22 de mai de 2019

Heloísa Monteiro lança o livro “As sete etapas da abordagem integrativa transpessoal nos Círculos de Mulheres”


Será no dia 25 de maio, sábado, das 10h às 14h, no Floresça Café (Rua Rio Grande do Norte, 311, Santa Efigênia), o lançamento do livro “As sete etapas da abordagem integrativa transpessoal nos Círculos de Mulheres”, da escritora e idealizadora da Casa das Matryoshkas, Heloísa Monteiro de Moura Esteves. A publicação, pela Editora Êxito, é fruto do trabalho de conclusão do Curso de Pós-Graduação em Psicologia Transpessoal da Faculdade Vicentina e ALUBRAT – Campinas.
Em um ambiente com a acolhedora energia feminina, a autora vai falar sobre o livro e como ele pode contribuir para as mulheres que são, ou pretendem ser, guardiãs de Círculos de Mulheres. Durante o bate-papo haverá um delicioso brunch, com sistema de cartela individual.
Desde 2007 venho atuando como focalizadora de Círculos de Mulheres! Este ofício foi acontecendo de forma empírica, com erros e acertos, pois, quando comecei, não havia praticamente referência sobre tal atividade. Ao cursar a Pós Graduação em Psicologia Transpessoal, tomando conhecimento da Abordagem Integrativa Transpessoal, elaborada pela Professora Vera Saldanha, percebi que poderia propor um embasamento teórico para o trabalho com Círculos de Mulheres a partir da referida abordagem. Na tentativa de orientar as mulheres que trabalham como focalizadoras de Círculos de Mulheres, escrevi este pequeno manual, com propostas de temas a serem trabalhados em cada encontro, sob a perspectiva da Psicologia Transpessoal. A ideia? Demonstrar que os Círculos de Mulheres não são mero modismo e que podem ser conduzidos a partir de um viés acadêmico, sem perder a espontaneidade. Quer saber um pouco mais? Vem no lançamento do meu livro e participe da nossa roda de conversa!” (Heloisa Monteiro, autora do Oráculo das Matryoshkas e do livro As Sete Etapas da Abordagem Integrativa Transpessoal nos Círculos de Mulheres). 

Heloísa Monteiro de Moura Esteves é mineira, de Belo Horizonte. Bacharel em Direito e especialista em Direito Constitucional pela UFMG.  Servidora aposentada do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Foi professora de cursos de Graduação e de Pós-Graduação/ Direito, autora de livros e artigos sobre direito processual civil.
Cursou a Formação Holística de Base (FBH) na UNIPAZ/MG e  é aspirante do CIT – Colégio Internacional de Terapeutas. É Praticante de Registros Akáshicos certificada pelo Center for Akashic Studies (Linda Howe, Founder and Director), e Moon Mother Nivel 3 e Mentora, iniciada por Miranda Gray. Conduz grupos de mulheres na Bênção do Útero.e também faz atendimento individual para mentoria, bênção e cura do útero. Coordena a Casa dasMatryoshkas. Ministra oficinas com enfoque nos temas do Feminino, dentre elas a Oficina das Matryoshkas: ancestralidade e intuição no caminho de volta pra casa, a Oficina Cinderela e o Feminino Excluído e a Oficina Vivência Ùtero Sagrado e a Força do Dragão.
Criadora do programa Desvelando e Empoderando a sua Matryoshka, de empoderamento da mulher e reconexão com o Sagrado Feminino. Guia de grupos para percorrer o caminho de Maria Madalena na Provence e para participar da Festa Cigana em homenagem à Samta Sara no Sul da França, em parceria com Mariella Miranda.
Concluiu a Pós graduação em Psicologia Transpessoal na ALUBRAT – Associação Luso Brasileira de Transpessoal, em Campinas e esse livro é o seu trabalho de conclusão de curso, apresentado em 2018. É autora do Oráculo das Matryoshkas, publicado pela Éxito Editora, em 2016.
Casa das Matryoshkas
Situada em Belo Horizonte, é um espaço acolhedor e lúdico para trabalhar com as mulheres que buscam a reconexão com o Sagrado Feminino. Na Casa acontecem, dentre outros eventso, desde fevereiro de 2010, as reuniões do Círculo Sagrado de Mulheres Encontros com Madalena, do qual Heloísa Monteiro é a guardiã.

6 de mai de 2019

BERNARDO FRÓES BICALHO lança o livro FAZENDA CACHOEIRA - AFETO E INOVAÇÃO NO VALE DO SANTO ANTÔNIO



Será no dia 11 de maio, sábado, das 11h às 14h, na Livraria da Rua (Rua Antônio de Albuquerque, 913 – Savassi) a sessao de autógrafos e lançamento do livro FAZENDA CACHOEIRA - AFETO E INOVAÇÃO NO VALE DO SANTO ANTÔNIO,  do escritor e jornalista  Bernardo Fróes Bicalho.  

Fruto de vasta pesquisa do escritor, a primorosa publicação inclui ilustrações da artista plástica Yara Tupynambá e fotos de Sylvio Coutinho, do acervo familiar e de José de Paula O livro possui 320 páginas e, ao final, uma árvore genealógica da família do Coronel Moreira, pai da Dona Rosinha.

SINOPSE
Após o casamento de Antônio Quintão de Andrade com a filha do Coronel Moreira, ele e seu irmão, Felicíssimo Quintão construíram, em 1896, a Fazenda Cachoeira. Ela era autossustentável.  Só precisavam ir à cidade para comprar sal, querosene ou para chamar um médico. Na sala de jantar, tem um painel pintado pelo José Júlio, um pintor da região, em 1925, que ficou morando lá, com a família, durante seis meses.
Dentistas, médicos e cabeleireiros ficavam meses na fazenda, tratando dos moradores, empregados e das outras pessoas da região.
Com a morte de Antônio Quintão, sua esposa, Rosa Moreira Quintão (mais conhecida como Dona Rosinha) terminou a construção da Fazenda Cachoeira. Ela não queria que sua filha caçula, Maria Moreira Quintão, estudasse fora, como os outros. Para isso, contratou uma professora e construiu uma escola perto da fazenda para que ela e os outros meninos da região aprendessem.
É sobre essa fazenda, sempre pioneira, que eu falo nesse livro, contando, também, histórias das pessoas que lá viveram ou frequentaram, com seus casos e “causos”.
Ela reflete o ciclo do café e da cana-de-açúcar em Minas Gerais, estando localizada na região da Estrada Real e nos caminhos dos bandeirantes e dos mascates.
Hoje, recuperada, a fazenda abriga um projeto pioneiro de genética de gado Gir Leiteiro, o PMG2B, já com 10 anos no mercado.
Com ilustrações da pintora Yara Tupynambá e muitas fotos de Sylvio Coutinho, do acervo familiar e de José de Paula, o livro possui 320 páginas e, ao final, uma árvore genealógica da família do Coronel Moreira, pai da Dona Rosinha.


O ESCRITOR
Bernardo Fróes Bicalho, 34 anos, formado em jornalismo pela Estácio de Sá, pós-graduado em Comunicação e Cultura pela Uni-BH e Língua Portuguesa pela PUC-MG. Escreveu, em 2014, seu primeiro livro: Marcos Noronha, Do Chão aos Sonhos, biografia de Marcos Noronha. Atualmente, tem uma página no Facebook que mostra os bastidores do Programa Arrumação.

Lançamento do livro
FAZENDA CACHOEIRA - AFETO E INOVAÇÃO NO
VALE DO SANTO ANTÔNIO, de Bernardo Fróes Bicalho
11 de maio, sábado, das 11 às 14 horas.
Livraria da Rua - Rua Antônio de Albuquerque, 913 – Savassi
ENTRADA FRANCA

5 de mai de 2019

25 anos sem Sérgio Sampaio


No mês do falecimento do compositor, 
Sérgio Moreira canta sua memória, história e inspiração, 
em show com Rogério Delayon

No dia 10 de maio, sexta-feira, às 20h, o cantor e compositor Sérgio Moreira, acompanhado pelo violonista Rogério Delayon, sobe ao palco do Sayô (Rua Bernardo Guimarães, 2598 – Santo Agostinho – BH). O show “Tributo a Sérgio Sampaio” marca os 25 anos de morte do músico.

MOREIRA E SAMPAIO
A amizade surgiu, a partir de um encontro, no Bar do Violeiro, em 1981, no Rio de Janeiro. Na época, Sérgio Sampaio morava no Leblon. Sérgio Moreira  e o ídolo, que o impactou, pela primeira vez, em 1972, no Festival Internacional da Canção, começariam uma amizade que gerou correspondências e até um show dos dois, juntos, em Carlos Chagas. 

O compositor capixaba Sergio Sampaio (1947-1994), foi nome marginalizado na música, durante seu tempo de vida.  As composições futuristas tornariam-se atemporais e eternas. Clássicos como “Eu quero é botar meu bloco na rua”, hoje, dispensam apresentações. 
Em vida, Sérgio Sampaio lançou os discos Eu quero é botar meu bloco na rua (1972), Tem que acontecer (1976) e Sinceramente (1982). Cruel, o álbum póstumo, saiu em 2009.

“As letras de Sérgio Sampaio pontuam dramas existenciais, às vezes com olhar amargo. Suas melodias eram livres e simples. Ao lado da dramaticidade uma forma objetiva de impor o entendimento das coisas. A palavra é a chave desse grande músico. ” (Sergio Moreira)

No show do dia 10, Moreira canta Sampaio em surpresas especiais. E inclui composições garimpadadas de Sampaio canções de Sérgio, como Traçado e Avenida Amazonas, com forte influência de Sampaio. 

Reserve seu lugar: 31 991400588