16 de dez de 2014

ENTREGA DA MEDALHA CALMON BARRETO


















O Governo do Estado de Minas Gerais promoveu a solenidade de outorga da Medalha Calmon Barreto, realizada na noite desta segunda-feira (15), no Tauá Grande Hotel. O governo foi representado pela secretária de Estado de Cultura, Eliane Parreiras. O evento que também teve à mesa, entre outras autoridades:  a Secretária de Turismo, Regia Cortes, o prefeito, Aracely de Paula e a vice-prefeita do Município, Lidia Jordão, contou com um impecável cerimonial e apresentações culturais musicais representativas da região. 




  














Essa é a 15ª edição da Medalha, que homenageia, personalidades  por suas atuações pelo desenvolvimento das atividades culturais e turísticas de Minas Gerais, contribuindo para o fortalecimento desses segmentos no Estado. Uma das 10 agraciadas, a juiza Diva Dorothy Safe de Andrade Carneiro, revelou mais uma vez seu valor em prol da cultura, Caminhante da Estrada Real e escritora, Dorothy é autora de quatro livros sobre a Estrada Real. Um deles com edição bilíngue. Todos ressaltam peculiaridades e riquezas naturais e culturais do caminho que é candididato à Paisagem Cultural da Humanidade.

11 de dez de 2014

Diva Dorothy Safe de Andrade Carneiro recebe medalha Calmon Barreto


A juíza Diva Dorothy Safe de Andrade Carneiro receberá nesta segunda-feira, dia 15 de dezembro, a medalha Calmon Barreto, concedida pelo Alberto Pinto Coelho, em solenidade oficial a ser realizada no Tauá Grande Hotel e Termas de Araxá/MG.
A Medalha Calmon Barreto foi instituída em 1999, pela lei 13.371, com o objetivo de homenagear personalidades, empresas, instituições, associações e representantes de segmentos diversos, que, de alguma forma destacaram-se por suas atuações pelo desenvolvimento das atividades culturais e turísticas de Minas Gerais, contribuindo para o fortalecimento do segmento no Estado. 

A juíza será agraciada com a medalha, pelos trabalhos desenvolvidos em prol da Cultura.

Diva Dorothy, além de doutora em Direito Administrativo e professora universitária, é escritora, com quatro livros publicados: "Estrada Real - viagem de muitos caminhos", "Estrada Real - caminhos do Espinhaço", "Roda Sinhá" e "Estrada Real de Flor e Fogão" e, é Caminhante da Estrada Real.

Nascida em Dom Joaquim/MG, viveu infância e juventude em Conceição do Mato Dentro/MG, tendo recebido do município de Belo Horizonte, onde reside, o título de Cidadania Honorária.

27 de nov de 2014

PÉ DE SONHO

Weber Lopes e Geovanne Sassá
fazem única apresentação do show
deste novo disco que já está encantando a criançada

















Fazer arte para crianças ganha um valor a mais quando o olhar passeia pelo aspecto educativo e respeita as necessidades, a linguagem e o universo desta turminha! Há mais de 15 anos atuando, juntos, com crianças e adolescentes, Weber Lopes e Geovanne Sassá lançaram o CD "Pé de Sonho". Com três meses de vida, os shows de lançamento que já ganharam o interior de Minas, alcançaram milhares de pessoas, uma agenda concorrida e convites especiais, como a participação no Encontro Internacional de Educação promovido pela REDSOLARE, em BH. Este sucesso é fruto natural da qualidade musical dos dois artistas somada ao trabalho direto com crianças através da educação escolar.

E, como a vida pede sonho, pais e filhos poderão conferir a riqueza deste trabalho, em show no dia 9 de dezembro, terça-feira, às 20h, no Teatro Oi Futuro (Av. Afonso Pena, 4001 - Mangabeiras - BH - MG). O show "Pé de Sonho" transporta a magia do CD para o palco. O repertório é mostrado na íntegra. Com a presenca de um grupo de músicos formado por adultos e crianças, a atmosfera é de encanto, fascínio e leveza.


Weber Lopes (violão) e Sassá (percussão) sobem ao palco com um grupo formado por Adriano Goyatá (percussão e bateria), Ivan Corrêa (contrabaixo elétrico), Marcos Danilo (violão, guitarra e voz) e Sarah Lopes (voz). O show traz ainda a participacão especial das cantoras Rebeca Lopes e Maria Almeida, além das crianças Davi, Amora e Lia.
Tudo foi projetado para oferecer ao público um universo único de beleza, envolvimento e musicalidade, desde o posicionamento dos músicos no palco, passando pelo figurino e pelas projeções que acompanham cada canção. A intimidade com a platéia é uma das tônicas. Todos se sentem à vontade e a distância entre grupo e audiência é quebrada pela própria dinâmica das músicas, que enlaçam as crianças e conquistam o adulto.
Os ingressos - R$15,00 (inteira) e R$7,50 (meia) - já estão à venda: BILHETERIA DO TEATRO - LEITURA MEGASTORE - FNAC - BELVEDERE - AMOO BIJUX - COLÉGIO LOYOLA -www.ingressorapido.com.br
Informações adicionais: (31) 32293131
















O CD:
Amplamente aguardado pelas crianças e público em geral, o CD "Pé de Sonho" é o trabalho de estréia de Weber Lopes e Geovane Sassá. Dedicado ao público infantil, contém um repertório inspirado em temas como animais, família, floresta, bruxas, fazenda, medo, rimas, brincadeiras, etc. As músicas, de autoria de Weber Lopes, têm como base a riqueza rítmica do país, como xote, maracatu, congado, baião e afoxé. Fazem parte do CD as músicas Morcego, Medo de quê?, Urso, Não Confunda, Bicho de bocão, Lulu, Um dia na Fazenda, Joaninha, Mistérios da Floresta, Cadê Clarisse?, Rock da Barata, Bruxa de Verruga e Gosto do meu pai. São 12 faixas com a participacão especialíssima de um time de alto nível de instrumentistas e cantores: Sarah Lopes, Kristof Silva, Rebeca Lopes e Marcos Danilo (voz), Adriano Goyatá (percussão, bateria e percusão corporal), Paulinho Santos (marimba de vidro e tabla), Ivan Correa e Pablo Souza (contrabaixo), Rogério Delayon (violão de aço, dobro e guitarra), Davi Machado (piano), além das crianças Sami, Amora, Lia,Davi e Maria Almeida. Completam o grupo, evidentemente, Weber Lopes (violão de nylon e de aço, viola caipira, ukulele, vocais e brinquedos) e Geovanne Sassá (percussão, voz e brinquedos)

OS ARTISTAS:

Weber Lopes é violonista, compositor e arranjador de destaque da música instrumental brasileira. Seu talento é reconhecido não só no Brasil, mas em países como Austrália, itália, Franca, Alemanha, Suiça, Finlândia e Nova Zelândia, onde realizou turnês para divulgação de seu trabalho. Com 3 CDs lançados, Weber é referência na nova geração de violonistas brasileiros. Além disso, se dedica há décadas à educação e à produção musical infantil. Com um intenso trabalho em escolas, Weber compõe canções através do olhar da criança. Sua obra se diferencia pela beleza, pela riqueza ritmica e melódica das composições e pela adequação da linguagem ao universo infantil.

Percussionista, educador e performer Geovanne Sassá é integrante do Grupo Tambolelê, com o qual realizou turnês em países como China, Itália, França e Nova Zelândia, entre outros. Sassá é um dos maiores oficineiros do país. Empresta seu talento a escolas, universidades, grupos de teatro e grupos musicais da capital. Com seu carisma insuperável, ele encanta adultos e crianças e é respeitado por todos que atuam nessa área.

O CD "Pé de Sonho" proporciona o encontro desses dois artistas. Parceiros em oficinas ministradas a crianças e adolescentes em diversas escolas de BH, o duo tem agora a oportunidade de mostrar o resultado dessa convivência que começou há mais de 15 anos. O momento é especial. Através das inspiradas composições de Weber, eles desfilam seus múltiplos talentos e abrem um universo mágico para crianças, recheado de fantasia, informação, humor e brincadeira.


SHOW "PÉ DE SONHO"

Weber Lopes e Geovanne Sassá
9 de dezembro, terça-feira, às 20h

Teatro Oi Futuro - Av. Afonso Pena, 4001 - Mangabeiras - BH - MG

Ingressos: R$15,00 (inteira) e R$7,50 (meia)

Pontos de venda antecipada:
BILHETERIA DO TEATRO - LEITURA MEGASTORE - FNAC - BELVEDERE - AMOO BIJUX - COLÉGIO LOYOLA -www.ingressorapido.com.br

26 de nov de 2014

Márcia Francisco leva Titia Francisquinha à Feira Arte & Vida




A grife "titia francisquinha", criada há 10 anos pela jornalista e escritora Márcia Francisco, estará presente na feira Arte e Vida, neste sábado, dia 29 de novembro, de 10h às 20h, no Juçara Costta Espaço (Rua Pouso Alto, 199 - Serra).  
São sabonetes líquidos e aromatizantes de ambiente, originais e artesanais. 
Os sabonetes têm agradável hidratação, não contêm sal e podem ser usados como shampoo capilar.
Os aromatizantes de ambiente, também podem ser usados para perfumar roupas de cama e banho!
"Os frascos e vidros vêm com decoração artesanal, amorosamente, feitas por mim. Idéias bem exclusivas, vidros recheados com pérolas e pedrarias, que podem ser reciclados após o uso. O tom é perfumar casas com energias de amor e luz", diz Márcia Francisco. 
O evento contará, também, com degustação de produtos Vilma e  presença de expositores selecionados, apresentando opções de presentes criativos em arte e moda para as festas de fim de ano, literatura e terapias holísticas. Bons preços e qualidade.
Entrada Franca.

24 de nov de 2014

TIZUMBA e colegas de Turismo lançam ForróTUR e trio Rastafari Rastapé


Será no dia 29 de novembro, sábado, 21h, no Tambor Mineiro (Rua Ituiutaba, 339 - Prado - BH - MG), o ForróTUR, que marca a estréia do Trio de forro Pé de Serra "Rastafari Rastapé". O inusitado: o grupo é fruto da nova vivência do inquieto Maurício Tizumba, que está cursando o 3º período de Turismo na Faculdade Estácio de Sá. 

Trata-se de uma promoção estudantil, ação de Tizumba e seus colegas do curso de Turismo: espécie de evento-teste, curricular, para o aperfeiçoamento dos alunos que juntos trabalham em sua realização.

"É trabalho em grupo: um cria o flyer, o outro cuida da logística, outros do marketing, tem a atração cultural, enfim: estamos aprendendo, mas, já garantimos que vamos levar ao público o melhor para uma noite especial", diz Tizumba, que convocou os músicos Jelber Oliveira e Alysson Salvador para juntos formarem o "Rastafari Rastapé".

Os ingressos para o evento já estão à venda no Tambor Mineiro. R$20,00 (vinte reais) masculino e R$15,00 (quinze reais)

Informações adicionais: (31) 9458-4274


VISITE: http://estaciocursoturism.wix.com/forrotur

SAIBA MAIS!

RASTAFARI RASTAPÉ É:

MAURÍCIO TIZUMBA

Maurício Tizumba, em sua carreira artística que tem início ainda na década de 60, se destaca por fazer um percurso de grande relevância para a cultura afro-brasileira. Em toda a sua história musical Tizumba traz consigo a forte influência do congado mineiro, manifestação cultural e religiosa que resiste há mais de três séculos enquanto importante símbolo de expressão da cultura negra em Minas Gerais. E assim, o artista se mostra verdadeiramente envolvido com a popularização e perpetuação da identidade cultural do nosso povo.

Como ator, Tizumba é formado pelo Teatro Universitário da UFMG, experiência que o capacitou para atuar em diversas produções teatrais e cinematográficas reverenciadas pela crítica e, especialmente, pelo público o qual conquista rapidamente devido a seu grande talento e indubitável carisma.

Sua trajetória marca também a intenção de ampliar o acesso à cultura em Minas Gerais, buscando a disseminação da arte entre todas as classes e grupos sociais. Seus trabalhos sempre vão às ruas, às praças e ao povo, com o objetivo claro de sensibilização para a arte, para a cultura negra, e para a cultura em geral. Tizumba canta para todas as cores, tamanhos e lugares.

JÉLBER OLIVEIRA:

Pianista, acordeonista, arranjador, diretor musical e arregimentador.

Inicia sua carreira em 1987 como pianista em bandas da sua cidade natal, Vitória da Conquista e interior da Bahia. Entre 1991 e 2003, passa a residir em Minas Gerais e se torna músico de artistas como Beto Guedes, Lô Borges, Maurício Tizumba, Marina Machado.Mudou-se para Salvador em 2003 onde se consolidou como diretor musical, arranjador. Acompanha vários artistas de estilos variados do cenário nacional: Vânia Abreu e Marcelo Quintanilha, Márcia Castro, Luciano Calazans, Tito Bahiense, Márcia Short, Marcia Castro, Lazzo

Matumbi, Mônica Sangalo, Walter Queiroz, Mariene de Castro, Carlos Pitta, Mou Brasil, Claudia Cunha, Sandra Simões.

Atuou como acordeonista na produção teatral "Baião de Nós com Elomar, nas duas edições, sendo assistente de direção do maestro João Omar na montagem de 2013(Teatro Castro Alves). Na peça "Jeremias: o profeta da chuva" de Adelice Sousa (14omontagem do TCA Núcleo) como diretor musical Em 2007 e 2008 respectivamente, foi responsável pela arregimentação, direção musical e arranjos dos DVDs das artistas Lela Badaró (Teatro Vila Velha Salvador no ano

de 2013 dirigiu e arranjou os shows: "Solar" de Claudia Vila Velha) - "E TENHO DITO" de Tainah (Vila Velha) - Sou Bamba e Rock'n' Roll" de Sandra

Simões (Casa do Comércio) - "As Rosas não falam" de Pedro Moraes em homenagem a Cartola

(Sala do Coro do Teatro Castro Alves) - Show "Caymmi" de Ily Gouveia (Teatro ACBEU). NoPremio Brasken de Teatro 2013 produziu os arranjos da banda de base da Orquestra de Câmara de Salvador.Participou em 2011 da Turnê "Mulheres de Chico", em homenagem a Chico Buarque, pelos 150 anos da Caixa Econômica, tendo como cantoras Daniela Mercury, Elba Ramalho, Roberta Sá, Paula Lima e Margareth Menezes. Participou da Turnê internacional com o artista Carlinhos Brown no período de 2010 à 2012 na Europa,

África e América Latina e Turnê no Brasil do show Romântico Ambiente.

ALYSSON SALVADOR

Por mais de uma década atuando em todo Brasil na musica brasileira passando pela MPB e forro,habilidoso compositor ,cantor multi-instrumentista. atualmente vem atuando com diretor e ator em espetáculos musicais em BH com aompania burlantins como Clara Negra,Dom Quixote, Munheca e Galanga,esse ultimo sob a direção de Jão das Neves.



ForróTUR

com Rastafari Rastapé

29 de novembro, sábado, 21h

Tambor Mineiro

Rua Ituiutaba, 339 - Prado - BH - MG

Ingressos: Os ingressos para o evento já estão à venda no Tambor Mineiro. R$20,00 (vinte reais) masculino e R$15,00 (quinze reais)

Informações adicionais: (31) 9458-4274

VISITE: http://estaciocursoturism.wix.com/forrotur

Realização: 3º período de Turismo do Centro Universitário Estácio de Sá

3 de nov de 2014

Mineradora Manabi interfere no trajeto histórico e turístico da Estrada Real!


ACER - Associação das Caminhantes lança manifesto em defesa da manutenção da ER, candidata a Paisagem Cultural Mundial, pela UNESCO

 Ao tomar conhecimento do Parecer do Governo do Estado que, ao analisar o Projeto Morro do Pilar S.A, consente na alteração de trecho da Estrada Real, a ACER vem a público manifestar sua preocupação com  a referida mudança no trajeto original dos caminhos reais.
Embaixadoras da Estrada Real, título que lhes foi outorgado pelo Governo do Estado, as mulheres caminhantes não podem compactuar passivamente com a interferência no referido trajeto, no município Morro do Pilar/MG, berço da siderurgia brasileira e de preciosos atrativos culturais e  turísticos,  das águas dos rios e piscinas naturais. 
Procedimentos referentes à alteração mencionada têm "impacto considerado negativo, sendo irreversível e de alta magnitude", segundo o detalhado documento da Secretaria de Estado de Meio Ambiente.
A decisão sobre o licenciamento será na próxima quinta, dia 06 de novembro. "É urgente e temos certeza de  que os órgãos públicos ouvirão o nosso alerta para que a mineração só aconteça de forma sustentável"(caminhantes).

 (clique na imagem para ampliá-la e leia o manifesto das Caminhantes da Estrada Real)

28 de out de 2014

MARCOS NORONHA - DO CHÃO AOS SONHOS

























biografia escrita por Bernardo Fróes Bicalho
tem lançamento na Academia Mineira de Letras

Será no dia 03 de novembro, segunda-feira, às 19h30, no Auditório Vivaldi Moreira da Academia Mineira de Letras (Rua da Bahia, 1466 - Lourdes - BH - MG), a noite de autógrafos e lançamento do livro "Marcos Noronha Do Chão aos Sonhos", do jornalista Bernardo Fróes Bicalho.
Trata-se do livro de estréia do escritor. Portador de paralisia cerebral, o jornalista pós-graduado em Comunicação e Cultura e em Língua Portuguesa, Bernardo Fróes Bicalho, 30 anos, conta a biografia de Antônio Marcos Noronha, um garoto de Areado (interior de Minas) que, desde pequeno, sonhava ser padre e em 1965,tornou-se o primeiro Bispo de Itabira.   Com 208 páginas, o livro traz prefácio escrito pelo escritor e presidente da Academia Mineira de Letras, Olavo Romano.
 A justa biografia que trata a história de Marcos Noronha até seu falecimento em 1998, "mostra ao público que muitas coisas ditas, hoje, pelo Papa Francisco, já eram defendidas por Marcos Noronha como Padre e Bispo. O sonho dele, de uma Igreja mais igualitária, preocupada com os mais necessitados, está se tornando realidade". (Bernardo Fróes Bicalho)

Bernardo Fróes Bicalho, portador de paralisia cerebral é jornalista, formado pela Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte, pós-graduado em Comunicação e Cultura (UNI-BH) e Língua Portuguesa (PUC/MG).Atuou como revisor de texto na Imprensa da Câmara Municipal de Belo Horizonte e fez estágio, de 2008 a 2010, na PRODIGITAL, onde também fazia revisão de textos, além de edição de vídeo e atualização de site.Em 2010, criou o site http://www.marcosnoronha.com.br que resume a trajetória de vida de Marcos Noronha, protagonista da biografia que lança no dia 03.
"Marcos Noronha Do Chão aos Sonhos" conta a biografia de Antônio Marcos Noronha, um garoto de Areado (interior de Minas) que, desde pequeno, sonhava ser padre.  Nas brincadeiras que fazia, com os colegas, ele bancava o padre, mas com a maior pose que se possa imaginar.Aos 11 anos, foi para o Seminário e, no dia 7 de dezembro de 1947, foi ordenado padre, indo morar em Guaxupé, cidade que o adotou como filho. Lá, trabalhou como Cura da Catedral, Capelão, Vigário Geral, Vigário Capitular e fundou a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Guaxupé. Em 1965, foi ordenado o primeiro Bispo de Itabira.Ficou cinco anos comandando a Diocese itabirana. Nesse período, ajudou na criação de três universidades na cidade. Por ser visionário, querer uma Igreja onde pobres e ricos fossem iguais e ver que isso não estava sendo possível da maneira como ele sonhava, decidiu sair. No dia em que ele deixou a Diocese, a Catedral caiu. Voltou para Guaxupé, onde foi professor e diretor da faculdade que foi fundada por ele, em 1965. Depois, mudou-se para São Paulo e foi trabalhar na FEPASA.Casou-se em 20 de dezembro de 1976, vindo morar em Belo Horizonte. Aqui, trabalhou na Fundação João Pinheiro, SERPRO, PRODECOM, Secretaria de Educação e como revisor de textos, na época de Patrus Ananias na prefeitura.Marcos morreu em 1998, aos 73 anos. A partir daí, Bernardo Fróes Bicalho, então com 13 anos, começou a pesquisar e escrever sobre o tio, tão querido e admirado por ele.
Noite de autógrafos e lançamento do livro
"Marcos Noronha Do Chão aos Sonhos",
de Bernardo Fróes Bicalho
03 de novembro, segunda-feira, às 19h30,
Auditório Vivaldi Moreira da Academia Mineira de Letras
Rua da Bahia, 1466 - Lourdes - BH - MG
Entrada Franca
Preço do Livro: R$30,00 (trinta reais)

Prefácio de "Marcos Noronha Do Chão aos Sonhos",
por Olavo Romano:

SAUDADE QUE PERMANECE, DÍVIDA QUE NÃO SE PAGA
Este livro fala de Marcos Noronha, de sua forte marca como sacerdote, educador, cidadão e ser humano raro cuja memória o sobrinho Bernardo se empenha em perpetuar.
O projeto nasceu com a morte de Marcos, há dezesseis anos.
Como sacerdote, Antônio Marcos Noronha era presença expressiva na Igreja e na vida dos fiéis, cujas alegrias e sofrimentos acompanhava de perto, desde o tempo em que, apeando de sua lambreta, batia palmas à porta ou varava casa adentro numa alegre falta de cerimônia que a todos encantava.
Profundamente comprometido com sua vocação missionária, chegou a Bispo, desenvolvendo fecunda obra na Diocese de Itabira, cidade para onde seus restos mortais foram trasladados. No dia em que comunicou à comunidade sua decisão de renunciar ao sacerdócio, conta-se que a torre da igreja caiu e o prefeito suicidou.
Convivi com Marcos Noronha, que muitos continuavam chamando de Dom Marcos, na Fundação João Pinheiro, na Secretaria da Educação e do Planejamento. No PRODECOM - Programa de Desenvolvimento de Comunidades, vivemos com entusiasmo a pioneira experiência de planejamento participativo na administração pública mineira. Na Favela do Cafezal, Marcos orientava animadas assembleias em que os moradores, no fecundo e democrático exercício da cidadania, definiam livremente suas prioridades, mesmo na vigência da ditadura militar. A primeira obra foi um chafariz, inaugurado com a presença do governador Francelino Pereira e Dona Latife, do secretário Paulo Haddad, do prefeito Maurício Campos. Com o amadurecimento do processo de decisão coletiva, vieram a urbanização de favelas, a regularização de lotes, permitindo o financiamento de melhorias das casas, num inédito envolvimento popular nas decisões coletivas.
Antes, Marcos como Superintendente Educacional, eu como Chefe de Gabinete da Seplan, passamos noites intermediando, com a liderança do magistério estadual, o fim da greve que se estendia por longo tempo sem solução.
A fraterna amizade nos levou a uma sociedade na compra de uma sala no centro da cidade, cada um buscando no outro o tino comercial que lhe faltava. Percebido o engano recíproco, foi com alívio que encerramos a fugaz parceria. 
Conheci Bernardo ainda adolescente. Trabalhei com seu pai, de quem continuo amigo. Tornei-me amigode sua mãe, irmã de Zélia, viúva de Marcos, com quem mantenho antiga amizade. Mas Bernardo, com sua irresistível simpatia e capacidade de comunicação, capturou-me para sempre no círculo de seus numerosos admiradores, que inclui a nata da nossa cultura popular, reunida em memoráveis saraus em sua casa, nos quais o anfitrião exibe seus dons de cantor e compositor.
Guerreiro que venceu limitações de fala e movimento construindo uma vida plena de alegria e otimismo, Bernardo cumpre, com este livro, um compromisso de sua alma: perpetuar a memória do tio, que ele sempre chama de Pô. Citando frase de meu depoimento, "A pior morte é o esquecimento", Bernardo achava que, contando a história de Marcos, a saudade iria diminuir. Mesmo isso não tendo acontecido, resolveu levar adiante o projeto.
Depois de longa incubação, o antigo propósito ganhou novo ímpeto. Em pouco tempo, retomou as entrevistas, transcreveu fitas antigas, repassou depoimentos de parentes, amigos e colegas do Pô, e cumpriu o compromisso que o afeto plantara em seu coração. Assim, podemos testemunhar o resgate de uma vida inteira, desde o nascimento, em Areado, a infância de um menino comum, que cresceu entre primos e irmãos, brincando e brigando, como qualquer criança. Muito inteligente, mas também muito levado, Marcos, desde cedo, sonhava ser padre. Paramentado com jornal, celebrava missas de brinquedo, antes de virar coroinha. Com oito anos, desapareceu, sendo encontrado na cadeia, conversando com os presos.
No exaustivo garimpo para reconstituir uma existência rara, Bernardoreviveu e revolveu o tesouro da amorosa relação entre um menino e seu admirado tio. "Falar nele, para mim, é muito fácil, ao mesmo tempo, muito difícil", confessa o autor.
Nas lembranças permanentes, a presença constante: à fisioterapia, à natação, à equitação, ao shopping, com parada obrigatória nas livrarias. O primeiro livro, não dá para esquecer: "Comédias da Vida Privada", do Luiz Fernando Veríssimo. E, todo dia, o infalível, esticado e divertido bate-papo.
 Nas aulas de História com a tia Zélia, se o telefone a chamava, era sagrado: ele levava o "sem fio" para ela, tio e sobrinho aproveitavam a oportunidade extra para conversar um pouco mais, torcendo para o telefonema durar muito - e o papo também.
Tratado como adulto, o menino adorava conversar com o tio que tinha alma de criança. E vice-versa.Muitas vezes, casa cheia, os dois escapuliam para brincar, rir e bater papo. Marcos contava casos e piadas engraçadas, lia trechos selecionados, pegava um caderno de anotações, que Bernardo batizou de "Diarinho", contos do livro dele no Caderno de Endereços. Adorava que oBê fosse dormir na casa dele, recebia o sobrinho de braços e coração abertos, o sorriso constante a iluminar a convivência.

Com este livro, Bernardo cumpre o desejo, o compromisso de reverenciar a memória do tio querido, de impedir que Marcos Noronha seja esquecido. É um salto admirável a estreia deste jovem valente e talentoso na literatura. Ainda assim, ele diz, amorosamente agradecido: "Qualquer homenagem que eu fizer, ainda é pouco, pela importância dele na minha vida.". 

10 de out de 2014

PADRE FÁBIO DE MELO EM BH: LANÇAMENTO NACIONAL CD "SOLO SAGRADO"

Ingressos já à venda para apresentação única no Minascentro


Acontecerá no sábado, dia 08 de novembro, às 21h, no Teatro Topázio do Minascentro (Av. Augusto de Lima, 785 – BH - MG), o show de lançamento nacional de “Solo Sagrado”, novo disco do Padre Fábio de Melo. Com dezoito discos gravados e repertórios que valorizam a religiosidade e cultura, Padre Fábio de Melo traz composições poéticas, com uma roupagem e ritmos modernos. Seu público cativo aumenta a cada dia e conduz grandes expectativas pelos próximos trabalhos do sacerdote e artista, sempre crescente em continuidade qualitativa. É o que reafirma Solo Sagrado (Sony Music).
 Os ingressos para o show já se encontram à venda, na Central dos Eventos
 www.centraldoseventos.com.br; Loja Mãe da Igreja(Rua Tamoios, 507 – Centro) – horário comercial e, das 12 às 18 horas na bilheteria do Minascentro.
De acordo com a PROMOÇÃO CASADINHA, na compra de um ingresso inteira (1º lote), o comprador ganha outro ingresso do mesmo setor. 
PREÇOS:
1º LOTE:
Setor 1 = 120,00 meia – 240,00 inteira
Setor 2 = 100,00 meia – 200,00 inteira
Camarote: 80,00  meia – 160,00 inteira
2º LOTE:
Setor 1 = 140,00 meia - 280,00 inteira
Setor 2 = 120,00 meia – 240,00 inteira
Camarote = 100,00 meia – 200,00 inteira
Informações adicionais: (31) 3209-0505

Solo Sagrado tem como inspiração o Oriente, na simbiose sacramental entre  a música e a terra santa. A inspiração conduziu o padre ao coração das  coisas belas através do seu canto. O projeto se concretizou pelo desejo do  padre Fábio em um longa metragem musical gravado em Israel, onde as  músicas do CD Solo Sagrado roteirizarão o projeto, que está previsto para o  início do ano de 2015. Solo Sagrado traz três composições inéditas do padre:  “Oração da Manhã”, “Origens” e “Um Coração Igual ao Teu”, além disso,  conta com a participação especial de Serginho Herval (Roupa Nova) na  versão inédita “A Mão de Deus”. Uma das maiores vozes católicas do país,  Padre Fábio de Melo, emociona e comove multidões com sua voz marcante e  suas mensagens de amor e paz. Com 17 anos de carreira, 18 CDs e 4 DVDs  lançados, Padre Fábio já alcançou milhões de cópias vendidas e como parte  do seu trabalho de evangelização, realiza inúmeras palestras pelo país e faz  mais de 70 shows por ano, onde prega a palavra de Deus através da  música.
Repertório: 1.Oração da manhã – Inédita/ 2.Anjos de Resgate/ 3.Origens – Inédita/4.A mão de Deus - Part. Especial Serginho Herval/ 5.Coisas de Pai/6.Hoje livre sou/7.Arvoreando/8.Se quiseres/9.Cântico das criaturas/10.Lava-me/11.Um coração igual ao teu – Inédita/ 12.Coração adorador.

Padre Fábio de Melo: um evangelizador pela arte
Presença viva de Deus
“Nós padres, lidamos diretamente com a dimensão mais bela da vida das pessoas e saber que de alguma maneira, eu entrei na vida de alguém e deixei ali uma marca positiva, eu me realizo como gente. Creio também no poder da comunicação religiosa da música popular, e tento fazer com que a música seja ponte entre a
palavra de Deus e o coração dos brasileiros”.
Padre Fábio de Melo se descreve de forma simples, mas na verdade é um fenômeno da evangelização pela arte. Sua formação é ampla: sacerdote, professor universitário, graduado em Filosofia e Teologia, pós-graduado em  Educação e em Teologia Sistemática, escritor, cantor, compositor e apresentador.
Com dezoito CDs gravados e repertórios que valorizam a religiosidade e cultura, suas composições são poesias, com  uma roupagem e ritmos modernos. É autor de obras-primas de nossa literatura como: “Quem me roubou de mim”,
“Tempo: Saudades e Esquecimentos”, “Quando o sofrimento bater à sua porta” e “Amigo: somos muitos, mesmo  sendo dois”, “Orfandades”, “Tempos de Espera”, sempre entre os mais vendidos no Brasil.
Padre Fábio é sucesso de audiência na Rede Canção Nova de Televisão, como apresentador do programa Direção Espiritual, que vai ao ar nas noites de quarta feira.
Esta trajetória bem sucedida é resultado de muitos talentos e dedicação extremada.
De origem humilde, nasceu em Formiga, Minas Gerais, em 3 de Abril de 1971, fruto da união do pedreiro Dorinato
Bias Silva e da dona de casa, Ana Maria de Melo Silva, sendo o caçula de 8 irmãos.
Desde criança, sua vocação para a arte, foi percebida e incentivada pelo pai violeiro. Posteriormente, aos 16 anos, já no seminário, colocou-a à serviço da fé.
Ordenado sacerdote em 2001, pela imposição das mãos de Dom Alberto Taveira, na Congregação dos Padres do  Sagrado Coração de Jesus (congregação do Pe. Zezinho, precursor dos padres cantores na década de 60), atua, hoje, na Diocese de Taubaté, São Paulo.
 Formação Acadêmica
Fábio de Melo, graduado em Filosofia pela FEBE e Teologia pela PUC do Rio. Pós-graduado em Educação
pela Universidade Salgado de Oliveira RJ e Mestre em Teologia Sistemática com os Jesuítas pelo Instituto
Santo Inácio de Loyola em BH.
Discografia
1997 – CD De Deus um cantador (Paulinas-COMEP)
1999 – CD Saudades do céu (Paulinas-COMEP)
2001 – CD As estações da vida (Paulinas-COMEP)
2003 – CD Marcas do eterno (Paulinas-COMEP)
2004 – CD Tom de Minas (Independente)
2005 – CD Humano demais (Paulinas-COMEP)
2006 – CD Sou um Zé da Silva e outros tantos (Paulinas-COMEP)
2007 – CD Filho do Céu (Canção Nova)
2007 – CD Grandes Momentos (Pailinas)
2007 – CD Enredos do meu povo simples (Paulinas-COMEP)
2008 – CD Vida (LGK/Som Livre)
2009 – DVD e CD Eu e o Tempo ( LGK; Som Livre)
2009 – CD Iluminar ( Som Livre)
2010 – DVD, Blu-ray, CD: Iluminar ao vivo (Som Livre)
2011 – CD, DVD, Blu-ray: No meu interior tem Deus (Sony Music )
2012 –CD Estou Aqui (Sony Music)
2013 – DVD, CD, Blu-ray: Queremos Deus ( Sony Music )
2014 – CD Solo Sagrado ( Sony Music)

Obras Literárias
2006 - Tempo, saudades e esquecimentos - O cotidiano como lugar da Revelação – ( Editora Paulinas)
2007 - Amigo – Somos muitos, mesmo sendo dois. (Editora Gente)
2008 - Quem me roubou de mim? - O seqüestro da subjetividade e o desafio de ser pessoa (Canção Nova)
2008 - Mulheres de aço e de flores – (Editora Gente)
2008 - Quando o sofrimento bater à sua porta - sofrimento: do absurdo ao sentido. (Canção Nova)
2009 - Carta entre Amigos ( Ediouro)
2009 - Mulheres Cheias de Graça ( Ediouro)
2010 - Carta entre amigos: Sobre ganhar e perder ( Editora Globo)
2011 - O Verso e a cena ( Editora Globo) – Fotografias
2011 - Tempo de Esperas – (Editora Planeta)
2012 - Orfandades – ( Editora Planeta)
2012 - É sagrado viver ( Ediora Planeta)
2013 – Quem me roubou de mim 2a
. Versão ( Editora Planeta )
2014 – O Discípulo da madrugada ( Editora Planeta )

VISITE:
www.fabiodemelo.com.br
www.talentosproducoes.com


7 de out de 2014

FADAS DO LIVRO

projeto criados por pré-adolescentes
leva leitura à crianças e adolescentes carentes
















Ação cidadã de cunho social, que visa incentivar a leitura, o projeto “Fadas do Livro” nasceu de uma iniciativa espontânea. Idealizado pela aluna Gabriela Francisco do 5º ano do Ensino Fundamental  -  5º LC – Colégio Santa Maria – Unidade Nova Suíça: o projeto é realizado por Gabriela junto às colegas Anna Clara Senna, Joana Xavier, Rafaela Mendes e Sophia Ferreira. O objetivo é levar às crianças de creches, hospitais e/ou comunidades carentes, a possibilidade de contato com o mundo encantado da leitura. O desenvolvimento do sonho, da imaginação, da criatividade e seu exercício. Despertar talentos.
A ação já conta com o apoio do Colégio Santa Maria - unidade Nova Suíça, onde as “Fadas do Livro” têm seu principal ponto de coleta de livros.
Mas, o projeto "Fadas do Livro" que possui formas de divulgação adicionais, como o facebook (www.facebook.com/fadasdolivro), despertou o interesse de familiares e amigos que multiplicam os contatos para incentivar as doações.  A Academia Mineira de Letras, através de seu presidente Olavo Romano e o projeto “Livro de Graça na Praça”, já colaboraram doando, conjuntamente, às “fadinhas”.
As visitas para entrega dos livros, nos espaços eleitos pelas “Fadas do Livro” consistem em Leitura de 1 a 3  contos ou breves histórias,  selecionadas com caráter de estímulo e alegria.  Pode haver performance das crianças com uso de acessórios relacionados à história ou não.  É realizada entrega pessoal dos livros às crianças presentes. Cada uma delas recebe um livro.
Uma curiosidade: no momento das doações, em caso de crianças acamadas ou dormindo, as mesmas, receberão o livro sob o travesseiro.
Em geral, as “Fadas do Livro” usam chapéu de fada (cone), confeccionado por elas e decorados com páginas de antigas revistas ou xerox de livros. Uma varinha de condão, feita de lápis, com estrelinha feita com papel, também faz parte do figurino.
“O projeto, realizado em BH, pode se tornar grandioso e regular, independente do término do ano letivo. Ainda que, por exemplo, as entregas nos meses posteriores se restrinjam a uma ou duas por mês”, diz Gabriela Francisco, idealizadora das “Fadas do Livro”.















Contato para doações:
fadasdolivro@uai.com.br

27 de set de 2014

CAMINHANTES DA ESTRADA REAL CELEBRAM 60 MIL ÁRVORES PLANTADAS EM PROJETO MUITO ESPECIAL


(Maria Elvira,presidente da ACER)

Será no dia 30 de setembro, terça-feira, às 9h, no Espaço Democrático José Aparecido de Oliveira, da Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais - ALMG (Rua Rodrigues Caldas, 30 - Santo Agostinho / Belo Horizonte-MG), o evento realizado pela Associação das Caminhantes da Estrada Real - ACER formalizando o plantio da árvore de número 60 mil, do projeto "Árvore é Vida".  A ALMG convida para este importante marco no calendário do Mês da Árvore, o evento é aberto ao público geral, sob confirmação de presença através do telefone:(31) 2108-7800.
 "Árvore é Vida" que nasceu no Comitê Internacional do Meio Ambiente e  Desenvolvimento Sustentável da International Federation of Business and Professional Women BPW Brasil, conduzido, hoje, por sua presidente do comitê do meio ambiente da BPW, Yara Blochtein, foi trazido para Minas Gerais poriniciativa da Vice Presidente do referido Comitê, Maria Elvira Salles Ferreira, atual presidente da ACER.
O importante projeto, cuja ação principal consiste no plantio de mudas de arvores, movimentando grupos e lideranças políticas organizadas e representativas na área de agricultores, de forma coletiva e de modo simultâneo, nos municípios do Brasil, visa gerar uma dinâmica coletiva capaz de impulsionar a conscientização ecológica e a mudança de comportamento social, através do plantio de mudas de arvores para atingir mais qualidade de vida no planeta.
 Em Minas Gerais, tornou-se realidade através do apoio recebido por vários parceiros, em redes de cooperação, entre eles a EMATER, que auxilia na exata determinação das árvores nativas a serem plantadas em cada região visitada pela ACER.
 Cada visita às cidades tem envolvido a população local com consciência e atitude, experiências únicas que, amalgamadas, vão delineando a importância dos trabalhos das Caminhantes da Estrada Real:
 Mulheres de diversas áreas de atuação que se unem, além do exercício comum da caminhada, em nome da valorização de brasileiros e brasileiras, com a clara missão de conhecer, conscientizar  e divulgar o valor cultural, ambiental, patrimonial e turístico da Estrada Real e dos Caminhos de Minas. A ACER, já se consolidou como entidade reconhecida em suas atividades organizadas e ativas.

SAIBA MAIS:

ACER: ASSOCIAÇÃO DAS CAMINHANTES DA ESTRADA REAL
Maria Elvira Sales Ferreira - Presidente
Francisca Souto Lessa - Vice Presidente
Maria do Carmo Fabri  - Diretora Administrativa
Ivone Maria Diniz - Diretora Técnica
Lucitani Chequer  Andrade - Diretora Financeira
Andréa Alves Patrício Vilela - Secretaria
Sede: Av. José do Patrocínio Pontes nº 580
Praça das Águas - Parque das Mangabeiras - BH - MG
(31) 8521 0663

"Andar por caminhos nunca antes percorridos.  Os Bandeirantes, no século XVII, assim fizeram com suas expedições. Minas surgiu daí, da procura por ouro, diamante e pedras preciosas; a partir das Bandeiras de Fernão Dias, Bartolomeu Bueno da Silva, Borba Gato, dentre outros ilustres exploradores do Brasil, ainda colônia de Portugal, abrindo caminhos entre montanhas.  Nessa busca surgiu a Estrada Real compreendendo 1.630 km, passando por 199 municípios, sendo 169 no Estado de Minas Gerais, 22 no Estado de São Paulo e 8 no Estado do Rio de Janeiro. Ao longo dos séculos, a Estrada Real perdeu importância. É preciso redescobri-la, trazer à tona o passado glorioso, valores e o modo de viver das pessoas ao longo deste caminho. Pensando assim, o Governo de Minas juntamente com a Fiemg lançaram o Instituto Estrada Real. Com esse mesmo propósito Beth Pimenta e Dalva Thomaz, em 2003, decidiram convidar umas amigas (20) do Colégio Interno de Conceição do Mato Dentro, para fazerem este percurso (ER), e partiram de Bom Jesus do Amparo em direção a Corregos.
Assim nasceu a Associação das Caminhantes da Estrada Real - ACER uma entidade sem fins lucrativos que promove, realiza e coordena caminhadas com grupo de
(80) mulheres, empresárias, mestras, doutoras, políticas, juízas, arquitetas, jornalistas, enfermeiras, pedagogas, artistas plásticas, advogadas, 
psicólogas, assistentes sociais etc no roteiro da Estrada Real, sempre estimulando o desenvolvimento das comunidades visitadas, atuando nas áreas de cultura, educação, meio ambiente, turismo e promovendo ações destinadas à preservação e valorização dos patrimônios históricos, artísticos e socioambientais. A Associação das Caminhantes abraça o projeto "Arvore é Vida" Idealizado pela International Federation of Business and Professional Women - BPW registrado na ONU e presente em 90 países.  O foco principal nesse projeto é o plantio de árvores nativas na região limítrofe e de influência da Estrada Real. Além de proporcionar a recomposição e ampliação vegetal em áreas desnudas e de preservação permanente - APP (topo de morro, margens de rios e córregos, proteção de nascentes), as árvores em pontos estratégicos formarão alamedas e bosques, ampliando os atrativos turísticos nesse patrimônio do turismo nacional. Por meio de protocolo de intenção com o ex-Governador do Estado, Antônio Augusto Junho Anastasia, instituições como, SETUR; SEAPA- EMATER; SEMAD-IEF e a Prefeitura de Belo Horizonte com a Fundação Zoobotânica passaram a ser parceiras nesse projeto. Temos ainda o Instituto Estrada Real, a Associação Comercial de Minas - ACMinas e varias empresas, sempre nos apoiando. Nossa meta: Plantar um milhão de árvores!"
PROJETO ÁRVORE É VIDA:
O projeto Árvore é Vida visa gerar uma dinâmica coletiva capaz de impulsionar a conscientização ecológica e a mudança de comportamento social, através do plantio de mudas de arvores para atingir mais qualidade de vida no planeta. Tornou-se realidade através do apoio recebido por vários parceiros, em redes de cooperação.
A ação principal consiste no plantio de mudas de arvores, movimentando grupos e lideranças políticas organizadas e representativas na área de agricultores, de forma coletiva, de modo simultâneo, nos municípios do Brasil.
O desequilíbrio ambiental vem crescendo consideravelmente, aumentando a quantidade de pragas e doenças nos cultivos agrícolas, resistentes ao controle; reduzindo e eliminando fontes de águas naturais; destruindo a biodiversidade existente no planeta e na paisagem, acentuando a mudança de clima; e provocando o extermínio da fauna silvestre.
 Ações de governo quase não dão conta de mudar este panorama. Surge a necessidade de se instalar ações vindas de estratégias coletivas e redes de cooperação, para se conseguir, de forma ágil, atuar neste cenário, com o objetivo de revertê-lo. Ações coletivas, envolvendo grandes grupos, especialmente em populações de cidades, trazem ganho em mudança de comportamento e cultura de forma consistente e rápida no tempo, e mobilizam exponencialmente outras populações.                     

Objetivos:
. Implantar bosques com espécies nativas, com vistas ao florestamento de áreas
            em matas ciliares de interesse da população.
.Promover o conhecimento e práticas de impacto positivo na sustentabilidade       ambiental de nosso planeta, visando minimizar impactos na natureza, decorrentes das mudanças climáticas provocadas pelo aquecimento global.
. Provocar movimentos coletivos de mudança de comportamento.
. Formar progressivamente, e de modo consistente, a consciência da necessidade de ações ecológicas efetivas no planeta.
. Implantar, a partir do movimento de "plantar", a cultura de "cuidar", já que o       nova vegetação, exige manutenção por, pelo menos 2 anos.
Metodologia:
Quanto à definição dos municípios e estabelecimento das parcerias
 . Construir apoio junto aos órgãos públicos, em todas as esferas de governo, clubes de serviço. profissionais envolvidos com o tema, instituições de ensino e pesquisa e ONG.
. Buscar reforço de participação de mulheres executivas, de negócios e profissionais, membros da BPW.
. Lançar projeto de comunicação com vistas ao chamamento de futuros stakeholders, por meio de mídias diversas, chamando a atenção da população e mobilizando-a para a ação coletiva a realizar.

Quanto à formatação do processo de simultaneidade da ação:
. Formar rede de interação virtual, por meio de chats ou fóruns, ou mesmo por ambiente virtual de sala em site dos municípios, para coordenação constante de pontos de controle.
. Construir junto à empresas de telecomunicações a locação/disponibilidade de canal virtual que garanta a ação no dia do plantio.
. Construir logística para visibilidade ampla e coletiva no dia da ação.
. Padronizar ações de "implantar o bosque" em cada cidade, constituindo grupos de coordenação, por um manual de procedimentos.
. Provocar movimentos de adesão à data escolhida para a ação, construindo micro-ações coletivas com a comunidade, como passeatas, guardiões do verde, corridas rústicas, gincanas prévias em escolas particulares e públicas, realizar pequenas palestras e debates em rádios e canais locais de televisão,  passeios ciclísticos, concursos de canto e poesia sobre o novo bosque, exposições de arte, ocupar espaços em intervalos de teatros concertos e espaços de lazer para firmar compromisso coletivo, contagem regressiva para a hora do plantio em out door com relógio.
 Quanto à logística de plantio:
. Selecionar áreas de preservação permanente de matas ciliares nas propriedades rurais e buscando plantar em vias de acesso, estradas, alamedas, ruas, praças, parques.
. Obter mudas de árvores através de pedidos à iniciativa privada, pessoas físicas, hortos florestais municipais, horto estadual, buscando mudas de espécies de árvores nativas típicas da região, com o objetivo de preservação.
. Captar parcerias com municípios para movimentação do solo para plantio, confecção dos berços, acompanhamento, manutenção e cuidados no processo florestar.
. Promover relatório anual para o Comitê do Meio Ambiente, divulgando-o amplamente a fim de potencializar constante adesão.
. Construir apoio técnico especializado para acompanhamento dos projetos, sob o ponto de vista reflorestamento.