17 de ago. de 2022

ESTREIA O BELO INDIFERENTE

foto: Flávia Canavarro

Texto de Jean Cocteau, representado por Piaf, em 1940 ganha o espetáculo sob a direção de Jair Raso. No palco, Joselma Luchini e Vinicius Di Castro

Estreia no dia 19 de agosto, sexta-feira, às 21h, no Teatro FELUMA (Alameda Ezequiel Dias, 275 – Centro – BH – MG), o espetáculo “O belo indiferente. Sob a direção de Jair Raso, o texto de Jean Cocteau, traduzido por Maria Cristina Billy, leva ao palco Joselma Luchini e Vinicius de Castro (Marcus Vinicius Amaral -Stand in).

“O espetáculo desnuda o silêncio da violência que habita entre nossos corpos.”

(Marcus Vinicius Amaral, ator)

 

Surpreenda-se! Esse é o convite de Jean Cocteau, que nos lança num texto dramático e intenso, representado pela primeira vez em 1940 por Edith Piaf, para quem escreveu a peça. Nessa leitura dirige-se o foco para o lugar que a violência psicológica pode ocupar numa relação amorosa. Nos meandros da trama provoca-se a desconstrução da mulher, que se transforma numa sobra do que foi. Um espetáculo que transforma noite em luz, ao propor um espaço de reflexão sobre a violência contra a mulher.

“Foram necessários 44 anos de dedicação ao teatro, para que me fosse concedida a honra e a glória de viver essa personagem com a força e entrega que ela merece. Parafraseando Jean Cocteau ‘Esse monólogo transforma noite em luz’”

Joselma Luchini

 

Nesta produção contemporânea, “O belo indiferente” sob a direção de Jair Raso e assistência de direção de Andréa Raso, ganha cenografia de Miguel Gontijo, Andréa Raso e Luiz Alberto De Fillipo (que também assina a produção executiva). Produção: Grupo Faos e Med&Cena. Assistente de produção executiva: Sérgio Miguel Cardoso.

O figurino é de Juçara Costa, Metódo DB, Daniel Araújo e Andréa Raso, confeccionado por Maria dos Anjos.

Os atores têm preparação vocal assinada por Babaya e Luiz Alberto De Filippo e preparação corporal de Marcus Vinicius Amaral.

Com arranjos de Daniel (corrigir)  Maia , iluminação de Jair Raso e Márcio Carvalho o espetáculo traz, ainda, na ficha técnica: Nando Freitas, técnico de palco; Marcinho, operação de luz; Amynas, operação de vídeo; fotografia de Flávia Canavarro e programação visual de Clara Gontijo.

Patrocínio: FELUMA – Fundação Educacional Lucas Machado.

Estranhamento. Onde e quando se dá essa história? Em qualquer tempo ou lugar. Um par que pode ser qualquer par, a despeito de questões de gênero, raça, crença, idade ou ligações afetivas. Um figurino que abre espaço para escancarar o animalesco que existe no humano – quando em pelo – desprovido de disfarces para exercer sua tarefa de desconstrução do outro. Um encontro com o grito cruel presente na indiferença e que lança para o profundo desamparo aquele que se torna uma sombra de si mesmo.”

(Andréa Raso, Assistente de direção)

 

Do diretor

Jair Raso

Jean Cocteau (1889-1963) foi um artista avante de seu tempo. Seu “Belo Indiferente” parece que foi escrito sob encomenda para os dias de hoje, embora seja um texto de 1940.

Em nossa leitura, o texto trata da violência psicológica contra a mulher. Esse tipo de violência nem sempre é percebida como tal. Menos ainda é reportada.

Desnudar esse tipo de violência foi o grande propósito dessa montagem.

O processo civilizatório passa pela depuração de nosso lado animal. Temos dentro de nós uma besta, presa por um fio tênue, pronta e capaz de se manifestar. Quando ela aparece de forma reativa, suas causas e efeitos são fáceis de serem percebidos. Entretanto, somos um animal sofisticado, capaz de pensar uma agressão velada, dissimulada e destrutiva como a indiferença.  

Amarrar cada vez mais esse animal violento faz parte da construção do humano.

Para além da questão central da peça, a indiferença do Belo, buscamos a beleza da forma, não só para amenizar o desconforto do assunto, mas também para prestar homenagem ao grande artista que foi Cocteau. 

Dedico essa peça a todas as mulheres que, em movimentos ou ações singulares, combatem a violência.

 

Considerações

por Andréa Raso

Essa montagem nasceu durante a pandemia, a partir do desejo da atriz Joselma Luchini em interpretar a personagem Edith, uma mulher submersa na indiferença de seu par amoroso. A direção de Jair Raso fez um recorte na questão da violência presente no texto.

O espetáculo “O Belo Indiferente”, escrito por Jean Cocteau, na década de 40, marca a estreia de Edith Piaf como atriz numa peça teatral. Nessa leitura contemporânea dirige-se o foco para o lugar que a violência psicológica pode ocupar numa relação amorosa. Nos meandros da trama provoca-se a desconstrução da mulher, que se transforma numa sobra do que foi, a partir do mergulho numa relação abusiva e tóxica.

Ao assistirmos o documentário “O Golpista do Tinder”, na Netflix, percebemos o quanto esse modus operandi é atual, universal e perpassa qualquer relação de gênero. No palco poderiam estar no lugar desse casal, dois homens, duas mulheres. E se quiséssemos extrapolar, poderíamos vislumbrar duas pessoas diante das relações destrutivas. 

A proposta do cenário foi marcar um “não-espaço-tempo”, tal qual numa obra surrealista, em referência ao próprio Cocteau. Para tal, contou-se com a criação de Miguel Gontijo, artista plástico reconhecido e premiado, que propôs um cenário “transparente”, sem referências que nos conduzissem ao reconhecimento de em que época se passa a peça. Afinal, essa história é atemporal e pode se dar em qualquer lugar, em qualquer época. O uso de elementos que subvertem suas funções originais também foi uma escolha. Uma obra de arte se transforma num relógio que gira o tempo ao contrário; uma gangorra que se transforma em janela...

O figurino seguiu a mesma linha, contando com a produção artística de Juçara Costa, a partir de seu Método DB-Desenhos Bordados, no qual fragmentos de bordados, tecidos por várias mãos e diferentes mulheres, tomam vida numa peça inspirada no “Uruluz”, um animal fictício de poder, criada pelo estilista Daniel Araújo, para o SPFW + Regeneração em 2021. Num contraponto à situação da personagem Edith, que encontra-se sozinha e numa condição de desamparo, o figurino traz em si a força do coletivo feminino.

Já o figurino do Belo marca dois momentos: quando ele se encontra camuflado em sua roupagem de sedutor e quando se despe para mostrar sua condição animal. A escolha do nu artístico se deu nesse contexto: o homem quando despido de seus atributos civilizatórios passa a agir pela via da animalidade, numa atitude predatória. Outro argumento que nos levou a escolher esse figurino “em pelo” é uma homenagem ao trabalho de Jean Cocteau com a arte erótica masculina, relacionada com sua homossexualidade.

A trilha sonora também é um ponto marcante, pois a escolha foi por uma música icônica de Edith Piaf, Hino ao amor, interpretada por Joselma Luchini, num arranjo original de Daniel Maia. E numa homenagem aos contemporâneos de Jean Cocteau, se elegeu também Erik Satie.

Um espetáculo que transforma noite em luz, ao propor um espaço de reflexão sobre a violência contra a mulher.

 

*Andréa Raso é psicóloga, instrutora de mindfulness, artista plástica, dramaturga e escritora.

 

Joselma Luchini

Atriz Joselma Luchini, uma vida dedicada ao teatro. No seu vasto currículo protagonizou peças dos autores: Nelson Rodrigues, Ronaldo Boschi, Ariano Suassuna, Eugene Gladston O’ Neill, Pedro Porfírio, Cecília Meireles, Lúcio Cardoso e outros. Dirigiu e adaptou para o teatro: Bom Crioulo de Adolfo Caminha, Sermão da Sexagéssima de Padre Vieira; Antes do Baile verde de Lygia Fagundes Telles; A Estrela sobe de Marques Rebelo; Contos de aprendiz de Carlos Drummond de Andrade; A Carteira do Meu Tio de Joaquim Manuel de Marcedo; Crônica da Casa Assassinada de Lúcio Cardoso; O Conto da Mulher Brasileira de Edla Van Steen; São Bernardo de Graciliano Ramos; A Alma Encantadora das Ruas de João do Rio; Maira de Darcy Ribeiro; Papéis Avulso de Machado de Assis; Ponciá  Vicêncio de Conceição Evaristo; Viagem de Cecília Meireles. No teatro infantil, ganhadora de vários prêmios como melhor atriz. Escreveu e publicou quadro livros infantis. Com seus personagens “Jojô e Palito” deixa sua marca incontestável no teatro infantil.

 

Jair Raso

Jair é médico, neurocirurgião, mestre e doutor em cirurgia, membro da Academia Mineira de Medicina, sendo também bacharel em Filosofia. Dramaturgo, escritor, diretor, produtor e iluminador, atua na área de artes cênicas desde 1978, tendo mais de 17 peças de sua autoria encenadas, dentre as quais “Chico Rosa”, “A Corda e o livro”, “Maio, antes que você me esqueça”. É curador do Teatro Feluma em Belo Horizonte e sócio da Med&Cena Produções.

Seu trabalho é reconhecido, tendo sido premiado diversas vezes: Prêmio Sesc/Sated Iluminação do espetáculo Vem Buscar-me que ainda sou teu, de Carlos Alberto Soffredini, direção de Kalluh Araújo, 1987; Prêmio Sinparc/ Bonsucesso, melhor texto, Três Mães, 2002; Prêmio Funarte Miriam Muniz, texto A corda e o Livro, 2005; Troféu Conexão Cultural, Destaque Dramaturgia, texto A Corda e o Livro, 2008; Prêmio Sinparc/ Copasa, melhor texto, Memórias em tempos líquidos, 2013; Prêmio melhor iluminação,  Mar & Ana, Festival Nacional de Teatro de Varginha, 2014.

 

Os ingressos já estão à venda pelo Sympla:

https://bileto.sympla.com.br/event/75607/d/152661

R$80,00 – oitenta reais, inteira e R$40,00 – quarenta reais, meia entrada.

Classificação etária: 18 anos

Temporada: sextas e sábados, 21h e domingos, 19h

19 (estreia), 20, 21, 26, 27 e 28 de agosto

 

O BELO INDIFERENTE

Com Joselma Luchini e Vinicius Di Castro

Direção: Jair Raso

texto de Jean Cocteau, traduzido por Maria Cristina Billy

ESTREIA – 19 DE AGOSTO

Temporada: sextas e sábados, 21h e domingos, 19h

19, 20, 21, 26, 27 e 28 de agosto

Ingressos já à venda:

https://bileto.sympla.com.br/event/75607/d/152661

R$80,00 – oitenta reais, inteira e R$40,00 – quarenta reais, meia entrada.

Classificação etária: 18 anos

28 de jul. de 2022

GERALDO VIANNA LANÇA "JAGUN - TODAS AS DANÇAS'

foto: Mary Lane Vaz


No dia 3 de agosto, quarta-feira, às 19h30,  no  Clube de Jazz do Café com Letras (Rua Antônio de Albuquerque, 47 – Savassi – BH – MG),  o violonista, compositor, arranjador e produtor musical, Geraldo Vianna, faz show de lançamento do seu novo álbum “Jagun - Todas as danças”. Nesse mesmo dia, o álbum estará disponível em todas as  plataformas digitais e será lançado um álbum de partituras para violão, com todas as músicas de Jagun.

No show, o violonista apresenta obras que integram o novo álbum, além de temas gravados em outros trabalhos, privilegiando grandes autores brasileiros como: Dorival Caymmi (Maricotinha), Baden Powell e Vinícius de Moraes (Berimbau), Caetano Veloso (Reconvexo), entre outros temas consagrados da MPB. Geraldo Vianna será acompanhado por Sérgio Rabelo (baixo acústico) e Guto Padovani (bateria).

Os ingressos podem ser adquiridos pelo Sympla: https://www.sympla.com.br/geraldo-vianna---jagun---todas-as-dancas__1659767

Informações adicionais: 31 988724989

 


Jagun – todas as danças

O novo trabalho de Geraldo Vianna, composto por temas inéditos, foi baseado em danças e rituais de origem afro-brasileira. Além dos solos de violão nas faixas “Chovia” e “Mensageiro”, o violonista apresenta ainda cinco faixas em trio: “Chegando o tempo”, “A busca – Ventos e Tempestades”, “Ijexá de Ogum”, “Dos mares - Iemanjá” e “Aquele samba”. Junto com o violonista, Sérgio Rabello toca o baixo acústico e Guto Padovani (filho de Esdra Ferreira – Neném) conduz a bateria. O Novo trabalho foi gravado, mixado e masterizado no Estúdio Engenho Multimídia, em BH, por André Cabelo. A arte gráfica foi criada pelo artista plástico e designer gráfico, Adriano Alves.

Geraldo Vianna

O músico teve seu primeiro contato com a música por meio de sua mãe, amante das serestas e temas caipiras. Aos nove anos, começou a estudar o cavaquinho. Posteriormente iniciou seus estudos de violão, em Divinópolis, com o professor Heber Alvim (In Memorian). Segundo Vianna, sua principal influência na música, tendo lhe apresentado as gravações de Baden Powell com os afro-sambas, além de outros trabalhos em “long plays”. Impressionado com a sonoridade da percussão aliada ao toque arrojado do grande violonista, ele decidiu que seria  esse o caminho que iria trilhar.

Com o avanço de seus estudos e envolvimento na área artística, o violonista se tornou um arranjador e produtor musical muito requisitado. A partir de 1983 produziu grandes nomes da música mineira e brasileira, tendo recebido vários prêmios ao longo de sua carreira. Produziu e fez arranjos para gravadoras e intérpretes de vários estilos e gêneros musicais. Atuou ainda como arranjador, orquestrador e produtor musical em trilhas para cinema e vídeo.

Lançou inúmeros álbuns com solos de violão, trios, orquestras e canções com parcerias suas com Fernando Brant, Paulo Sérgio Valle, Aloysio Reis e Paulo Gabriel López Blanco entre muitos outros.

Atuou em vários países da Europa, América Latina e no Japão. Com esse novo trabalho o músico comemora seus 60 anos de vida, sendo 51 dedicados à música

Mais: www.gvianna.com.br

JOSÉ DIAS E VLADIMIR ZAPATA MINISTRAM CURSO DE VIOLÃO GRATUITO


“O violão brasileiro, desenvolvendo sua prática e teoria”

curso exclusivo para pessoas acima de 50 anos

 

Inscrições abertas para o curso “O violão brasileiro, desenvolvendo sua prática e teoria”.  Direcionado a um público adulto, de faixa etária acima de 50 anos, o curso ministrado pelos músicos Vladimir Zapata e José Dias Guimarães acontecerá no Centro Cultural Usina de Cultura (Rua Dom Cabral 765 - Bairro Ipiranga - BH) entre os dias 1° de agosto a 27 de outubro

As inscrições, gratuitas, podem ser feitas pelo telefone 31 32776052, das 10h ás 18h.

 

O curso:

Com didática elaborada para atender às características de aprendizado das pessoas acima de 50 anos, o curso vai abordar aspectos de execução do violão e informações de Teoria Musical básica (leitura na pauta, compassos, escalas, tonalidades, formação de acorde, cifragem popular, etc.).

 

Serão duas turmas para o aprendizado do instrumento brasileiro mais popular. A saber: uma turma com os alunos totalmente iniciantes e a outra formada por alunos que já contam com alguma experiência, contato e conhecimento do instrumento e teoria.

 

Os alunos vão trabalhar um repertório, composto, essencialmente, de música brasileira, escolhido pelos professores e alunos. A proposta é resgatar a memória musical e trajetória de vida cada um, em partilha com os demais. O estudo conjunto entre os alunos, fora do horário de aulas será incentivado para estimular o convívio social e, quem sabe, a formação de pequenos grupos.

 

Projeto realizado através de projeto aprovado na LMIC – Lei Municipal de Incentivo à Cultura, de Belo Horizonte, na modalidade Fundo.

 

Professores:

Vladimir Zapata é Professor Licenciado em Música pela UEMG. Atuou como professor há mais de trinta anos em importantes escolas como Dom Silvério, Bernoulli, Escola da Serra, COPEM, Centro Artístico Tangram entre várias. Atualmente leciona violão e atua como músico instrumentista no cenário de BH.

 

José Dias Guimarães é músico instrumentista, arranjador e produtor musical há mais de quarenta e cinco anos, atuando com artistas como Grupo Raízes, Rubinho do Vale, Pereira da Viola, Dona Jandira, entre muitos outros. Como professor trabalhou em escolas de música da capital mineira, entre elas:  Escola de Música Savassi, Centro Artístico Tangram, Música de Minas  Escola Livre (Milton Nascimento) e Arena da Cultura (PBH). Atualmente é Presidente da Ordem dos Músicos do Brasil – CRMG.

“Percebemos a carência de ações na área artística e musical voltada para o público de idade madura. Sabemos que a prática da música é um poderoso exercício físico, mental e emocional, estimulando a concentração e coordenação motora, enfim atuando em quase todas as áreas do nosso corpo e mente. Após muitos anos de experiência no ensino da música, desenvolvemos uma didática para atender as necessidades desta faixa etária de pessoas, que tenham a música e a prática do instrumento como lazer e instrumento para socialização.” (José Dias Guimarães)

5 de jul. de 2022

VAGO - FRED CHAMONE LANÇA MUSIC E VIDEOCLIPE

 

foto: Iana Domingos 

O compositor, guitarrista/multi-instrumentista, arranjador e produtor musical/audiovisual, Fred Chamone, escolheu o Dia do Amigo – 20 de julho, para o lançamento do Videoclipe de "Vago". A música integra o álbum "Enigma" - primeiro Álbum de Música Instrumental/Jazz de Fredoka, como o artista é conhecido. O disco chegou às plataformas digitais em maio desse ano. “Vago” será lançado no canal YouTube do artista: http://bit.ly/3OPul1E

 

"Vago" tem fortes influencias do Jazzista Norte-Americano "Chet Baker". É um jazz obscuro e melancólico, e expressa a angustia de uma paixão não correspondida. A composição é de Fred Chamone. A faixa teve produção musical, gravação, mixagem e masterizaçãodo próprio artista, no Studio Indepedente. Gravação de pianos: Pedro Durães no Estúdio New Doors Vintage Keys, piano: Rafael Martini, trompete: Wagner Souza, bateria: Felipe Continentino, contrabaixo: Frederico Heliodoro  e Guitarra: Fred Chamone. 

O videoclipe, todo feito em 4K, conta com a performance de Fred Chamone, junto a Felipe Continentino, Frederico Heliodoro, Rafael Martini e Wagner Souza. O cuidado e a preocupação estética, revelada na direção de fotografia consolida a harmonia entre imagem e música. Com direção, edição de vídeo e colorização de Fred Chamone, filmagem de Chamone e Donald Carlos, o vídeo foi filmado no Studio Independente (BH) e no New Doors Vintage Keys (BH).

FRED CHAMONE

Natural de Belo Horizonte/MG, Fred Chamone é músico profissional há 22 anos. Atua como compositor, guitarrista/multi-instrumentista, arranjador e produtor musical/audiovisual. Proprietário do "Studio Independente", trabalha com produções audiovisuais nesse estúdio há 11 anos, onde coordena diversas produções e trabalhos artísticos. o artista está lançando, em 2022,  seu primeiro álbum de música autoral, instrumental/Jazz, intitulado “Enigma”. No disco, com nove faixas inéditas, Fred compôs e escreveu arranjos para Vibrafone, Flauta, Cordas, Corne/Oboé, Trompete. Contou com a participação de grandes músicos mineiros como Rafael Martini e Rodrigo Lana (pianistas), Felipe Continentino, Yuri Vellasco e Estevan Barbosa (bateristas), Frederico Heliodoro, Adriano Campagnani, Filipe Felix (contrabaixistas),  Nara Franca (Orquestra Sinfônica de BH) Israel Silas Muniz (Orquestra Filarmônica de MG),  Rodrigo De Oliveira, Camilla Ribeiro e Willian Neres (Violinista e Violoncelistas da Filarmônica MG),  João Drumond (Percussionista e Vibrafonista), dentre outros. Agora, lança o  2° videoclipe desse álbum, referente ao single intitulado "Vago",  terceira música do álbum. 

Chamone, por ele mesmo:

“Eu já me aventuro na praia da música instrumental a um bom tempo. Lancei outros quatro singles de música instrumental; O primeiro deles, em 2016. Em 2009, comecei a estudar harmonia mais a fundo e a criar música instrumental. Alguns grupos e artistas de música instrumental e de música mineira me inspiraram a sair da zona de conforto (Rock/Blues/MPB/Bossa) e me lançar em algo mais complexo. Um disco importante na minha caminhada musical foi o “Clube da Esquina I” e singles do Toninho Horta e do Tavinho Moura como “Beijo Partido”, “Paixão e Fé” e, ainda, muito da obra do Hermeto Pascoal e também de artistas da nova geração da música instrumental mineira como o "Grupo Ramo (2008)", Rafael Martini e Deangelo Silva. 

Com a pandemia, em 2021, acabei dando vazão composicional ao álbum, compondo as harmonias naturalmente no violão e depois desenhando as melodias. Minha relação com a vida e a morte, desfechos, alegrias, tristezas, e questionamentos, foram o principal combustível do álbum. E a inspiração maior foi a natureza de Minas Gerais. Cachoeiras, vales, vistas, mirantes, mar de morros, os bichos, etc. 

"Enigma" é um álbum bastante harmônico/melódico, bem mineiro em sua sonoridade. Busco através da música homenagear a cultura mineira e exaltar a beleza da natureza de nosso estado. Além do café, da cachaça, e do pão de queijo, eu considero o Jazz Mineiro, o melhor do mundo. 

Eu valorizo muito a textura e a harmonia. Melodias foram criadas valorizando cada fraseado. Faço uma música instrumental com influência de “Jazz Mineiro” e regionalismos nacionais e algumas faixas são sinfônicas. Gosto compor harmonias que me surpreendem, gosto do acaso, do incomum, do exótico, do inesperado. Gosto da surpresa no processo de criação e também no decorrer da produção da música. Gosto da aventura de não saber como a música vai concluir.  Me inspiro nas vanguardas brasileiras, entre elas, em especial o Clube da Esquina, o Tropicalismo e a Bossa Nova.” (Fred Chamone)

Facebook: http://www.facebook.com/fredchamone

Instagram: http://www.instagram.com/fredchamone

LANÇAMENTO DO VIDEOCLIPE “VAGO”

Fred Chamone

20 de julho, no Canal YouTube do artista

Link para ativação do sininho:

http://bit.ly/3OPul1E

Acesso gratuito

Ouça o álbum Enigma em todas as plataformas digitais:

https://onerpm.link/806265578150

24 de jun. de 2022

Bach Mineiro no Teatro da Assembleia



Recupera a trajetória do artista músico multi-instrumentista  Leonardo Barcellos,  (mineiro de Patos de Minas ) trilhando caminhos desde as sonoridades da música popular até a sua formação erudita e o percurso de volta.  O show reúne os músicos Luiz Camporez, Max Robinson e Rodrigo Quintela no diálogo  entre:  rabeca e  viola, guitarra e violino, baixo acústico violão e percussão. O repertório conta com belas  interpretações das sonoridades clássicas de Bach, Mozart e  Villa Lobos.


No dia de São João, a oportunidade de desfrutar do San Juan Sebastian Bach  Sexta e Sábado (24 e 25 de junho) às 19j30 no Teatro da Assembléia . Ingressos à venda por  35 reais  antecipado pelo telefone (31)999425054 ou na portaria do teatro uma hora antes do show.

25 de abr. de 2022

Gabriel Cheib lança seu primeiro single e videoclipe

 "O que é preciso para realizar um sonho?"

 

foto: Vera Gonçalves

Já está nas principais plataformas digitais, o primeiro single do cantor Gabriel Cheib “O que é preciso para realizar um sonho”?. A música, de autoria do pai, o violonista, guitarrista e compositor, Rafael Cheib, também terá lançamento de videoclipe, no início de maio, no Canal YouTube de Gabriel Cheib.


Um sonho inesperado

Não pode ser deixado

de lado ou encostado

deve-se dar valor

 

Estamos no mesmo barco

de mãos dadas, abraçados

juntos e misturados

fazendo o que preciso for”

(trecho de “O que é preciso para realizar um sonho?”)

 

Natural de Belo Horizonte/MG e, hoje, com 12 anos de idade, Gabriel tem história musical recente.

A primeira música na voz de Gabriel Cheib, no universo do streaming, parece ser a clara luz que traduz a experiência de pai e filho, nessa jornada que, além de musical, fala de vida, de sonho e suor, de acreditar e construir: junto.

Mais que apresentar um novo talento, o olhar dessa história trata de legitimar a verdade do ser, perceber desejos e junto deles, garimpar dons.

O universo lúdico da infância e suas tantas expressões. Uma fase de transição para a adolescência. Descobertas do mundo, que sem cobranças, podem revelar algo muito mais genuíno ao caminhar.

Rafael Cheib e o filho, Gabriel, nos chegam com a leveza de deixarem-se fluir para além da calma, vida real, com sabor de alma. Lado a lado, num palmilhar que, aos nossos olhos, chega sereno, vão desvendando caminhos de convivência e cumplicidade. No aprendizado, o sopro da independência do jovem artista vem da brisa de dar tempo ao tempo. Na fé, na coragem na força, no exercício, o caminho da técnica, abre sua voz para a expressão dos sonhos. O canto de Gabriel vai surgindo, próprio, entre sorrisos, entreolhares, ritmos e cantorias.

 

Foi uma longa, apesar de rápida, jornada até suas primeiras aparições no Canal You Tube e redes sociais. O Instagram com 98,5 mil seguidores que foram chegando. Gabriel aproxima pelo carisma nato e suas verdades, enquanto seu cotidiano segue em frente. 

 

“O que é preciso para realizar um sonho?”, faixa na voz de Gabriel Cheib, tem composição, arranjos, direção musical, violão e violoncelo (virtual controlado por guitarra), de Rafael Cheib, pai do Gabriel, percussão de Ricardo Cheib. Mixagem do Bemol Studio. Ouça em: https://onerpm.link/957476038636

O clipe é assinado por Daniel Holanda, foi gravado em Sabará/MG.  

GABRIEL CHEIB, por Rafael Cheib

 

“Gabriel sempre viveu em ambiente muito musical. Sempre gostou de cantar, sempre cantei muito para ele nas refeições, nas brincadeiras, no dia a dia… 

No entanto, o Gabriel não sabia cantar (musicalmente falando) até 2019. Seus motivos e interesses próprios foram surgindo.

 

Em julho de 2019, estivemos no Hotel Tauá. Lá, aconteceu uma atividade recreativa denominada “The Voice Kids Tauá”. Uma dinâmica infantil, em   competição recreativa que reproduzia o programa “The Voice Kids Brasil”. As crianças se inscreviam, escolhiam a música na hora e dois músicos as acompanhavam. Ao final, o vencedor era escolhido pelas palmas dos hóspedes.

 

O Gabriel, que já era fã do programa, pediu para participar. Para a surpresa dos músicos, ele escolheu uma música que eles não conheciam. Enquanto as demais crianças pediam aquelas músicas que estavam “na moda”, o Gabriel escolheu a música “Passaredo”, de Chico Buarque. Ele, então, teve que cantar “à Capela” – ou seja, sem acompanhamento musical - e o público foi simplesmente ao delírio!  Não, exatamente, pela qualidade musical à época, mas pelo carisma, alegria, desenvoltura…O resultado: Gabriel venceu aquele concurso, com aplausos infinitos, com um barulho ensurdecedor da plateia. Ele ficou muito emocionado!!! Ganhou uma cesta enorme com diversos brindes do Tauá.  No dia seguinte, após toda aquela emoção, ele me disse: “pai, agora eu quero ganhar o The Voice Kids Brasil”! Minha resposta? “Ok, filho! Mas você terá que se preparar, treinar, praticar, ensaiar muito. Você topa o desafio?” E ele, prontamente, disse: “sim!!!”

 

Desde então, iniciamos uma rotina diária de treinamentos – onde também dei aulas de canto ao Gabriel -, com bastante foco e dedicação. Em setembro de 2019, foi aberta a inscrição para o The Voice kids 2021 e o Gabriel quis se inscrever. Não estava em condições de competir ainda, mas já tinha evoluído bastante, especialmente quanto à questão rítmica. Fiz a inscrição dele e continuamos treinando.

 

Em maio de 2020, percebi que o Gabriel já começava a ter condições de apresentar seu trabalho. Foi aí que eu disse para ele: “Filho, agora o que eu posso fazer para te ajudar é criar um canal no Youtube, para que outras pessoas te conheçam, compartilhem e possam te ajudar a realizar esse sonho”. Naquele mês, a música foi postada no Canal: “Dream on”. Aliás, tornou-se o tema do Camal. Acreditar no sonho, levá-lo a sério, tomar ações e medidas concretas para sua realização e, principalmente, “continuar sonhando”.

 

Desde então, continuamos treinando e a evolução do Gabriel é incrível! Cada dia melhor! Eu acredito, de forma muito concreta: um dia estará no The Voice Kids.

 

Para uma compreensão cronológica, vale assistir a esse vídeo. Revela muito da evolução musical em seu primeiro ano de treinos, comigo:

https://www.youtube.com/watch?v=Qoh89yn0qUU

 

Em Outubro de 2020, considerei que o Gabriel teria condições de fazer a primeira gravação em estúdio. O vídeo #gabrielcheibnothevoicekids, lançado em novembro de 2020 iniciou todo o processo para a popularidade dele, nas redes sociais. Um marco em sua história:

https://www.youtube.com/watch?v=7oNcutaV46c

 

Outro marco foi a aquisição de um Home Studio – apelidado por ele “O senhor velhinho estúdio”. Com o crescimento do Gabriel em desempenho e musicalidade, os vídeos do “dia a dia” passaram a contar com um registro mais fidedigno e com qualidade, para a apresentação de um trabalho consistente.

https://www.youtube.com/watch?v=K3RpgfrATdY

 

A evolução continua. Gabriel já se apresentou ao público algumas vezes e pretendo em breve fazer alguns pocket shows. Está se tornando realmente um cantor de “mão cheia”!

 

Outro marco importante foi a gravação de vídeos com artistas bastante conhecidos. Analu Sampaio, Mestrinho e Mãe Ana estão entre os artistas que já fizeram participações nos vídeos do Gabriel.

 

Nesse momento, mais um marco: uma música feita por mim em homenagem ao Gabriel e á essa jornada. A beleza da história na minha opinião é a perseverança, o carinho e a fé nos sonhos. Mas sempre lembrando, mais importante que o destino é a jornada. Curtir a jornada, não o resultado. Gabriel é um gênio, na mais pura acepção da palavra. E a coisa mais emocionante do mundo é ter uma banda com o próprio filho!

 

A música tem grande significado, pois, registra um ciclo, com grandes emoções, muito trabalho e muita diversão!”

 

O vídeo mais assistido foi o “Photograph” (Ed Sheeran): https://www.youtube.com/watch?v=BAR5ETp5LBQ São mais de 10 milhões de visualizações no Facebook e milhões de visualizações em outras redes sociais. Infelizmente, os vídeos que mais viralizaram foram repostados em perfis de terceiros sem identificação da autoria. A imagem do Gabriel tornou-se, contudo, bastante conhecida e disseminada nas redes sociais.

Vale conferir:

https://www.youtube.com/watch?v=6vay9rqH9hA

https://www.youtube.com/watch?v=X6PaszbbSSw

https://www.youtube.com/watch?v=v_p0knlRPn8

https://www.youtube.com/watch?v=X2Svg2yJisA

https://www.youtube.com/watch?v=XFtHW-Q8f_Q

https://www.youtube.com/watch?v=5G6-DF--HWE

https://www.youtube.com/watch?v=d8aNaRSqpb8

 

 

RAFAEL CHEIB 

Natural de Belo Horizonte Rafael Cheib é violonista, guitarrista e compositor.

Teve aulas com Celso Moreira, Guilherme Koeppel (UEMG), José Lucena Vaz e Maxwell Oliveira.

Em 2005, recebeu menção honrosa na Mostra de talentos UFMG.

Em 2006, foi Vencedor do Prêmio BDMG Jovem Instrumentista e ganhou uma bolsa de estudos com o violonista Celso Moreira pelo BDMG

Em 2007, foi agraciado com o quarto prêmio e menção honrosa no

Concurso nacional de violão Souza Lima.  

Violonista selecionado para participar do projeto Viva a Praça (BDMG)

Rafael Cheib atuou em importantes espaços culturais como integrante de diversos conjuntos musicais. A saber: em Belo Horizonte-MG: Auditório da Escola de Música da UFMG, Museu de Mineralogia de Minas Gerais, Auditório do Museu Abílio Barreto, Teatro Sesiminas, Teatro Santo Agostinho, Teatro Dom Silvério e  Teatro da Biblioteca Pública Estadual Luis de Bessa; no Rio de Janeiro-RJ: Museu da Repúbica ( Palácio do Catete) e em Lisboa-Pt: Casino Estoril.

O músico se apresentou ao lado de importantes nomes da música instrumental mineira, como Celso Moreira, Juarez Moreira, Cléber Alves, Mauro Rodrigues, Ivan Corrêa, entre outros. Tocou ao lado de diversos cantores e compositores: Paulinho Pedra Azul, Tadeu Franco, Gisella Gonçalves, Déa Trancoso e Aline Calixto, entre outros. Foi violonista e guitarrista do Trio Amadeus, além de manter projetos solo na música instrumental e na música erudita.

Já participou de diversas gravações como violonista e guitarrista convidado. Em seus próprios projetos destacam-se os dois discos gravados com Trio Amadeus, além de seu CD solo, voltado ao violão erudito.

 

O QUE É PRECISO PARA REALIZAR UM SONHO

Rafael Cheib)

 

Vem, vamos agora

Pois não se sabe a hora de chegar

Os olhos sempre atentos

Coração sempre aberto a observar

 

Um sonho inesperado

Não pode ser deixado

de lado ou encostado

deve-se dar valor

 

Estamos no mesmo barco

de mãos dadas, abraçados

juntos e misturados

fazendo o que preciso for

 

É preciso raça

É preciso gana

É preciso trabalho

É preciso suor

 

É preciso luta

É preciso chama

É preciso fé 

em Nosso Senhor

 

É preciso coragem

É preciso vontade

É preciso força

É preciso dor

 

É preciso esperança

É preciso luz

É preciso paz

É preciso amor

 

 

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