atlética, a força física e a coordenação do time cuidam do resto.

Cocoon
Combinando agilidade e graça, esta futura borboleta exibe sua metamorfose teatral em um número de contorção solo em tecido aéreo.

Scarabs
Em um número aéreo espetacular, um grupo de escaravelhos se lança entre banquilhas (plataformas) localizadas nas bordas e no centro do palco, em voos de seis metros de distância.

Butterflies
Misturando mão-a-mão, balé e contorção aérea em um impressionante número no ar, este par de Borboletas executa um pas-de-deux em correias aéreas que lhes permite rodopiar e aterrissar, saltar e voar em perfeita harmonia.

PERSONAGENS

The Ladybug
A Ladybug (Joaninha) é grande e forte (embora não perceba) e cheia de vida. Ao contrário de todos os outros insetos da comunidade, ela não faz parte de uma família. Ela é sozinha e solitária e está secretamente esperando que algo maravilhoso aconteça em sua vida - algo como o amor. Quando The Foreigner chega carregando um estranho ovo, ela fica animada com a possibilidade de que a sua vida - e a de todos os outros – esteja prestes a mudar.

The Foreigner
The Foreigner (O Estrangeiro) é uma mosca em constante movimento, com muita vitalidade, carente de atenção, cheio de bravatas e de uma confiança equivocada - algumas vezes é simplesmente maluco. A aranha sexy vê sua chance de conquistá-lo se esvair quando ele se depara com a Ladybug pela primeira vez. É amor à primeira vista!

Master Flipo
Master Flipo é o chefe da comunidade de insetos, talvez por ser o mais velho. Ele é inteligente e sábio - mas excêntrico e bastante bobinho algumas vezes. Toda a comunidade o respeita e gosta dele, mesmo sabendo que ele pode ser um pouco idiota.

FIGURINOS

Cumplicidade com o mundo dos insetos
Liz Vandal, a figurinista do OVO, tem uma afinidade especial com o mundo dos insetos. "Eu sempre tive paixão por eles", diz ela. “Quando eu era apenas uma criança, colocava pedras ao redor do quintal, perto das árvores frutíferas, e as levantava regularmente para observar os insetos que haviam se instalado sob elas. Eu costumava acariciar lagartas e deixar as borboletas entrarem na minha casa. Quando descobri que OVO seria inspirado em insetos, imediatamente soube que estava na posição perfeita para prestar homenagem a esse mundo majestoso com os meus figurinos”.

O trabalho de Liz tem um estilo marcante inspirado por super-heróis futuristas e armaduras de todas as épocas. São estas duas fontes que impregnam a criação de seus figurinos em OVO. Formas elegantes e looks alongados por espartilhos são um aceno ao mundo dos super-heróis, enquanto a couraça segmentada de parte do figurino combina materiais rijos e macios, como as armaduras e as vestes dos cavaleiros da Renascença.

Evocação ao invés de imitação
O primeiro desafio de Liz foi imaginar uma maneira de recriar os insetos sem copiar sua anatomia real. “A solução foi conectar-se com a sensação de estar cara a cara com uma aranha, uma barata ou uma borboleta”, explica ela. “Então desenhei imagens detalhadas que interpretavam suas morfologias. Por exemplo, calças de renda cheias de veias evocam as asas da libélula, ao passo que o ferrão do mosquito é representado por um ‘moicano’ de finos caules vermelhos. A ideia da couraça também se tornou uma metáfora, uma vez que a palavra ‘inseto’ se refere a ‘seções’. Essa revelação consolidou minha abordagem ”.

Orgânico / Sintético
Liz contou com a vasta experiência e técnica da loja de figurinos do Cirque para poder executar o trabalho. “Juntos, desenvolvemos técnicas de plissagem de tecidos para criar músculos, volumes e invólucros tridimensionais”, ela explica.

O resultado é uma espécie de origami orgânico. O exemplo mais óbvio disso é o figurino dos grilos. A equipe também explorou as texturas de asas e arcabouços usando a técnica de sublimação para poetizá-los e dar a eles uma textura evocativa”.

Em um jogo de cores e padrões, Liz implementou variações em um tema, incorporando linhas finas nas formigas e grilos, e pregueou roupas transparentes abstratas para as libélulas. Ela também usou materiais duros para sugerir a armadura dos insetos e tecidos rendados para as asas e partes moles de seus corpos. Para permitir que certos personagens, como o mosquito, se movam, ela sobrepôs camadas de “cascas” que se abrem e fecham para revelar em seu interior um corpo macio.

Grilos - símbolos da colônia
Dez grilos formam o principal grupo de insetos do show. Às vezes, suas pernas se afastam dos corpos dando a impressão de que há uma invasão de insetos acontecendo. "Eu tenho uma queda especial por esses personagens", diz ela, "porque seus figurinos são sexy, gráficos e vibrantes".

The Foreigner, personagem que surge logo no início de OVO, é uma mosca em traje tradicional que só revela sua verdadeira natureza ao se apaixonar pela Ladybug. Após a transformação, ele usa um figurino colante de espinhos. Sua forma angulosa e esbelta contrasta com a silhueta arredondada da Ladybug.

Fontes de inspiração
Liz Vandal inspirou-se em várias fontes, incluindo alguns designers de moda, como Pierre Cardin - mestre das linhas gráficas e formas geométricas -, bem como nas mangas com fendas da época da Renascença.

Liz e sua equipe utilizaram a técnica de pregas permanentes desenvolvida pelo designer japonês Issey Miyake, que dá uma certa rigidez ao material e cria um efeito orgânico. "Nós avançamos ainda mais com a técnica", ela diz, "ao imprimir em materiais coloridos e aquecendo e corroendo o tecido, não apenas para enrijecê-lo, mas também para lhe dar um brilho metálico".

Alguns destaques
• A maioria dos personagens tem duas versões de figurinos: a primeira, mais leve e funcional, para a performance acrobática; e a segunda, mais pesada e rica em detalhes, para as cenas de vida na comunidade.

• Os figurinos iniciais dos grilos exigiram 75 horas de trabalho cada um, por conta da sua complexidade e da necessidade de lhes dar rigidez, mas sem reduzir a flexibilidade e a capacidade de expansão do material usado.

MÚSICA

Para criar a trilha musical de OVO, o carioca Berna Ceppas misturou bossa nova, samba e xaxado a funk e electromusic, entre muitos outros ritmos. E, como era de se esperar de um bom brasileiro, recorreu a muita percussão. Sampleou sons reais de insetos para inserir na música que compôs diretamente no teclado e, além disso, atribuiu instrumentos e temas individuais a personagens específicos do show.

A banda de sete integrantes que executa a trilha ao vivo inclui um bandleader / baterista, um baixista e contrabaixista, um percussionista, um violinista, uma instrumentista de sopro, um tecladista, um guitarrista e, ainda, uma cantora.

Ao contrário dos musicais, onde o elenco segue o ritmo da música, no Cirque du Soleil é a música que precisa se adaptar ao que acontece em cena. Para isso, o líder da banda, músicos, cantores e equipe de som comunicam-se ao longo de todo o espetáculo via fones de ouvido e microfones.

CENOGRAFIA

Criando um espaço orgânico e interpretando a natureza
O designer gaúcho (radicado no Rio de Janeiro) Gringo Cardia inspirou-se nas estruturas que certas espécies de insetos criam quando estabelecem ninhos e colônias.

Parceiros de longa data, Gringo trabalhou com Deborah Colker em muitos espetáculos de dança dirigidos por ela. A intimidade permite que nenhum dos dois exerça a sua função isoladamente: ambos estão acostumados a opinar na área do outro, numa troca intensa de ideias. Em OVO, ele contribuiu com conteúdo para o roteiro e ela trouxe ideias para o cenário.

O cenário geral de OVO estiliza um habitat onde os insetos vivem - às vezes uma floresta, em outras uma caverna, ou até mesmo uma casa. O objetivo de Gringo era criar um ambiente orgânico que pudesse se transformar em muitos outros lugares.

Os elementos de cena: objetos gigantes em um mundo minúsculo

O show começa com um ovo gigantesco sobre o palco, encobrindo grande parte da cena. Aquele misterioso objeto do mundo exterior é um inexplicável enigma aos olhos dos insetos (e uma clara referência ao monolito do filme de Stanley Kubrick, 2001, Uma Odisseia no Espaço). Símbolo atemporal de fertilidade e renovação, os ovos reaparecem de outras formas ao longo do show, como quando os insetos se reproduzem.

O maior elemento do cenário é a Parede, instalada ao fundo do palco. Os artistas a escalam, desaparecem através dela e a usam como palco, tablado e plataforma de lançamento.

O Cirque du Soleil trabalhou com a empresa 4U2C, do próprio grupo, para integrar as projeções de todo o show. O registro em vídeo da floresta – uma miniatura construída a partir de plantas reais sobre uma mesa de 7m de comprimento por 2m de largura - consumiu mais de 40 dias de filmagens. Uma equipe de 30 artistas esteve envolvida na produção do conteúdo. Apenas um minuto do show não utiliza imagens projetadas.

Arte imitando a vida
É quase impossível encontrar linhas retas no cenário. Fiel à inspiração orgânica do show, a parede é curva, assim como o palco. Mas há uma exceção: a teia da aranha. Teias de aranhas reais são feitas de linhas retas, então este é um caso onde a arte imita a vida, num aceno à geometria. Para tecê-la, foram usados fios sintéticos ultraresistentes.

Adereços gigantes que evocam a natureza
Uma enorme flor mecânica de quase 10 metros surge no palco. A flor desabrocha e se torna muito mais do que um suporte em grande escala: é um personagem do show. Parte escultura, parte fantoche, parte robô, é mostrada do ponto de vista dos insetos como um elemento imponente e inspirador de seu ambiente.

Mastros enormes erguem-se acima do mundo dos insetos representando caramanchões de flores. Os artistas os escalam e aparecem em vários níveis acima do palco. Grande ou pequeno, baixo ou alto, afinal é apenas uma questão de perspectiva.

Alguns fatos
• Foram fabricados palco e estrutura acrobática totalmente novos para a turnê de OVO em arenas. Uma boa parte do projeto original teve que ser adaptada por conta disso.

• A parede no fundo do palco mede 20m de largura por 9m de altura e faz as vezes de tela gigante para as projeções usadas durante todo o show.

• No seu processo de remontagem, ao sair da grande tenda para o formato de arena, o espetáculo ganhou novos números e a sua história original sofreu uma pequena adaptação.

• O ovo inflável mede 8,5m de largura por 6,7m de altura.

• A estrutura acrobática está a 14m do chão e pesa quase 10 toneladas.

• O piso do palco é formado por 225 painéis.



BELO HORIZONTE
Local: Ginásio Mineirinho
Endereço: Av. Antônio Abraão Caram, 1001 – Pampulha
Data: De 07 a 17 de março de 2019

Sessões e horários: - Terça a quinta-feira, às 21h
- Sexta-feira, às 17h* e 21h
- Sábado, às 17h e 21h
- Domingo, às 14h* e 18h* / às 16h e 20h
*apenas em datas específicas
Abertura do local: 1h30 antes do show
Capacidade: 5.918 lugares
Duração: 2 horas com 20 minutos de intervalo
Classificação: Livre. Menores de 12 anos de idade somente acompanhados dos pais ou responsáveis
legais. Sujeito à alteração por decisão Judicial.
Acesso para deficientes: Acesso e assentos destinados apenas para cadeirantes mais 01 acompanhante

SETOR 1/2 ENTRADA INTEIRA
SETOR 3 - AZUL R$ 130,00 R$ 260,00
SETOR 2 - VERDE R$ 160,00 R$ 320,00
SETOR 1 - AMARELO R$ 220,00 R$ 440,00
PREMIUM (*) R$ 275,00 R$ 550,00

(*) Neste setor, é possível contratar o serviço adicional Tapis Rouge by Bradesco por R$350,00, além do valor do ingresso (meia-entrada ou inteira), para um número limitado de assentos de acordo com disponibilidade no ato da compra. O serviço Tapis Rouge by Bradesco não está sujeito à meia-entrada.
SERVIÇO TAPIS ROUGE BY BRADESCO
Na compra do ingresso para o Setor Premium + um adicional de serviços, o espectador terá uma
experiência especial e diferenciada, reservada para aproximadamente 300 pessoas. O cliente assistirá ao
espetáculo de um lugar bem próximo ao palco. Além disso, irá usufruir de todos os benefícios citados
abaixo:
• Estacionamento;
• Serviço de coquetel com menu especialmente preparado pela chef Morena Leite (restaurante Capim
Santo) acompanhado de bebidas alcoólicas e não alcoólicas (servido uma hora antes do show e durante
o intervalo);
• Ambiente decorado;
• Equipe exclusiva para atendê-lo;
• Assentos privilegiados;
• Credencial de acesso exclusiva;
• Brinde exclusivo;
• Loja com produtos exclusivos Cirque du Soleil;
• WI-FI gratuito;
• Banheiros privativos.

INGRESSOS