28 de jul de 2014

ANTONIO VILLEROY LANÇA SAMBOLERIA EM BH

(foto: Leo Aversa)

Será no dia 22 de agosto, sexta-feira, às 21h, no Teatro Bradesco (R. da Bahia, 2244 – Lourdes – BH – MG - 31 3516-1360), o show de lançamento do CD “Samboleria” (Sony Music), de Antonio Villeroy.

O álbum, que tem ênfase em sambas, boleros e outros ritmos latinos, é o sétimo da carreira do artista e será apresentado na íntegra junto a canções que consagraram Antonio como um dos mais solicitados compositores do Brasil na atualidade.

Villeroy sobe ao palco com sua banda e o show traz, ainda, a participação especial de Marcus Viana, que emprestará a bela sonoridade de seu violino para os temas de Antonio, incluindo solos e improvisos.

No repertório, as recém lançadas: Ponto com e Sem, (parceria com Moraes Moreira), Te Vês Tan Bien (parceria com o colombiano Jorge Villamizar), Fast Folhinha e O Peixe Quer Água, entre outras. No rol das conhecidas, Recomeço (que integrou a trilha da novela Em Família), Pra Rua Me Levar, Amores Possíveis e Una Loca Tempestad (em espanhol).

ANTONIO VILLEROY é um dos maiores hit makers da atualidade.Além de interpretar suas criações, tem mais de 150 canções gravadas por nomes como Belchior, Ednardo, Gal Costa, Ivan Lins, Maria Bethânia, Maria Gadú, Mart’nália, Moska, Paula Lima, Preta Gil,  Seu Jorge e, entre outros artistas, Ana Carolina, que já gravou 27 canções de sua autoria, incluindo os mega hits  Rosas, Uma Louca Tempestade e Pra Rua Me Levar. Vale lembrar, ainda,  Garganta, o mega sucesso que lançou a cantora ao estrelato, composto no Café Belas Artes Liberdade, durante um show de Ana, quando a artista ainda começava sua carreira.

Os Ingressos: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia-entrada),  já se encontram à venda na  bilheteria do Teatro, de segunda a sábado, das 12h às 20h; e domingo, das 12h às 19h. E no site: Ingresso Rápido.

SAMBOLERIA, sétimo CD autoral de Antonio Villeroy, foi gravado com financiamento coletivo obtido através da plataforma Sibite. Os fãs se mobilizaram e levantaram R$ 85.000 o que possibilitou realizar uma produção de alto nível.

Como o próprio nome sugere, o disco apresenta uma ênfase em sambas e ritmos de sabor latino, não apenas com referências à região do pampa onde nasceu o compositor, mas também acrescidas de cores ibéricas e centro americanas.

No repertório, canções inéditas em português e espanhol, apresentando parcerias com Moraes Moreira (Ponto Com e Sem) , João Donato (Uni Duni Tê em que João faz participacão especial tocando seu inconfundível piano). o americano Don Grusin (também atuando no CD em El Guion), o cubano Descemer Bueno e o colombiano Jorge Villamizar, entre outros artistas.
  
O disco conta ainda com as participações especiais de Mart’nalia e da cantora argentina Dolores Solá. Martina canta com Antonio o samba bossa canção, Germinal do Samba, que conta um pouco da história do gênero musical brasileiro por excelência e Dolores, que faz parte da nova cena tangueira de Buenos Aires,  divide o microfone na canção título do disco.

Além das mencionadas participações especiais, o disco ainda conta com as performances de excelentes músicos como Marco Lobo, Gastão Villeroy, Daniel Jobim, Pretinho da Serrinha, Davi Moraes, David Felman, Nicolas Krassik, Bebê Kramer, Leonardo Amuedo, Jessé Sadoc, Eduardo Neves, Maycon Ananias, Rafael Barata, Thiaguinho Silva, Mauro Refosco, os vocais de Analimar Ventapane e Maira Freitas entre outros grandes artistas.

Com produção de Antonio Villeroy e Berna Ceppas, o álbum foi gravado entre junho e outubro de 2013 nos estúdios Maravilha 8 e Monaural e será lançado, no final de maio, pela Sony Music,  em todo Brasil e América de língua hispânica.

DISCOGRAFIA DO ARTISTA:
Totonho Villeroy (1991)   Independente
Trânsito (1995)  Independente
Juntos 1: Com Bebeto Alves, Gelson Oliveira e Nelson Coelho de
                Castro (1998)   Atração
Juntos 2 : Idem (2001)    Som Livre
Totonho Villeroy (2000) Independente
Totonho Villeroy ao vivo (2004) Pic Music
Sinal dos Tempos ao vivo (CD/DVD, 2006)  Warner Music
José (2010) Biscoito Fino
Samboleria (2014)  Sony Music
                                                                                

ANTONIO VILLEROY
show de lançamento do CD “Samboleria”
22 de agosto, sexta-feira, 21h
Teatro Bradesco
Rua da Bahia, 2244 – Lourdes – BH – MG - 31 3516-1360
Ingressos: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia-entrada)
já à venda na  bilheteria do Teatro e no site: www.ingressorapido.com.br
PRODUÇÃO: VICENTE GOMES


Dona Jandira - 10 anos de carreira



Dona Jandira realiza o show "Dona Jandira 10 Anos", consolidando sua vitoriosa trajetória.
Iniciou sua carreira aos 66 anos de idade, e desde então tem nos apresentado o que há de melhor da música brasileira, interpretando grandes clássicos de Ary Barroso, Ataulfo Alves, Tom Jobim e também atuando junto a compositores da nova geração. Neste período realizou com sua banda, composta de músicos do mais alto nível, mais de trezentos shows percorrendo as mais importantes cidades de Minas Gerais, e importantes capitais do país como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Recife.
Seu trabalho foi registrado em diversos programas de rádio e tv,  como Brasil das Gerais (Roberta Zampetti), Globo Horizonte (Renata do Carmo), Sr. Brasil (Rolando Boldrin), Samba na Gamboa (Diogo Nogueira), e no seu CD Dona Jandira em 2008 em no DVD Dona Jandira ao Vivo lançado em 2012 com importantes participações de Sérgio Moreira, Paulinho Pedra Azul, Cléver Bambu, Marco Lobo e Luiz Melodia. Neste show, Dona Jandira, apresentará uma retrospectiva de sua carreira e contará com os convidados Acir Antão, Sergio Moreira e Cléver Bambu.
A banda que a acompanha: José Dias (baixo), Fernando Rodrigues (violão, cavaquinho e guitarra), Jairo Lara (sax e flauta), Aloysio Ribeiro (percussão) e Fernando Delgado ( bateria).
“A sua presença é muito importante, pois também contribuirá para que Dona Jandira possa se apresentar no Nordeste”.
Evento: Dona Jandira - 10 anos.
Data: 1º de agosto
Hora: 21h
Local: Teatro Francisco Nunes – Av. Afonso Pena (Parque Municipal).

Ingressos: R$40,00 (inteira), R$20,00 (meia). 

18 de jul de 2014

NOTURNO NOS MUSEUS TERÁ A FAMÍLIA KUBITSCHEK!




No dia 18 de julho, sexta-feira, BH sedia o "Noturno nos Museus",  onde, com entrada franca, o  público terá acesso  a mais de 30 museus da capital, com direito a exposições, oficinas de arte, exibições de vídeos, instalações culturais, shows, apresentações de dança, espetáculos teatrais, entre outras atrações.
Uma das atrações especiais é a presença da Família Kubitschek! O trio formado por Juscelino Kubitschek (Walber Braga Jr.), Sarah Kubitschek (Márcia Francisco) e Márcia Kubitschek (Gabriela Francisco) estará na Casa Kubitschek  (Av. Octacílio Negrão de Lima, 4188  -  31 3277-1586), na Pampulha, anfitrionando o público durante toda a noite e animando o já tradicional Bloco carnavalesco "Atrás do Jacaré", da Celinha Braga Oficina de Música, que traz marchinhas tradicionais em proposta de alegria e inclusão.  A homenagem feita pelos três artistas é sempre foco de atenção especial do público, pela delicadeza e elegância com que representam a família em bem-humorada homenagem, caracterizados com estilo e bom gosto.
A Casa Kubitschek receberá durante o evento: 
17h30 Exibição de Audiovisual – O Mito, o Rito e o Popular na Pampulha Moderna 
19h30 Sarau Tropeiro Literário - Sueli Pereira da Silva 
20h30 Teatro In-sã: O Universo do Rosário em Nós – Grupo UP3 – União Performática Pessoas da Pessoa 
21h30 Performance Tradições da Pampulha Velha – Manoel Reis 
22h30 Performance audiovisual Memórias Líquidas, Sonho Modernista – Lise e Samuel Mendes 
23h15 Bloco Atrás do Jacaré – Celinha Braga 
Obs: Nos intervalos das atividades serão realizadas visitas orientadas. 




DALÍ: AQUI EM BH

 Obras de Salvador Dalí inspiradas na"Divina Comédia" estão em exposição em Belo Horizonte a partir de 18 de julho 
As 100 gravuras que retratam a obra prima de Dante Alighieri podem ser vistas até 17 agosto, com entrada gratuita, na Academia Mineira de Letras

Belo Horizonte recebe a partir de 18 de julho a exposição "Dalí - A Divina Comédia". Em cartaz na Academia Mineira de Letras até 17 de agosto, a mostra conta com 100 ilustrações do mestre do surrealismo, Salvador Dalí, para uma das principais obras da literatura universal, "A Divina Comédia", de Dante Alighieri
Salvador Dalí (1904-1989) criou uma centena de aquarelas - uma para cada um dos poemas épicos que compõem a obra - entre 1950 e 1960 por encomenda do governo italiano, no âmbito das comemorações dos 700 anos do nascimento de Dante(1265-1321). As gravuras percorrem a viagem imaginária do poeta, desde os círculos infernais, acompanhado por Virgílio, até ao centro da terra, onde encontra Lúcifer. Depois regressando à superfície terrestre, sobe a montanha do purgatório para, guiado pela sua amada Beatriz, ser admitido no paraíso.


(fotos: Márcia Francisco) 

A proposta visual da exposição respeitou a estrutura sequencial dos cantos do Poema Sagrado de Dante. A primeira sala é dedicada ao Inferno, com 34 imagens, um segundo espaço corresponde ao Purgatório, e o terceiro ao Paraíso, com 33 quadros cada. Proveniente de uma coleção privada da Espanha, o acervo de gravuras pretende conduzir o público a uma viagem a partir desse diálogo enriquecedor entre literatura e artes visuais.
A Divina Comédia - Dante e Dalí
Para Dante, homem-síntese da Idade Média, a finalidade da vida humana era buscar o bem e a verdade, que só em Deus se encontravam - a obra seria uma forma de despertar nos homens valores morais e a consciência da redenção.O olhar de Dalí, por sua vez,não fica limitado a uma interpretaçãoliteral da história do texto, mas explora o potencial metafórico das palavras de Dante, que é expandido para um fluxo de imaginaçãopróprio do pintor catalão, que tanto rompe padrões como combina harmoniosamente estilos que vão do classicismo greco-romano aobarroco e surrealismo, criandoseu próprio universo da Divina Comédia.
Dalí pintou as obras e trabalhou por cinco anos em um sistema para que estas pudessem ser reproduzidas mecanicamente. Para issoteve ajuda dos gravadores Raymond Jacquet e Jean Taricco, que fizeram 35 placas com 3500 blocos xilográficos para reproduzir as aquarelas peça por peça. Nos anos 60, as xilogravuras foram publicadas em forma de livro por uma editora francesa ilustrando em seis volumes as obras completas com o texto de Dante.Essa exposição é realizada com o exemplar 283 desse conjunto de ilustrações.
"Dalí - A Divina Comédia", que estreou em julho de 2012no Rio de Janeiro - passando posteriormente por Curitiba, Recife, São Paulo e Salvador -, é uma rara oportunidade de ver o trabalho do artista espanhol, que também retratou outras obras da literatura de autores como André Breton e Miguel de Cervantes ("Dom Quixote"). Se aprofundar mais na poética de Dante, cuja "Divina Comédia" também já foi retratada por mestres como Botticelli, Doré, Bouguereau e Barceló, ajuda a entender a força e a permanência de imagens poéticas presentes no imaginário popular e que tiveram origem na obra do italiano.
A exposição conta com patrocínio da White Martins e apoio da Academia Mineira de Letras.
Dalí - A Divina Comédia
Quando: 18 de julho a 17 de agosto, visitação de quarta a domingo, de 9hàs 19h
Onde: Academia Mineira de Letras (Rua da Bahia,1466 – Centro)
Quanto: entrada gratuita
Classificação: livre
Informações adicionais: (31) 3222-5764

NOTA ARCO-IRIS GERAIS:
"Aberta na noite de ontem, a exposição "Dali - A Divina Comédia", em cartaz na Academia Mineira de Letras, é imperdível. Obras que, certamente, nós, o público geral, não teria acesso. A forma própria como ele recria aspectos da "Divina Comédia" dantesca, mostra um artista único, muito além da proposta de um simples ilustrador. Um mestre. Assim são os mestres. Olhando a sequência, mergulhada no universo do artista, quase aludi a uma autobiografia. Será? Seja como for, é de emocionar. E, o Olavo Romano brilhando na gestão da AML. A galeria concebida por Gustavo Penna, há anos, finalmente inaugurada. Com louvor. Nós (e a Cultura mineira) agradecemos." (Márcia Francisco, jornalista e escritora - editora Arco-Iris Gerais)

VIVA OS MESTRES!


de 07 a 09 de agosto evento celebra Villa-Lobos, Chopin e Strauss interpretados por grandes nomes da música nacional e internacional


Belo Horizonte sedia, entre os dias 7 e 9 de agosto, quinta a sábado, sempre às 20h30, no Teatro Bradesco (Rua da Bahia, 2244 - Belo Horizonte  MG) “Viva os Mestres” -  importante festival que vai celebrar os 55 anos de morte de Villa-Lobos, 165 anos de morte de Frédéric Chopin e 150 anos de nascimento de Richard Strauss.

O evento, idealizado e produzido pela Karmim , com os beneficios da Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem o  patrocínio do Instituto Unimed BH.
Os ingressos já se encontram à venda e têm valor promocional de compra conjunta para os três dias, que reúnem, no palco, um time de músicos nacionais e internacionais de precioso valor musical: www.ingressorapido.com.br
As obras musicais dos grandes mestres são pilares da história cultural, humana e musical da humanidade. Os compositores contemporâneos tornam-se também grandes mestres porque se inspiram no passado; como Villa-Lobos se inspirou na obra de Bach, Tom Jobim na obra de Villa-Lobos, formando uma rede de recriação musical. Gênios como Bach, Ary Barroso, Tom Jobim, Chiquinha Gonzaga, Garoto, Chopin, Guerra Peixe, Villa-Lobos, entre outros, estão para a humanidade assim como os 10 mandamentos da lei de Deus. São estruturas para a formação do ser humano, por isto, a obra desses compositores deve ser ouvida e re-ouvida pelas gerações atuais, sempre que possível. ‘Viva os mestres’ chega para valorizar esta premissa de levar a boa música ao público, tão merecedor de bons sons”, destaca Carminha Guerra, da Karmim.

INTÉRPRETES
Na abertura, quinta-feira, dia 07, acontece o Recital de Violão Turíbio Santos e os convidados: Fernando Araújo, Celso Faria e Gilvan de Oliveira (violões) e Mauro Rodrigues (flauta), celebrando 55 anos de morte de VILLA-LOBOS.
Na sexta-feira, dia 08, “Viva os mestres” apresenta  Recital de Piano com Giulio Draghi e Luiz Gustavo Carvalho, pelos 165 anos de morte de Frédéric Chopin.
Finalizando a série, o programa do sábado, dia 09, celebra 150 anos de nascimento de Richard Strauss, em Recital de Cordas e Canto, com os intérpretes:  Baptiste Rodrigues (violino), Eliseu Barros (viola), Svetlana Tovstukha (cello), Luiz Gustavo Carvalho (piano) e Eliane Coelho (soprano).

MUITOS BRILHOS
Cada dia revela valores de singular importância no contexto da série:

O primeiro dia de "Viva os Mestres" traz Turíbio Santos, que tão brilhantemente resgatou a obra de Villa-Lobos. Vale lembrar que foi o primeiro a gravar o mestre, interpreta os cinco prelúdios. O programa leva ao público, encontro de gerações e personalidades do instrumento, unindo Turíbio aos violões de Fernando Araújo e Celso Faria em seleção cuidadosa. De Villa-Lobos, “O Trenzinho do Caipira” não poderia faltar, mas, se não bastasse chegar com interpretação peculiar de Gilvan de Oliveira, vem seguido de uma composição do próprio Gilvan,  Ciranda do Trem.A flauta de Mauro Rodrigues, se une ao violão, para juntos, executarem Ária das Bachianas Brasileiras nº 5.

Giulio Draghi e Luiz Gustavo de Carvalho, dois exímios pianistas brasileiros, se unem com primazia no programa da segunda  noite. Sabe-se que, no início do século dezenove, a maioria dos pianos possuía somente seis oitavas e estavam longe dos amplos e modernos recursos sonoros e mecânicos dos atuais pianos de concerto. Por isso, é hoje uma tarefa rara e hercúlea executar,em um único recital, o ciclo dos 24 estudos de Chopin, por Giulio Draghi.  A noite prossegue com aspectos louváveis da  interpretação de Luiz Gusravo Carvalho . A “Polonaise-Fantaisie” op. 61, de 1846, apresenta tanto avanço sobre as outras polonaises que o autor teve dúvidas de como nomeá-la.  Chopin praticamente recriou o gênero cultivado por ele desde os sete anos ao entremear o ritmo caloroso da dança de seu país com momentos de profunda reflexão.
No último dia do evento, o virtuoso quarteto para piano, violino, viola e violoncelo, traz a oportunidade especial de ouvir a premiada violoncelista russa, Svetlana Tovstukha. A noite reserva, ainda, um mimo especial para o público: radicada na Alemanha, a cantora brasileira Eliane Coelho, cantora da Ópera de Viena, volta ao Brasil a convite da Orquestra de São Paulo e, então, atende ao chamado da Karmim para integrar o programa de “Viva os Mestres”, interpretando as celestiais canções de Richard Strauss.
PROGRAMA
07 de agosto, quinta-feira, 20h30
RECITAL DE VIOLÃO TURÍBIO SANTOS E OS CONVIDADOS:
Fernando Araújo, Celso Faria, Gilvan de Oliveira (violões)
Mauro Rodrigues (flauta)
celebrando 55 anos de morte de VILLA-LOBOS
Heitor Villa-Lobos
(1887-1959)
Cinco Prelúdios para Violão
I. Andantino expressivo, em mi menor
II. Andantino, em mi maior
III. Andante, em lá menor
IV. Lento, em mi menor
V. Poco animato, em ré maior
Dos “12 Estudos para violão”
Estudo nº8 - Modéré, em dó sustenido menor
Estudo nº1 - Allegro non tropo, em mi menor
Estudo nº7 - Très animé, em mi maior
Choros nº1 - Quasi andante, em mi menor

Turíbio Santos, violão
Cirandas (arr. Cuervas-Pujol)
Teresinha de Jesus
A Canoa virou
Francisco Mignone (1897-1986)
Lundu para dois violões
Radamés Gnattalli (1906-1988)
Da “Suíte Retratos”
Ernesto Nazareth (valsa)
Chiquinha Gonzaga (corta-jaca)

Fernando Araújo e Celso Faria, violões

Heitor Villa-Lobos
O Trenzinho do Caipira
Gilvan de Oliveira/Lido Loschi
Ciranda do Trem
Heitor Villa-Lobos
Ária das Bachianas Brasileiras nº5

Mauro Rodrigues, flauta transversal
Gilvan de Oliveira, violão


08 de agosto, sexta-feira, 20h30
RECITAL DE PIANO GIULIO DRAGHI E LUIZ GUSTAVO CARVALHO
celebrando 165 anos de morte de Frédéric Chopin
Frédéric Chopin
(1810-1849)
24 Estudos
Opus 10
1. Estudo em dó maior
2. Estudo em lá menor
3. Estudo em mi maior
4. Estudo em dó sustenido menor
5. Estudo em sol bemol maior
6. Estudo em mi bemol menor
7. Estudo em dó maior
8. Estudo em fá maior
9. Estudo em fá menor
10. Estudo lá bemol maior
11. Estudo em mi bemol maior
12. Estudo em dó menor

Opus 25
1. Estudo em lá bemol maior
2. Estudo em fá menor
3. Estudo em fá maior
4. Estudo em lá menor
5. Estudo em mi menor
6. Estudo em sol sustenido menor
7. Estudo em dó sustenido menor
8. Estudo em ré bemol maior
9. Estudo em sol bemol maior
10. Estudo em si menor
11. Estudo em lá menor
12. Estudo em dó menor

Giulio Draghi, piano

Polonaise op.26 nº1
Valsa op. 64 nº3
Prélude op. 45
Polonaise-Fantaisie op. 61
Berceuse op. 57
Mazurkas op. 59
Polonaise op. 53 (Heróica)

Luiz Gustavo Carvalho, piano

09 de agosto, sábado, 20h30
RECITAL DE CORDAS E RECITAL DE CANTO
Baptiste Rodrigues (violino), Eliseu Barros (viola), Svetlana Tovstukha (cello), Luiz Gustavo Carvalho (piano), Eliane Coelho (soprano)
celebrando 150 anos de nascimento de Richard Strauss
Richard Strauss: Romance para violoncelo e piano
Richard Strauss: Sonata op. 6 para violoncelo e piano
Richard Strauss: Quarteto para piano, violino, viola e violoncelo op. 13
>Intervalo
Richard Strauss: Canções
An die Nacht  op.68 nr 1
Ich wollt ein Sträusslein binden  op.68 nr 2
Befreit op 39 nr 4
Die Nacht  op 10 nr 3
Die Zeitlose op 10 nr 7
Allerseelen  op 10 nr 8
Cäcilie  op 27 nr 2

Eliane Coelho,soprano
Luiz Gustavo Carvalho,piano
VIVA OS MESTRES
grandes intérpretes da música brasileira e internacional,
em recitais de violão, piano, cordas e canto

55 anos de morte de Villa-Lobos
165 anos de morte de Frédéric Chopin
150 anos de nascimento de Richard Strauss

7 a 9 de agosto, quinta a sábado, sempre às 20h30
Teatro Bradesco
Rua da Bahia, 2244 - Belo Horizonte  MG
Ingressos já à venda através do site www.ingressorapido.com.br

R$40,00 – quarenta reais – inteira
R$20,00 – vinte reais – meia entrada
ATENÇÃO:
Preço promocional na compra conjunta de ingressos
para recitais dos dias 07, 08 e 09 de agosto:
R$100,00 – cem reais – inteira
R$50,00 – cinqüenta reais – meia entrada

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA E INFORMAÇÕES ADICIONAIS:


DRAMATURGO E ATOR MAURO GHOÑA LANÇA O LIVRO "A SAGA BAÇÔNICA


No domingo, dia 20 de julho, às 16h, dentro da programação oficial do Festival de Inverno de São Gonçalo do Bação - distrito de Itabirito/MG,   acontece o lançamento do livro "A saga baçônica", do ator e dramaturgo Mauro Ghoña, fundador e diretor do Grupo de Teatro São Gonçalo do Bação.   O evento tem entrada franca e acontecerá na Casa de Apoio (esquina da Rua das Pimentas - Praça da Matriz - São Gonçalo do Bação).  No dia do evento, o livro será comercializado a R$20,00 (vinte reais).

Mauro Ghoña, é o  nome artístico de Mauro Antônio de Souza, que  nasceu em
São Gonçalo do Bação, distrito de Itabirito-MG, em 1952. Formado em Odontologia, em 1980, pela UFMG exerceu a profissão até 2012. Ingressou no teatro em 1983, através do Curso de Artes Cênicas – Belo Horizonte – MG. Vive atualmente em São Gonçalo do
Bação onde criou e dirige o Grupo de Teatro São Gonçalo do Bação desde 1997, atuando também como ator, diretor, pesquisador e dramaturgo. Escreveu e dirigiu os espetáculos A
Saga Baçônica, Derrama lá entorna cá!, Dolores é a veia, Auto de Natal, Dominus Tecum, Teatro de Variedades, entre outras montagens e adaptações de peças de outros


autores.

A Saga Baçônica  
(por Mariza Barros) 

A Saga Baçônica?
O que é A Saga Baçônica?
Para muitos, uma peça de teatro. Para outros, a história de um povoado representada por seu próprio povo. Para o Grupo de Teatro São Gonçalo do Bação, é mais que a materialização de um sonho, é o instrumento que lhe garante identidade e afirmação como grupo. O Grupo de Teatro São Gonçalo do Bação foi criado em 1997, pelo cirurgião dentista Mauro Antônio de Souza, conhecido como Mauro Ghoña. O marco da iniciação do grupo foi a encenação da Paixão de Cristo, apresentada nessa data. A partir de então, o grupo passou a desenvolver um trabalho de pesquisa sobre a História do Bação, distrito do município de Itabirito-MG, localizado a aproximadamente 70km da capital mineira. Essa pesquisa passou a embasar e dar conteúdo às peças encenadas pelo
grupo. Nesse contexto encenaram:
- A Saga Baçônica (1998)
- Dolores é a veia (2000)
- Derrama lá, entorna cá! (2003)
Atualmente o Grupo de Teatro São Gonçalo do Bação conta com uma equipe de 40 participantes, elenco e técnicos, com idade entre 8 e 96 anos, todos moradores da comunidade. 
Desde 1999, o grupo realiza anualmente o Festival de Inverno de São
Gonçalo do Bação, ocasião em que todos vivenciam novas experiências e interagem.

SINOPSE:

A Saga Baçônica é relato de memória histórica, fruto de pesquisa realizada com moradores de São Gonçalo do Bação através de relato oral, registro oficial do Arquivo Público Mineiro e do Arquivo Público de Ouro Preto, Livro Tombos da Matriz de São Gonçalo e Biblioteca Municipal de Itabirito. A história se passa na região dos afluentes do Rio Itabirito, alto Rio das Velhas, no século XVIII. O português de nome Antônio Alves Bação ergueu, em 1740, uma capela em honra do santo português – São Gonçalo – e a partir daí o arraial foi se desenvolvendo.

XVI FESTIVAL DE INVERNO DE SÃO GONÇALO DO BAÇÃO

Um super festival idealizado pelo Grupo de Teatro São Gonçalo do Bação, acontece no Inverno mineiro, em São Gonçalo do Bação, distrito de Itabirito/MG. O evento  potencializa e integra a diversidade das expressões culturais, individuais e coletivas, através do intercâmbio de experiências e conhecimento dos participantes. Teatro, artesanato, cinema, música, ecologia e dança. Participe! Evento gratuito.
Confira toda a programação em: http://festivalinvernobacao.blogspot.com.br
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