10 de dez. de 2008

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BALAIO MINEIRO
Memória de uma família brasileira
Coube à jornalista e escritora Wanda Figueiredo de Souza, com raro brilho e a habitual coragem destes Souza singulares, desbravar a intrincada teia de emoções desta família que entrou para a história do país com seus três varões, Betinho, Henfil e Chico Mário. “Mas, onde ficávamos nós as irmãs dos famosos?”O turbilhão deste “Balaio Mineiro” não deixa ninguém incólume. Prepare o seu coração”.
(Tárik de Souza)



Será no dia 22 de dezembro, segunda-feira, a partir das 19h30, na Cozinha de Minas (Rua Gonçalves Dias, 45 – Funcionários – BH – MG), o lançamento nacional do livro “Balaio Mineiro – memória de uma família brasileira”, da jornalista e escritora Wanda Figueiredo Souza.
O livro relata a saga da família Figueiredo Souza, contando a vida do sociólogo Herbert de Souza - o Betinho, o cartunista Henfil, o músico Chico Mário; e especialmente dos pais Henrique José de Souza, Maria da Conceição Figueiredo Souza e das irmãs Maria Cândida, Zilah, Glorinha, Filomena e Wanda.
São dezenas de depoimentos que reúnem personalidades como o presidente Lula, ministro Patrus Ananias, ex-presidente Itamar Franco, Padre Lage, Frei Betto, artistas e compositores como Fernando Brant, Jaguar.
Capa do designer e arquiteto Ricardo Souza, prefácio do jornalista Tárik de Souza, contracapa do filósofo Serafim Moura Lanna."
Com entrada franca, a noite de autógrafos de Wanda Figueiredo Souza, que será apresentada pelo poeta Affonso Ávila, contará com “ShowZA” de seresta, realizado pelos membros da musical família.

Projeto realizado com o patrocínio de FURNAS Centrais Elétricas S/A e Copasa, através dos benefícios da Lei Rouanet, do Ministério da Cultura, “Balaio Mineiro” traz memórias anteriores à infância em Bocaiúva, as passagens por Ribeirão das Neves e Belo Horizonte, a história de Vargas a Jango e Golpe de 64, a família durante e após o golpe; os filhos que se foram, os que ficaram; falas de Dona Maria, Visões da Família, de Minas Gerais e da nova geração Souza, recheadas de fotografias, cartas, charges, músicas, poesias, referências bibliográficas e um mar de impressões que transpiram um possível Brasil do sonho, da humanidade, da coragem e da Justiça Social. Dentre os depoimentos e entrevistas contidos na obra, palavras de: Aldir Blanc, Chico Pinheiro, Chico Buarque, Ferreira Gullar, Frei Betto, Leonardo Boff, Patrus Ananias, Roberto Brant e Zuenir Ventura.

Resultado de 7 anos de pesquisa, entrevistas, a obra desvenda, em 672 páginas, emoções e valores desta família que entrou para a história brasileira, através das histórias notáveis de três irmãos: Henrique de Souza Filho, o Henfil; Herbert José de Souza, o Betinho e Francisco Mário Figueiredo de Souza, o Chico Mário. Ao lado, a força das mulheres da família – Tanda, Wanda, Zilah, Glorinha e Filó – sustentava os pilares e esculpia os alicerces dos valores humanos bem exercidos pela memorável prole de Dona Maria unida por idéias e ideais.

Wanda Figueiredo Souza nasceu em Bocaiúva, norte de Minas, assim como seus irmãos Betinho, Tanda, e Zilah. Criança, foi com a família para Neves, onde nasceram Henfil e Glorinha.






Belo Horizonte os aguardava para que a família fosse completada com o nascimento de Filó e Chico Mário.
Formada em Assistência Social, não satisfeita, fez Jornalismo e entrou para a área da literatura. Contos, crônicas, reportagens, muitas letras articuladas e rearticuladas. Escreveu a trilogia "Aqui São Paulo", "Aqui Rio" e Aqui Canoa Quebrada", onde reproduz, em estilo inovador, as falas e impressões dos moradores daquelas localidades.
Agora chega às mãos do público sua mais rebuscada obra : "Balaio Mineiro – Memória de uma família brasileira", onde torna conhecida a história dessa família - sua luta pra combater a hemofilia, a Aids, as injustiças sociais, a ignorância, a dormência intelectual e emocional , alertando e incentivando noções de cidadania e solidariedade.
"Três irmãos de sangue" , belo filme de Ângela Patrícia Reiniger, fala dos irmãos Betinho, Henfil e Chico Mário com maestria.
Para escrever este livro, Wanda se perguntou "mas onde ficávamos nós, as irmãs dos famosos?". Ela abre os bastidores e mostra o cenário e a ação de cada uma delas. A luta pela sobrevivência de uma família vinda do interior é entrelaçada pelos sonhos e caminhos de cada um.
"Os Misteriosos bisavós" , mistério que percorre o livro entrecortando seu relato, tenta desvendar jornalísticamente, como um bom detetive, a origem dos Souza.
Mostra um pouco da história e da cultura dos diversos lugares por onde a família passou, no período de 1928 a 20006, assim como movimentos e períodos políticos cruciais pelos quais passaram os que lutaram por um país mais justo; de como a família foi dispersada com o Golpe de 1964 por ser atuante nessa luta.
Como uma boa jornalista, teceu uma biografia que não se ateve ao âmbito familiar, formando teias que envolvem a sociedade como um todo nos aspectos e valores humanos, sociais, morais, intelectuais, políticos, como espelho de uma época esquecida ou desconhecida por grande parte dos brasileiros.
É uma parte da história do Brasil que não pode morrer pelo esquecimento ou desconhecimento. (FOTO WANDA - ARQUIVO FAMILIA SOUZA)







FORMOSAS

Será nos dias 17 e 18 de dezembro, quarta e quinta feira, às 21h, no teatro José Aparecido de Oliveira (Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, Praça da Liberdade, 21 - Funcionários - BH - MG) a apresentação do show “FORMOSAS”, com Babaya, Lú Braga e Celinha Braga.
Sob a direção de Marina Machado, as cantoras vão apresentar uma seleção especial de sambas, com arranjos vocais assinados por elas e interpretados com graciosidade, humor e muita emoção. Este show acontece em comemoração aos 25 anos de trabalhos comuns, amizade e muita cantoria!Babaya, Lú e Celinha se consideram irmãs de sangue e de música e adoram dividir o palco.As artistas serão acompanhadas pelos músicos: Dodô Rodrigues (violão); Du Macêdo (cavaquinho); Agostinho Paolucci (violão de 7 cordas); Analu (percussão); Totove Ladeira (percussão). Os figurinos são de Júlia Braga e Eduardo Macêdo. A criação de luz é de Bruno Cerezoli e o projeto gráfico de Rômulo Righi Filho.
Os ingressos já estão à venda na Babaya Escola de Canto (33447396), na Celinha Braga Oficina de Música (34413465) e no Núcleo de Radiografias Odontológicas (3411 4477)
“Neste show temos a alegria de cantarmos juntas e estarmos entre tantas pessoas queridas e significativas nas nossas vidas: nossos amigos, nosso público e nossos filhos que cresceram juntos. Hoje, a Analu é percussionista e arregimentou os músicos que tocam no show. A Júlia Braga é estudante de designer de moda e assina o figurino junto com Eduardo Macêdo. Rômulo Righi Filho é artista gráfico e fez a programação visual. É uma delícia ver nossa história se desdobrar. É também uma delícia sermos dirigidas pela amiga Marina que abraçou nosso sonho com amor, respeito, entusiasmo e muita emoção” (Babaya, Lú e Celinha)
No repertório, clássicos como “Viva Meu Samba” (Billy Blanco); “Escravo da Alegria” (Toquinho/Mutinho); “Um calo de Estimação” (Zé da Zilda/José Thadeu) “Chão de Esmeraldas” (Chico Buarque) entre outras pérolas da musica brasileira.
(FOTO GABRIELA CRUZ)