10 de nov. de 2022

SHOW DE LANÇAMENTO DO ÁLBUM AUTORAL DE CADU DE ANDRADE


 "Há de surgir" 

Foto: Caros Hauck


 

Será no dia 12 de novembro, sábado, às 21h, o show de lançamento do álbum “Há de surgir”, do cantor e compositor e instrumentista, Cadu de Andrade, artista exclusive Show me! Warner Music.

O evento acontecerá no Teatro do Centro Cultural Unimed BH – Minas Tênis Clube (Rua da Bahia, 2244 – Lourdes – BH – MG).

 

Com 12 canções, arranjos de Cadu de Andrade e Murilo Barbosa, o disco foi gravado ao vivo,  no Bemol Studio (BH), por Ricardo Cheib, mixado por Cadu de Andrade e Ricardo Cheib e masterizado por Felipe Tichauer,  no estudio Redtraxxmastering (EUA). Criação e Capas singles e full album: Christiano Viana. Fotos Capa e divulgação: Carlos Hauck. Figurino: HM Paris.

 

No show, Cadu de Andrade se apresenta ao lado de Murilo Barbosa, ao piano.

Desenho de luz para o show: Nuno BeserraO repertório mescla músicas do novo disco à outras canções de valiosas interpretações do artista, algumas já gravadas por ele: a saber,  Breu, Foi mais, Ciranda, São João, Esse mar, Rua dos ventos, Calma e  Há de surgir (do novo álbum) e Te conheço, Carolina, Explode coração, Diga lá coração, Não tem tradução, Armadilhas do Pensamento, Close to you e um medley Guilherme Arantes, Cazuza, Djavan e Belchior).

 

Os ingressos já estão à venda na bilheteria do Teatro e pelo site Eventim: https://www.eventim.com.br/artist/caduandrade

 

Há de Surgir", o novo álbum de Cadu de Andrade


Cadu de Andrade é cantor, compositor e instrumentista e se tornou conhecido pela capacidade ampla de conversar com canções. De reler com a competência de um grande intérprete.

Assim o fez desde seu primeiro álbum “Holofotes” produzido por Ezequiel Neves disco que trouxe à luz importantes canções como a canção título do álbum de autoria de João Bosco/Antonio Cícero/Waly Salomão,  "Quem Diria" (versão de Nelson Motta para You’ve changed” de Carl Fisher e Bill Carey), o samba de Billy Blanco “A banca do distinto” e colocando novamente em rotação um autor que prematuramente saíra de cena e que Cadu abraçaria totalmente no seu segundo álbum - Gonzaguinha com a faixa “Explode Coração”. 

De canções de cinema à canções brasileiras de relevância poética e melódica Cadu de Andrade construiu uma forma verdadeira de falar ao público com projetos que acreditou e defendeu e que o levou passo a passo à turnês pelo Brasil, européias  trazendo quando havia  espaço, o compositor. 


Este espaço digamos secundário se deu exatamente pela competência vocal, afinação e timbre marcantes num país liderado por cantoras e cantautoras (ele já foi citado como “Maysa de calças”, “um Deus”, entre outras menções pela sua chegada numa cena liderada por mulheres no Brasil.



Como compositor se apresentou desde o primeiro álbum, mas assumiu a missão por completo ao apresentar 12 canções para o seu terceiro álbum totalmente autoral  “Não me acendo só”.


Cercado sempre de muitos convites para discos de samba, tributos, baseados no grande sucesso que foi cantar Luiz Gonzaga Junior em “Comportamento Geral”, Cadu se sentiu mais interessado na experiência de criar. 


E disse muito obrigado a muitos e outros muitos nãos,  para poder gestar, organizar seus cadernos e gravações motivado pelo seu autor e  pela grande experiência que foi ver duas músicas suas serem bem executadas em rádios de Portugal que o recebeu para uma tour de 80 shows onde teve uma experiência inusitada ao aceitar o pedido de Natalie Cole para melhorar seu fluxo de dicção e articulação para a execução de “Dindi” já que a manager era a mesma dos dois artistas o que proporcionou este grande encontro. 


Algo novo nascia dentro dele principalmente e que já era impossível retroceder. 
Que era começar a colocar sua própria obra ä frente e em primeiro lugar começando a ser mostrada fora do Brasil (lembrando que ele sua trajetória expressiva começou na Itália onde gravou um disco para aquele país) em projetos onde só se recebiam autores. 
E ele partiu para o mundo das residências artísticas, festivais e da não repetição do que já não servia. 


Como lhe fora dado por Maria Bethânia o título de “Cantor”, desvencilhar-se e com orgulho desta medalha não foi tarefa tão fácil. 


Dois discos autorais foram produzidos no período pré-pandemia e pandemia que levantou interesse da gravadora Warner em edita-los. 

“Há de Surgir” é o primeiro deles, gravado com piano de cauda e voz que está começando seu caminho oficialmente dia 12 de novembro, em Belo Horizonte no Teatro do Minas Tenis Clube.
Seu parceiro neste disco é Murilo Barbosa com quem Cadu assina 11 das 12 canções gravadas e que o acompanha ao piano.


O que vemos de Cadu nesta fase é um artista feliz. Livre. E que coloca um álbum colorido, musical comprometido apenas com a boa música, o que de Cadu de Andrade não se poderia esperar menos. Agora intérprete e autor andam juntos com alegria em show e álbum.


O intérprete por hora cede lugar ao autor em disco pela obra ser considerada relevante de ser editada por uma multinacional do disco que vê grande potencial de catálogo que Cadu de Andrade escreve e há muito o que apresentar deste mineiro eleito por Flávio Venturini o mais novo integrante do Clube da Esquina.

Ouça: https://Ink.to/hadesurgir

Siga: http://www.instagram.com/cadudeandrade

 SHOW DE LANÇAMENTO DO ÁLBUM “HÁ DE SURGIR”, DE CADU ANDRADE

12 de novembro, sábado, às 21h, no Teatro do Centro Cultural Unimed BH – Minas Tênis Clube (Rua da Bahia, 2244 – Lourdes – BH – MG).

Os ingressos já estão à venda na bilheteria do Teatro e pelo site Eventim: https://www.eventim.com.br/artist/caduandrade

Warner e Show me Produções/ Projeto Cultural E--Hub