17 de jun. de 2021

BH vai ter Starbucks

 Starbucks abrirá primeira loja em Minas Gerais

 

Marca levará a sua experiência única para Belo Horizonte no segundo semestre de 2021

 Como parte de seu plano contínuo expansão no Brasil, a SouthRock, operadora licenciada da Starbucks no país, anuncia abertura das primeiras lojas da marca na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais, no segundo semestre de 2021. Agora, mais clientes poderão desfrutar da calorosa e acolhedora Experiência Starbucks, enquanto degustam seu café arábica e as bebidas artesanais de alta qualidade.

 

"Estamos entusiasmados com os planos da Starbucks de abrir sua primeira loja em Minas Gerais, região de onde a empresa já compra café. É uma honra fazer parte da comunidade de Belo Horizonte e estamos ansiosos para oferecer um ambiente acolhedor para os nossos clientes se conectarem com amigos e familiares, enquanto tomam uma xícara de café", celebra Claudia Malaguerra, diretora geral da Starbucks no Brasil.

 

Com lojas confirmadas no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, e no Boulevard Shopping BH, além de avaliações de outros pontos da capital em andamento, os clientes poderão apreciar o café arábica de alta qualidade do Brasil e do mundo, as bebidas artesanais icônicas da Starbucks, preparadas pelos apaixonados partners (como são chamados os colaboradores) e itens exclusivos do cardápio brasileiro, como o Starbucks Frappuccino® de Brigadeiro e a Coxinha de Frango.

 

“Para nós, esse marco não significa apenas novas oportunidades de criar vínculos com a comunidade local e contribuir para a geração de empregos, mas também de continuar compartilhando nossa paixão pelo café com mais brasileiros”, finaliza Malaguerra.

 

Com a abertura das lojas neste ano, os clientes poderão também desfrutar da experiência digital da Starbucks, por meio do novo programa fidelidade Starbucks Rewards™, recentemente aprimorado com benefícios exclusivos aos membros.

 

Desde que a Starbucks chegou ao país, em 2006, com sua primeira loja em São Paulo, a empresa segue comprometida com os clientes brasileiros e, ao longo dos anos, abriu novas unidades no estado e também no Rio de Janeiro, Florianópolis (Santa Catarina) e Brasília (Distrito Federal). Em parceria com a SouthRock, a Starbucks continua ampliando sua presença no mercado e, além de Belo Horizonte, desembarcará em Porto Alegre (Rio Grande do Sul) e Curitiba (Paraná) no segundo semestre deste ano. Com a chegada da marca a essas três novas regiões, a Starbucks espera encerrar o ano comemorando sua presença em 7 mercados do país.

 

31 de mai. de 2021

QUE VENHAM AS FESTAS! NIQUINI - INVERNO 2021 CHEGOU!

foto:@solano_ph

DISCO LOVERS

Em meados de maio, o consultor de estilo Raffa Niquini, diretor criativo do Atelier Rafael Niquini, levou um grupo seleto de clientes e convidados ao Restaurante Topo do Mundo, na Torre panorâmica situada em Nova Lima, para apresentar sua coleção de Inverno 2021.

O petit comité, naturalmente, justificado por todos os cuidados com os presentes e seguindo os protocolos sanitários frente à pandemia, não deixou de fora, todo o seu público, já que o  desfile teve transmissão virtual, ao vivo.

O evento trouxe o glamour dos anos 70, embalado ao som do DJ Alejandro Garcia. Entre outras presenças, a frontline de “Disco Lovers”, contou com a a vip e musa Andressa Ferreira Miranda, esbanjou simpatia e carisma em seu preto, nada básico, do Atelier.

Niquini diferencia sua coleção ao apresentar uma roupa elegante e adequada à mulher brasileira, suas curvas e formas, seu estilo e, principalmente, coerência. As roupas têm a pegada do inverno do país, a sensibilidade do momento entre festas que, na pandemia, traz aquela vontade de vestir o belo e de ousar para retornar à mostra. 

Assim, Raffa segue sua proposta de cuidar do consumo consciente, propondo aluguel de vestidos, sem que essa visão roube o inusitado ou impeça a diversidade, a graça e o estilo. Originalidade e versatilidade ganharam a passarela. Cores quentes chegam em looks repaginados.  A ousadia surge no grey do pantone 2021, com todo o brilho que o feminino tem direito. Sim, teve lamê!  Entre longos e curtos, decotes, fendas e cinturas à mostra, entendem nosso fio, conferem o charme, sem deixarem-se perder na falta de estilo. Tecidos que valorizam as silhuetas em modelagens especiais. Rendas e bordados, handmade dão o toque. O geométrico surge, com desenhos estratégicos que devidamente montadas, geram simetrias e visual e remetem, também, ao olhar da década que inspirou Niquini.

Rafael Niquini faz moda para usar, com conforto, beleza, leveza. Para ousar, caso queira, com tudo isso e a mesma alta energia desse jovem profissional que há muito já disse a que veio. E faz sua história.

Márcia Francisco

saiba mais: Instagram @atelier_rafaelniquini @raffa_niquini 

27 de mai. de 2021

A ARTE E A MÚSICA PERDEM DIRCEU CHEIB



DIRCEU CHEIB (BH 07/01/1937 - BH 27/05/2021) O sepultamento será às 17h de hoje, dia 27, no Cemitério Parque Renascer. Restrito a familiares, devido aos protocolos pela pandemia. Deixa a esposa, Darcy Nahass Cheib, Ricardo e Lincoln. Deixa, a música em luto. Amizades inúmeras cultivadas, unidas, nessse momento em tristeza, mas, também, em oração e gratidão pelo privilégio da convivência e pelo legado irrevogável. DIRCEU CHEIB E BEMOL STUDIO Um dos pioneiros da gravação no Brasil, fundado em 1967, quando existiam apenas quatro estúdios fonográficos no País e, também, pioneiro em gravações profissionais em Belo Horizonte, o Studio Bemol, completa em 2020, 54 anos de uma história brilhante. Até agora, tinha à frente Dirceu Cheib, um de seus fundadores, testemunha ativa da história da música e respeitável engenheiro de som, o estúdio se tornou referência obrigatória no que diz respeito à história da produção fonográfica brasileira e, também, da música que vem de Minas. A sala é atestada por muitos dos grandes produtores - entre eles Marco Antônio Guimarães-Uakti, André Abujamra-Karnak e Dudu Marote - como uma das melhores salas acústicas do Brasil. Ao lado de Dirceu, até o último momento sempre fiel, o filho mais novo, o músico Ricardo Cheib, que também administra a Bemol, por onde passaram (e passam) inúmeros dos mais prestigiados artistas mineiros, reconhecidos em âmbito internacional, além de grandes nomes da música internacional e brasileira e onde gerações de artistas se conheceram. Mais de cinco décadas reúnem histórias muito especiais. Foi esse estúdio que registrou pela primeira vez, vários artistas mineiros, como o Uakti, Marcus Viana e Sagrado Coração da Terra, Esdra Ferreira–Neném, Fernanda Takai, entre muitos. Milton Nascimento, Gilvan de Oliveira, Wagner Tiso, Pacífico Mascarenhas, Toninho Horta – guitarrista contratado Bemol, no início da carreira, Clara Nunes, Fernando Brant, Ivan Lins, Dominguinhos, Danilo Caymmi, Nelson Angelo e Oswaldo Montenegro, Tavinho Moura, Juarez Moreira, Geraldo Vianna, Weber Lopes, Beto Lopes, Vander Lee, Antonio Villeroy, Belchior, Celso Adolfo, Skank, Karnak (André Abujanra), Saulo Laranjeira, Flávio Venturini, Nelson Gonçalves, Maurício Tizumba, Marina Machado, Regina Souza, Túlio Mourão, Tino Gomes, Sérgio Moreira, Sérgio Santos, Nivaldo Ornellas, Marco Antônio Araújo, Marku Ribas, Roberto Corrêa, Babaya, Fernando Araújo, André Dequech, Rufo Herrera, Selmma Carvalho, Ladston do Nascimento, Paula Santoro, Renato Motha e Patrícia Lobato, Tabajara Belo, Titane, Chico César, Antonieta Silva (Grupo Instrumental Marina Silva), Edição Brasileira, a escritora Adélia Prado, Mauro Rodrigues, Waldir Silva, Amaranto, Pato Fu, Geraldo Vianna, Beto Guedes, Lô Borges, Paulinho Pedra Azul, Célio Balona, Oswaldo Montenegro, Luís Caldas, Tadeu Franco e até o Presidente JK, estão entre os incontáveis nomes que passaram pelo Estúdio, que, também incluem artistas internacionais, tais como: Heikki Sarmanto (maestro finlandês), Scott Anderson (guitarrista de Chicago), Philipp Glass (produtor de estúdio). Importante registrar, também, que entre as trilhas de cinema gravadas no Bemol, estão: Lavoura arcaica (Marco Antonio Guimarães), Cabaré Mineiro (Tavinho Moura), A Dança dos Bonecos (Nivaldo Ornelas) e O Vestido (Túlio Mourão), O viajante (Tulio Mourão). Das trilhas para o Grupo Corpo: Bach (Marco Antonio Guimarães), 21 (Uakti), I ching (Uakti) e Maria Maria (Milton Nascimento) A história de mais de 50 anos do Bemol é construída sobre o pilar sólido de empreendimento responsável, experiência, competência, atitude e olhar atento à evolução dos tempos. O Studio Bemol foi o primeiro estúdio brasileiro a utilizar gravadores transistorizados, lançados na época da inauguração, mas, não parou por aí. Reconhecido entre os melhores do mundo, observou com critério a evolução, exercitando a aplicação das tecnologias do analógico ao digital, aperfeiçoando cada vez mais o uso do bom senso, ante os milagres das novas tecnologias. “Tecnologia não é tudo”, afirmava Dirceu. O Bemol possui hoje os mais avançados recursos digitais, mas, com a observação da qualidade em foco, vários dos processos e equipamentos utilizados nos trabalhos, são analógicos. Junto ao segredo do sucesso do Bemol, certamente estão os seres humanos que o administram. Os Cheib são a alma do estúdio e fazem a diferença. Funcionando em uma sala de gravação muito bem projetada acusticamente – uma das melhores salas acústicas do Brasil - a Bemol atua sob o comando de técnicos experientes e sensíveis. HISTÓRIA O fundador, Dirceu Cheib, era natural de Belo Horizonte/MG - na ocasião estudante de Direito, em parceria com o irmão, Afrânio Cheib e o amigo, o advogado Célio Luis Gonzaga resolveram montar uma gravadora. A idéia surgiu quando, em São Paulo, Célio Gonzaga conheceu o maestro Edmundo Peruzzi que os convenceu a iniciar o empreendimento. O incentivo veio a partir da constatação do sucesso que Peruzzi obteve, com a gravação do LP ‘Violinos no Samba’, pela RGE. Tratava-se de uma idéia inusitada que fez sucesso mundial: uma orquestra sinfônica, com uma cozinha de samba, tocando 12 sucessos da música erudita. Os três sócios – Dirceu, Afrânio e Célio criaram em BH o Selo MGL-Minas Gravações Ltda, que se tornaria o embrião do Bemol. Quando os trabalhos começaram, o Selo que, em seguida passou a chamar-se Palladium, criava coleções de discos e contratava vendedores para visitas domiciliares em todas as regiões do Brasil. “Havíamos comprado um quarteirão no município de Betim, para montarmos uma indústria de prensagem de discos. Com as dificuldades no período ditatorial, tivemos que vender tudo” , registrou Dirceu Cheib, ao contar a história nas bodas de ouro do Bemol. O Selo, então, deu lugar ao Estúdio. A produção dos discos era sempre oriunda de outros estados. A criação do Studio Bemol também facilitou a renovação dos títulos e gravações externas que oneravam os custos com deslocamento das equipes. Como selo, a empresa bancava o artista e todo o investimento na obra. Houve, de fato, forte crise no mercado, com a ditadura. No estúdio, na época das “vacas magras”, a salvação foi a publicidade e a produção de vts e jingles. Na década de 80, surgiram os artistas “independentes”, que gravavam e bancavam o próprio trabalho renovando as condições de atuação do Estúdio que explodiu em novas e inéditas produções. Da sociedade, também a partir da década de 80, com a saída dos dois sócios de Dirceu, os filhos: Ricardo Cheib (percussionista e engenheiro de som) e Lincoln Cheib (atual baterista da banda de Milton Nascimento) se integraram ao Bemol, hoje administrado por Dirceu e Ricardo. DIRCEU CHEIB O Bemol nasceu quando não havia literatura ou informação sobre as tecnologias para montar um estúdio de gravação. A pesquisa era difícil e o estúdio aconteceu com o empenho e persistência do fundador Dirceu Cheib e os sócios. Dirceu pode ser literalmente considerado um “engenheiro de som”, pois, iniciou seus trabalhos quando o profissional para lidar com áudio e gravações precisava conhecer, além de música, muito da eletrônica contida nos aparelhos. Durante os seis meses de montagem do estúdio e, principalmente, da mesa de gravação, Dirceu iniciou aulas de Eletrônica básica com Canazarro, engenheiro que veio para Minas Gerais, dirigir os trabalhos. O aperfeiçoamento aconteceu com muita experiência prática e, a partir de 1974, com viagens a Chicago, onde mora o Geraldo de Oliveira, músico, engenheiro de áudio e amigo de Cheib que sempre o acolheu e o encaminhou a excelentes estúdios. Gravando de orquestras a grupos de samba, passando por instrumental, MPB, pop, sertanejo ou heavy metal, trilhas para cinema, peças publicitárias, campanhas políticas, Dirceu ao longo dos anos acumulou uma vasta experiência nos mais variados tipos de trabalho dentro de um estúdio. Ao desempenhar funções de engenheiro de som, produtor ou técnico de manutenção, ele acompanhou os vários estilos musicais passando por seu estúdio, também viu concorrentes surgirem e desaparecerem da noite para o dia. Durante muitos anos o estúdio trabalhou no mercado mineiro quase que sem concorrentes, ao contrário de hoje, quando os estúdios se multiplicam diariamente. O diferencial do Bemol soma a sala de gravação bem projetada acusticamente à experiência dos técnicos e ao ambiente acolhedor, carismático e de confraternização que a história deste estúdio construiu. “Presenciei as válvulas se tornando “coisa do passado” para alguns e também, vi o surgimento dos solid-state e, recentemente, vi o retorno das válvulas à moda. Vi o digital engatinhando no inicio dos anos oitenta e seu crescimento. Meu trabalho tem como referência o bom senso. Embora utilize uma série de ferramentas digitais, vários processos e equipamentos empregados no Bemol são analógicos, por escolha.” (Dirceu Cheib) O ESTÚDIO Inaugurado em 1967, no Bairro Caiçara, o Studio Bemol se mudou para o Bairro de Lourdes, em 1981, ocupando uma casa alugada do músico Pacífico Mascarenhas, adaptando sua construção ao modelo do estúdio da Universal em Chicago e, em 1992, a equipe construiu a nova sede, instalada no Bairro Serra, seu atual endereço. A primeira console foi montada em BH, com os componentes importados; Pres valvulados Langevin,VCs Gotham e outros contemporâneos. O primeiro estúdio Bemol foi projetado pelo técnico de eletrônica, com experiência em gravação, Sérgio Lara Campos. Havia uma mesa com 12 entradas e 4 Bus, 2 gravadores Ampex transistorizados de Rolo ¼ de polegada, os primeiros do Brasil, na época, Stereos e excelentes microfones, incluindo 4 ELLA Telefunken. Toda a orquestra (ou banda) se reunia dentro do estúdio e tudo era gravado de uma vez, no primeiro Ampex o segundo gravador era usado para juntar voz e Banda. “Se alguém errasse....todo mundo tinha que tocar tudo novamente”, costumava contar, Dirceu Cheib. O atual Studio Bemol foi projetado pelo arquiteto, músico e professor universitário Dr. José Osvaldo Moreira. Em plena atividade, hoje, a Bemol conta com 84 metros quadrados de estúdios, mesas digitais e analógicas e atua atenta ao principal: a união da qualidade na apresentação final à fidelidade ao som original. UM DOS SONHOS DO DIRCEU ERA A PRODUÇÃO DE UM LIVRO, CONTANDO TODA A HISTORIA DO ESTUDIO BEMOL. (comunicação Bemol e informações adicionais: Márcia Francisco - 31 991659778) #fotoMarciaFrancisco

19 de jan. de 2021

A ARTE E A MEDICINA ESTÃO DE LUTO

 


Faleceu nesta terça-feira, dia 19 de janeiro, 01h30, no Hospital Felicio Rocho, em Belo Horizonte/MG, o otorrinolaringologista, Dr. Gabriel Rabelo Guimarães. 
Gabriel Rabelo, 70, foi vitima da COVID-19. Estava internado nos últimos dias, no CTI do referido hospital. Houve complicações relacionadas à arritmias e rins e na madrugada, Gabriel não resistiu. 

"O Gabriel foi um grande parceiro, não somente meu, mas, de muitos artistas, muitos professores de canto. Eu o conheci há décadas, através da Regina Lopes, na casinha do Santa Teresa, onde dávamos aula. Ele sempre muito cuidadoso, muito gentil, muito amigo. Uma pessoa muito importante para todos nós. Quando abri minha escola, Gabriel esteve conosco, pessoalmente, ensinando os professores sobre fisiologia da voz, junto com a fonoaudiologa Lúcia Luz, sempre trazendo as novidades para nós, fazendo com que a gente tivesse mais qualidade nas nossas aulas... Então, eu sou muito grata a ele, muito grata. Ele foi uma pessoa muito linda nas nossas vidas". (Babaya, professora de canto e preparadora vocal)

"Dr. Gabriel era carinhosamente reconhecido como o  'o otorrino da nossa arte'. E somou técnica à uma generosidade e humanidade incríveis.  Meu médico desde sempre e amigo do papai e da minha família há cinco décadas". No término da minha experiência com a Covid - onde me deu gigantesco apoio, orientações e assistência diária e pontual, mesmo à distância -, ele testou positivo. Estava em férias. Caminhou com os cuidados, otimista, sentindo a fraqueza mas, como ele disse  vivendo " bençãos a cada dia"...mas, voou, deixando órfãos e gratidão eternas de todos nós, pacientes, amigos. Perda imensa. O nosso anjo Gabriel, cujo nome significa "enviado de Deus", agora será recebido por ele para organizar os coros por lá.' (Márcia Francisco, jornalista e escritora)

"Perdemos não somente um homem da Ciência, que com sua sabedoria médica nos salvou em tantas dificuldades, mas, também, um ser humano com uma imensa sensibilidade, que compreendia profundamente a arte e suas singularidades e necessidades. Perdemos um componente precioso da ponte que liga a Arte à Ciência e não será fácil substituí-lo. (Ernani Maletta, diretor cênico e musical, professor do Curso de Graduação em Teatro da Escola de Belas Artes da UFMG)

"O Dr. Gabriel filmou pela primeira vez, por dentro, a minhas cordas vocais, cantando 'What a wonderful world, com a voz do Louis Armstrong. Ele chegou à conclusão, junto com a fonoaudióloga Lucia Luz, que eu consigo formar uma espécie de segunda corda vocal com meus músculos na garganta, por isso consigo fazer a voz. Há uma entrevista que registra tudo isso, foi ao ar em 2002 e o vídeo foi a vários congressos da área. São muitas histórias. É um momento de tristeza profunda" (Fernando Ângelo, cantor e humorista)

Durante décadas, além de chefiar a Clínica de Cabeça e Pescoço do Hospital Felicio Roxo, atendia em seu consultório, entre suas centenas de pacientes, inumeras personalidades, profissionais da voz e do jornalismo e muitos nomes da arte mineira e nacional, . Entre eles, Ivete Sangalo, Babaya, Milton Nascimento, Victor e Leo, Grupo Galpão, Mauricio Canguçu, Anthonio, Paula Santoro,  Paulinho Pedra Azul, Ernani Maletta, Celinha Braga, Emilio Victor, Regina Milagres,  Valéria Braga, Fernando Ângelo, Márcia Francisco, Christina Lima, Grupo Amaranto, para citar alguns.

Era um mestre que somava seu profissionalismo à uma personalidade generosa, elegante e afável. Órfã, agora, uma legião de amigos. 
Gabriel deixa três filhos Flávio, Érica e Bruno. 

Gabriel Rabelo Guimarães
Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (1975) , especialização em Cirurgia de Cabeça e Pescoço pela Benemerita Sociedade Portuguesa de Beneficência-SP (1977) , especialização em Otorrinolaringologia pela Benemerita Sociedade Portuguesa de Beneficência-SP (1979) , especialização em Oncologia Cirúrgica pela Fundação Antônio Prudente (1977) , aperfeicoamento em Head and Neck Surgical Oncology no M.D. Anderson Cancer Center da University of Texas Medical School at Houston, USA (1993) e aperfeiçoamento em Laser-surgery pela Georg-August-Universität Göttingen, Alemanha (1996) . Atualmente é membro Serviço de Otorrinolaringologia do Hospital Felício Rocho, médico Coordenador do Serviço de Cabeça e Pescoço do Hospital Felício Rocho e médico Otorrinolaringologista e Cirurgião de Cabeça e Pescoço do Hospital João XXIII, todos em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. Tem experiência na área de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço, com ênfase em Oncologia, Laringologia e Trauma.

(Informações coletadas do Lattes em 02/07/2020)

26 de out. de 2020

É CARUMBÉ!



Pensar no lazer como fonte efetiva de recarga de energias, até mesmo, para ampliar a produtividade, sob um olhar mais workaholic, é fundamental. Mas, com a pandemia, as opções de  descanso e diversão fora do lar, somaram-se às necessidade reais de cuidado e, até mesmo, ao medo. As escolhas precisam ser mais criteriosas e a autorresponsabilidade pesa seja por nós mesmos, familiares ou pelos outros.

Confesso que sair de casa, para mim, ainda não é tarefa fácil, de liberdade assumida.


O convite dos brilhantes gestores da Pousada Carumbé  Lavras Novas, chegou na hora certa. Junto à necessidade de respirar, pisar no chão, mudar o ar. O que eu,  que conheço a Pousada do distrito de Ouro Preto há pelo menos 20 dos seus 22 anos,  não imaginava é que ainda me surpreenderia à essa altura!


A  Carumbé,  situada bem na entrada da cidade, há uns 15 minutinhos de caminhada do centro de Lavras Novas, sempre esteve no topo das excelentes avaliações de sites  e guias como o Trip Advisor e a 4 Rodas, por exemplo.  Sua construção, alinhada ao aconchego e a hospitalidade local, já encanta desde a entrada, pela decoração e paisagismo.  Tudo que você puder encontrar sobre a Pousada, trará descrições semelhantes quando o foco é acolhimento, porque uma certa maestria já foi alcançada.

O que, de fato, eu não esperava  - e confesso, até cheguei ressabiada, como boa mineira, com risco de voltar para a casa, caso não me inspirasse confiança  -, foi o total arsenal de cuidados que eles adotaram para as estadias atuais. Você diria, cuidados são obrigatórios, mas, quando somamos regras e necessidades especiais a um staff bem treinado e responsivo, da linha de frente, da recepção aos detalhes mais específicos, aí tudo é diferente.

Sim, tem álcool gel, uso de máscaras, placas de orientação, balcões com isolamento, cozinhas equipadas com máquinas para lavar a quente  e tudo mais... Mas, também, tem uma equipe que, diante do próprio exemplo de autocuidado, nos deixa seguros e confiantes para aproveitar cada momento. Tudo faz crer que estão pensando além da higiene, estão valorizando a prevenção.


Com empenho, procedimentos adicionais estão sendo adotados. Por exemplo, foi criado um túnel de  desinfecção com pulverização de hipoclorito de sódio (e quantidade similar à utilizada no tratamento de água de piscina), por onde passam colaboradores e funcionários na chegada e na saída. E, por onde cada hóspede passa, também, após a temperatura corporal ser medida, com termômetros infravermelhos. 
Por falar em piscina, a famosa piscina com cachoeira do hotel tem limpeza diária, bem como, a piscina aquecida, com sauna e hidromassagem.


Nos quartos, cada detalhe é primoroso. Na limpeza, as camareiras contam com gerador de ozônio, visando eliminar vírus e bactérias.  Além das comodidades relacionadas ao conforto de banho e cama, como a nossa com aquecedor nos colchões e controles individuais. Nossa recepção, na Suite Ouro, foi com taças, chocolates e frasco de álcool gel, em mimos sobre a cama.


O que dizer do serviço de bar nas piscinas, do café da manhã e restaurante? 
O self-service, naturalmente substituído, conta com a eficácia e a gentileza impecável da equipe. O café da manhã, com opções deliciosas de bolos, tortas e biscoitos, seguindo a tradição mineira das mesas fartas, tem uma peculiaridade: tudo é preparado na cozinha da pousada. Tive a oportunidade de falar com uma das mestras cozinheiras e é de encantar. Porque cozinha boa tem que ter amor, para não dizer: amor e paz. A variedade de itens, contempla as panquecas, tapiocas, pastéis fritos e outras delícias preparadas na hora e, rapidamente. Entre os frios, experimente o queijo curado. Tem pão de queijo quentinho, claro! Minas é isso! Tudo de bom.


No restaurante, cujos cardápios estão disponíveis em QR Code, uma carta de vinhos seletos, uma deliciosa sangria tradicional, drinks com e sem álcool e mais, para apreciar com massas caseiras, fondues, tira-gostos, carnes saborosas e música boa, à luz de velas, na taberna encantada por mandalas e outras belezas – claro, com o distanciamento devido. 




Nos jardins, cada espaço é um recanto, para ler, meditar, descansar, conversar e até trabalhar, numa variação do home office confortável. São deusas, budas, cadeiras de balanço, camas com dossel, espreguiçadeiras e outros cantinhos de relax. Uma trilha musical anos 80, em volume agradável, inspira. Os ambientes de uso comum recebem pulverização para higiene, duas vezes ao dia.  Os hóspedes têm à disposição, uma agradável sala de jogos, com mesa de sinuca, telão e mesas de carteado. Se o dia é de sol, piscina. Nublado ou chuvoso, area coberta, piscina aquecida, jacuzzi e sauna ou, simplesmente, aproveite a vista natural das janelas e o canto livre das mais variadas aves.




Em suma, pela primeira, das inúmeras vezes que estive em Lavras Novas, optei por permanecer na Pousada, durante todo o período. Sem nem mesmo passeio pelas ruas que, adoro e visitas aos lugares e amigos, porque a Carumbé fez crer que além dos cuidados e da estrutura, o acolhimento e o afeto atraem e fidelizam! Em delicado e feliz reencontro com a liberdade. É Carumbé, o nome dado à bacia que lavava cascalho e ouro, nas mãos dos garimpeiros do século XIX. Apropriado nome, também, para um lugar que trata pessoas como pedras preciosas.

CONHEÇA: http://www.carumbe.com.br

Márcia Francisco, jornalista, escritora, consultora e palestrante.

(Márcia Francisco se hospedou em Lavras Novas, a convite da Pousada Carumbé)

#fotos: Márcia Francisco/Gabriela Francisco

14 de set. de 2020

“SABER ESPERAR” chega, no dia 18, às plataformas digitais


 


Estreia, no dia 18 de setembro, sexta-feira, em todas as plataformas digitais, com distribuição da Tratore, “Saber esperar”, um samba que fortalece a parceria de Marcus Vinícius de Souza e Beto Lopes.

Assim como o recém lançado “Variações do Tempo”, o segundo single de Marcus Vinícius, “Saber esperar”, foi gravada no Bemol Studio,  na voz do compositor, saxofonista e cantor,  direção musical, arranjos, violão, baixo fretless e guitarras de Beto Lopes. Na bateria, Lincoln Cheib. Preparação vocal de Paula Santoro. Mixagem e masterização: Ricardo Cheib.

“Saber esperar” é um samba escrito por Marcus Vinícius de Souza em parceria com o violonista Beto Lopes, que  explora o tempo de espera como temática. Os momentos que antecedem a um encontro, bem como a esperança de rever alguém muito querido são construídos através de uma rítmica alegre que busca explorar o bailado, o gingado de um corpo colorido de ânsias por encontrar um outro corpo. Essa dança vai desaguar num refrão repleto de positividade expresso através do sentimento que vem de um abraço caloroso, motivador de um sorriso que se abre através do olhar.

A música nasce, coincidentemente, em um momento que o mundo, diante da pandemia COVID-19, precisa se lançar ao tempo da espera. Marcus nos lembra que esse olhar pode transitar por outros caminhos. Recorda e referencia o verbo “esperançar”.  “ Saber esperar”, toca o ser com a espera e a esperança, à luz do samba, que é tão parte do universo brasileiro e nos convida a expandir o sentimento. 

Saber esperar

Marcus Vinícius de Souza/Beto Lopes

Cantar toda alegria

Saber que estou a te esperar

Meu lar, minha acolhida

Canção de amor, de batucar

Ginga o corpo e vai

Na dança do vento

Se distrai

Nosso amor se faz

Nesse eterno tempo

De ansiar

Esse sonho

Me dê um abraço que, ao tocar meu peito, aqueça o coração!

Abra um sorriso através de

Seus olhos acesos pela emoção!


Marcus Vinícius de Souza é natural de Barbacena, hoje reside na cidade de Belo Horizonte, e atua como escritor, professor e músico. Estudou Letras na Universidade Federal de São João del Rei, fez mestrado em Estudos de Linguagens no Cefet-MG. Em 2018, publicou o livro “Ecos de uma escrita”. No contexto musical, de 2005 a 2007, estudou música, saxofone, na Bituca, Universidade de Música Popular Brasileira – instrumento: saxofone. Em 2019, lançou o disco-livro quase todo autoral “Etymon”.  Ao longo de alguns anos, estudou com Rúbio Veiga, Cléber Alves e Jorge Continentino.

No mês de julho de 2020, gravou duas canções próprias em parceria com o violonista Beto Lopes, “Variações do tempo”, lançada em agosto, nas plataformas digitais e “Saber esperar”, que será lançada no dia 18. E vem mais coisa por aí!

19 de ago. de 2020

VARIAÇÕES DO TEMPO

 




















 Marcus Vinicius Souza lança

 single que inaugura parceria com Beto Lopes

 

Após seu recém-lançado disco-livro “Etymon”, o escritor, professor e músico Marcus Vinícius de Souza lança o single “Variações do tempo”, no dia 21 de agosto, sexta-feira, em todas as plataformas digitais, com distribuição da Tratore.

 

A faixa apresentada, marca a estreia de Marcus Vinícius, também saxofonista, como cantor e inaugura uma parceria com o violonista Beto Lopes. A composição tematiza as diferentes manifestações do tempo foco de discussões,  há milhares de anos, devido à maneira como cada pessoa o sente, o percebe.

 

Gravada no Bemol Studio,  a parceria entre Marcus Vinicius de Souza  e Beto Lopes , nos chega voz de Marcus. “Variações do Tempo”, tem direção musical, arranjos, violão, baixo fretless e guitarras de Beto Lopes. Na bateria, Lincoln Cheib. Preparação vocal de Paula Santoro. Mixagem e masterização: Ricardo Cheib.

 

Essa canção, embalada pelas ondas do rock com influências da música do Clube da esquina e de algumas produções do cenário pop dos anos 60/70,   que visa, esteticamente, evidenciar o caráter cíclico do tempo, bem como a potência desse fenômeno, aspecto este evidenciado por solos de guitarra.  

 

 

Variações do tempo (Marcus Vinícius/Beto Lopes)

 

Vou te dizer

Talvez clichê

É falar, é cantar

O estar e o ser

 

Eternizar

E perecer

Soluçar, repousar

Distrações do viver

 

Tempo que me traz

Olho dos portais, tempo

Ciclo de estações

Tudo volta a ser

 

Dure o que durar

Soma num olhar, tempo

trilhos de sensações

Sempre a tecer

 

Vem, vai, distrai

Sonhos de um cais

Tempo não mais

 

Eu, você, vós

Todos em seus nós

Ilusão só

 

Canção gravada nos dias 21 e 22 de julho de 2020 no estúdio Bemol, Belo Horizonte, mixada e masterizada por Ricardo Cheib.

 

Voz: Marcus Vinícius de Souza

Letra: Marcus Vinícius de Souza

Direção musical, arranjos, violão, baixo fretless e guitarras: Beto Lopes

Bateria: Lincoln Cheib

Preparação vocal: Paula Santoro

Produção executiva: Marcus Vinícius de Souza

Distribuição: Tratore

 

Marcus Vinícius de Souza é natural de Barbacena, hoje reside na cidade de Belo Horizonte, e atua como escritor, professor e músico. Estudou Letras na Universidade Federal de São João del Rei, fez mestrado em Estudos de Linguagens no Cefet-MG. Em 2018, publicou o livro “Ecos de uma escrita”. No contexto musical, de 2005 a 2007, estudou música, saxofone, na Bituca, Universidade de Música Popular Brasileira – instrumento: saxofone. Em 2019, lançou o disco-livro quase todo autoral “Etymon”. No mês de julho de 2020, gravou duas canções próprias em parceria com o violonista Beto Lopes, “Variações do tempo” e “Saber esperar”, que serão lançadas em breve. Além disso, ao longo de alguns anos, estudou com Rúbio Veiga, Cléber Alves e Jorge Continentino.

Mais:
https://etynom.wixsite.com/marcusvinicius

http://www.tratore.com.br/cd.asp?id=9786550340131

https://spoti.fi/3hcBbxp

http://www.instagram.com/marcusviniciuslinguagens


 

 

 

30 de jul. de 2020

NOVA DIRETORIA ABRAJET-MG TOMA POSSE EM AGOSTO


ABRAJET de Minas Gerais já tem Registro em Cartório
Diretoria 2020/22 toma posse em 10 de agosto, durante webinar pelo Zoom, às 10h

Histórica Assembleia de eleição da Diretoria e de regularização da ABRAJET-MG,
 aparecendo, em primeiro plano, Antônio Claret Guerra e José Aparecido Ribeiro, seguidos (à direita), 
por Carlos Alberto dos Santos, Ozório Couto e Antônio Melane. 
À esquerda, estão Luís Góes, Eujácio Antônio dos Santos, Sérgio Moreira e João Carlos Amaral

Já está completamente regularizada, de acordo com as exigências da ABRAJET Nacional, obedecidos requisitos legais, escriturais, financeiros e contábeis, a Seccional de Minas Gerais da ABRAJET-Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo.
O documento Oficial, junto ao Registro Civil das Pessoas Jurídicas (Cartório Der. José Nada Neri-Oficial), recebeu o número 143.107, com data 6 de julho de 2020, e o novo CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas tem a identificação 37.629.134/0001-86, tendo sido também já aberta uma C/C no Banco do Brasil (BB), Agência Belo Horizonte-Praça da Liberdade.
As providências foram auditadas e aprovadas pelo presidente nacional da ABRAJET, Evandro Novak (SC), comunicadas em telefonemas para os presidentes da Diretoria Executiva, José Aparecido Ribeiro, eleito para o mandato 2020/2022, destacado jornalista de mídias sociais e licenciado em Filosofia, e Antônio Claret Guerra, (JORNAL MG TURISMO), fundador da antiga Abrajet em 1983 e que presidiu os trabalhos de reconstrução da Abrajet-MG.
O soerguimento da entidade representativa da imprensa mineira foi iniciado pelo ex-presidente João Carlos Amaral (2012-2016), durou mais de quatro anos, culminando com a histórica Assembleia de 29 de fevereiro de 2020 no Hotel Financial, com todas as atividades supervisionadas por José Aparecido Ribeiro, com a colaboração do Diretor Financeiro eleito, Marcos Guiotti e de outros conhecidos jornalistas mineiros.
A posse da Diretoria 2020/2022 foi marcada para 10 de agosto, durante webinar pelo Zoom, às 10h, com a participação do presidente nacional da ABRAJET, Evandro Novak (SC), ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, secretário de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira e representantes de entidades congêneres ABIH, ABRASEL, Skal , Sindetur, BH Conventions & Visitors Bureau e Conselhos Estadual de Turismo, Municipal de Turismo de Belo Horizonte e AC Minas.


CHAPA AJET- SÉCULO XXI-ANOS 20 (eleita por aclamação)


Diretoria Executiva
Presidente: José Aparecido Ribeiro, DRT-MG 17.076/12
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Vice-Presidente: Antônio Claret Guerra, DRT-MG 2142/MG
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Diretor Administrativo e Financeiro
Marcos Guiotti Júnior, DRT MG 03447
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Diretor Secretário: Suely Calais Guerra, DRT-MG M 08713 _____________________________________________________

Diretor de Expansão: Walter Lúcio Alves de Freitas, 04626/FENAJ

Diretora de Comunicação: Lena Brandão,1861, DRT MG

Conselho Fiscal:
Eujácio Antônio Silva, brasileiro,  3493/FENAJ
_______________________________________________________
Conselho Fiscal:
Maarten Van Sluys
_______________________________________________________
Suplente:
Domingos Sávio, DRT-MG 3088/MG
________________________________________________________
Suplente: Valdez Maranhão Ferreira Cruz                                                                                                                                                                                                                                                                                   
Conselho de Ética
Sérgio Elian Moreira, DRT-MG 3332/MG
_________________________________________________________
João Carlos Amaral, brasileiro, 1990-DRT-MG
_________________________________________________________
Suplente
Renato Sérgio Ladeira Cobucci, DRT 2.552/MG
Suplente: Maurílio Costa,  DRT- MG 160

Conselho Consultivo
Márcio Fagundes Oliveira,  M-215.105-SSPMG;
Luís Gonzaga Góes,DRT-MG 2.123/MG;
________________________________________________________
Suplentes
Orlando Francisco de Paiva Barros
___________________________________________________________
Ozório José Araújo do Couto,  MG.06916-JP

Diretor Regional Uberlândia
Carlos Hugney Bisneto, MT 08221

Diretor Regional Juiz de Fora e Zona da Mata
Giovanini Mendes do Carmo, FENAK 18176/MG








14 de abr. de 2020

PADRE FÁBIO DE MELO E A DUPLA SIMONE E SIMARIA LANÇAM SINGLE NESTA SEXTA



EM UM ENCONTRO MUSICAL INÉDITO, PADRE FÁBIO DE MELO E A DUPLA SIMONE E SIMÁRIA LANÇAM O SINGLE "NÃO DESISTO"


Nesta sexta-feira, dia 17 de abril, um lançamento pra lá de especial toma conta de todas as plataformas digitais!

Em tempos de isolamento social involuntário, onde o afeto e a esperança são imprescindíveis em nossos corações e lares, Padre Fábio de Melo, o padre mais querido do Brasil, entra de vez no mundo do streaming, com o Single “NÃO DESISTO”, de Gabriel Cantini e Davi Mello.

Padre Fábio de Melo interpreta essa bela canção, junto às “coleguinhas”, Simone e Simária, celebrando um encontro musical inédito entre ele e a dupla feminina.

“Quem disse que você tá sozinho, tá mentindo
faz de conta que ‘cê nem ouviu”

O olhar sobre a fé que nos aproxima de Deus e faz crer que ele também crê em nós é a chama da esperança que inspira esse canto contemporâneo.

“Abre esse sorriso, aí/ e olha pro céu/ respira fundo/
Você pode sonhar/você pode voar/é só acreditar, ter fé
Dias melhores virão/ dentro do seu coração”

Independentemente de qual foi a dificuldade que você teve que viver ou que está experimentando agora, lembre-se de que você é capaz de sair dessa. E bem mais forte do que quando entrou nesse cenário!

“Repita comigo:
Não desisto, não desisto/ Não! De jeito nenhum
Não deixe ninguém lhe falar que você é só mais um”

*A música poderá ser ouvida nas plataformas dos artistas.

Distribuição:  Talentos Digital
Assessoria em Comunicação Criativa: Márcia Francisco


8 de mar. de 2020

O reggae da Banda Ayê chama a atenção de Rick Bonadio

O produtor musical Rick Bonadio e Cris, da Banda Ayê


Há poucos dias, a banda mineira  que lança o EP Vida Leve, em abril, 
encontrou-se com o produtor musical em um intercâmbio valioso para sua carreira.
VIDA LEVE – esse é o nome do EP que será lançado em abril. Aquele reggae bom, do bem, que fala de esperança e amor, um hit gostoso de ouvir pra curtir em vários momentos: no show, no por do sol na praia, na estrada, desplugado ou num jantarzinho com os amigos. AYË vem somar com esse movimento crescente da nova MPB, também conhecida como MPB leve, good vibes e pop reggae. Uma mistura que traz leveza e positividade. Imagina se tudo isso for potencializado pelo olhar competente de um dos maiores produtores musicais do país?
Pois foi assim, que a  Ayê celebrou o encontro, após ser selecionada numa seleção nacional rigorosa para estar com o produtor  Rick Bonadio, o consagrado nome da produção musical brasileira
O workshop promovido por Rick Bonadio  tem fama. São apenas 12 vagas e a concorrência é imensa. Uma cuidadosa e rigorosa seleção, entre candidatos de todo o país é realizada. No processo de seleção há um formulário de aplicação, onde acontece o envio de uma música. Após essa primeira avaliação, a equipe de produção realiza um contato com o selecionado, que tem apenas 24 horas para fazer a inscrição e seguir para São Paulo.
Cris, integrante e gerente da Ayê, foi o principal responsável pelo sucesso desse projeto, acreditou e defendeu a Banda! O super músico, mais uma vez, não se dedicou em vão.  E pra Sampa, foram os artistas da Ayê - após enviarem a música "Deu Reggae"-, acompanhados por Andréia Mansur, da Talentos Produções, outro nome que diz muito entre outros nomes do cenário musical! 
Neste workshop, conduzido por Rick Bonadio e sua equipe da gravadora Midas Music, no  estúdio,  um intercâmbio direto com os artistas acontece. Audição de todas as músicas, orientação personalizada para aprimoramento da parte artística, marketing e lançamento. Para o produtor, este processo objetivo gera soluções para quem, realmente, tem talento e pode aumentar as chances de sucesso com a qualidade na música e na carreira. Para a banda, o top secret da qualidade e o profissionalismo no sucesso, compartilhados, com muita propriedade por um profissional competente, cujo audição atenta, olhar cirúrgico e a fala precisa têm o que dizer e, por isso, faz a diferença. De Bonadio, o aval de saberem que estão no caminho certo. 
Rick Bonadio, um dos produtores musicais brasileiros consagrados, é produtor musical, compositor, músico multi-instrumentista, engenheiro de som e proprietário do estúdio Midas e das gravadoras Arsenal Music e Midas Music. Um dos reconhecimentos que valorizou seu nome publicamente é o fato de ter sido o produtor musical dos Mamonas Assassinas e produtor artístico da dupla Rodolfo & ET. Mas,  muitas outras talentos já foram reveladas por Bonadio. Além de compositor e produtor musical, ele também já foi jurado do programa “Popstars”, que era exibido pelo SBT. Foi nesse programa que ele descobriu mais uma nova banda, a “Rouge”. Ele também participou de um quadro chamado “Olha a Minha Banda”, no programa “Caldeirão do Huck”, na Rede Globo. Em 2011, Rick Bonadio fez parte do júri do programa “Ídolos”, junto com Luíza Possi e Marco Camargo. Ele se destacou bastante neste cargo e ficou ainda mais famoso. Entre bandas e artistas descobertos pelo produtor musical e compositor Rick Bonadio, estão: o já citado Mamonas Assassinas, NX Zero, Manu Gavassi, Fresno, CPM22, Chorão (ex-vocalista da banda Charlie Brown Jr.), Hateen, Tihuana, O Surto e Rouge.
A banda mineira, de Belo Horizonte,   nasceu em 2017,  num momento em o Cris - baixista) e o Léo (guitarra e voz) compartilharam uma playlist colaborativa no Spotify,  com músicas de bandas curtidas por eles. Os dois se encontravam pra jogar sinuca, fazer churrasco e tocar, sério! O Gersinho (batera) chegou e colou no projeto. Começaram a tocar em bares e festas.  A Ariene (vocal) era fã, começou, fazendo  backing  vocal e, agora,  também está na linha de frente! Faltava o Vini (teclado), o único que ganha a vida com música, é produtor, arranjador e rato de estúdio. Cris e Léo têm  carreiras em RH e TI. Meio plano B, hobbie e sonho, música é vida pra essa turma! AYË é vida em Yorubá, um dialeto africano - já diz tudo! Através do som autoral e nas releituras a gente quer falar de amor, família, amizade, paz, natureza e coisa boa - good vibes! Voltando ao Vini (teclado), ele era a peça que faltava pro lance engrenar! Ele comandou as gravações, mixou e masterizou o primeiro  EP - Vida Leve. Classificam o som como Pop Reggae, nova-MPB ou pop-good vibes, se é que precisa classificar. Como chama pouco importa, vale mais o que a Ayê sente, a paixão pela música e a vontade de compartilhar isso.


O que vem por aí? A Ayê tem o que contar! Fique ligado e recarREGGAE-se nas fontes digitais da Banda!